Escola Vera Guedes de Aromaterapia
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Ansiedade em tempos de COVID-19 e Óleos Essenciais 

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Ansiedade

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Respiração Diafragmatica 

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Óleos Essenciais 

Ansiedade, para muitos ela é considerada como a doença da preocupação.
O conceito de ansiedade tem origem no termo latim anxiĕtas. Trata-se de um estado de agitação, preocupação ou angústia. Para a medicina, a ansiedade é a angústia que costuma acompanhar diversas doenças, principalmente as neuroses, e que não permite que os doentes tenham sossego. De acordo com a matéria sobre ansiedade da revista Psique edição 161 a  imensa exposição dos indivíduos ao estresse vem causando um aumento significativo no numero de pessoas com queixas de ansiedade. O numero total estimado de sofredores convivendo com transtornos de ansiedade no mundo chega a 264 milhões, sendo que 21% se encontram nos países das Américas. ​

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O Brasil já é considerado o país com pessoas mais ansiosas do mundo, 9,3% da população sofre de transtorno de ansiedade, praticamente o triplo da media mundial. Antes do evento COVID-19 a  ansiedade já afetava 20% da população da região metropolitana de São Paulo, com certeza esse numero deve ter  aumentado. ​

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Ansiedade – Breve Relato Histórico:
A palavra ansiedade origina-se  da raiz grega antiga angh, que pode ser encontrada em palavras do grego antigo que significam “apertar forte”, “estrangular”, “estar oprimido pelo sofrimento”, assim como “carga, fardo e problema”. Posteriormente, angh deu origem a termos latinos angustus, ango e anxietas, todos os quais tem conotações de estreitamente, constrição e desconforto – de maneira similar a outro termo latino que se tornou parte da terminologia medica moderna – angina
A palavra ansiedade passou a ser disseminada como um problema psicológico e psiquiátrico a partir do século XX. Um fator existente importante foi trazido por Aubrey Julian Lewis, psiquiatra inglês, que confirma o fato, ele observou que foram publicados artigos acadêmicos nos anos: 
  • 1927 - 3 artigos; 
  • 1937 - 14 artigos; 
  • 1950 - 37 artigos; 
  • 1960 - 220 artigos;

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Todos foram listados no Psycological abstract. Assim sendo, pode se afirmar que os séculos XIX e XX testemunharam um grande aumento no interesse pelas doenças nervosas, mas, os sintomas que hoje descrevemos como ansiedade, eram considerados essencialmente físicos em sua origem, ou seja, os sintomas da ansiedade eram desencadeados por uma doença no Sistema Nervoso, o que não está totalmente incorreto, nervos frágeis compromete o organismo como um todo. 
Já outra linha de pensamento acreditava que a ansiedade era causada por irregularidades vasculares, um problema que podia ser tratado com o consumo de cafeína (tendo em vista que hoje se sabe que a cafeína aumenta a sensação da ansiedade). Ou seja, a doença da preocupação vem sendo estudada por muito tempo, e por varias culturas. ​

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Ansiedade, a  doença da preocupação:
A ansiedade sempre esteve presente na vida do ser humano, a doença da preocupação sempre existiu. Vale dizer que, neste mundo contemporâneo, quando todas as coisas boas da vida – amor, dinheiro, sexo e diversão – se tornam motivo de preocupação, algo está errado, verifica-se que a síndrome da preocupação (a ansiedade) está se manifestando, e com ela afloram os vários distúrbios (principalmente os distúrbios que envolvem os Medos) a ela relacionados, causando sérios transtornos para a vida (pessoal, profissional e social) do indivíduo. E neste momento, temos o COVID-19 ameaçando tirar vidas, ameaçando a economia mundial, enfim,  uma preocupação imensa para nós seres humanos, que tememos terrivelmente a morte e o medo da fome. 

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"A maior parte da ansiedade que sentes é devida a uma mente obstruída por problemas, incapaz  de te obedecer e com uma capacidade tremenda de inventar cenários sombrios"
​Gustavo Santos

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Algumas definições de Ansiedade: 
Talvez seja difícil classificar uma definição para ansiedade, mas apenas considerar algumas tentativas úteis. Trago aqui algumas visões sobre o que é ansiedade de acordo com o DSM e alguns profissionais renomados na área do estudo da mente: ​
  • O  Manual diagnostico e estatístico de Transtornos Mentais (DSM na sigla em inglês) alega que a ansiedade é definida como a antecipação apreensiva de um futuro perigo ou infortúnio, acompanhada de uma sensação de disforia (sensação desagradável) ou de sintomas sintomáticos de tensão. O foco de perigo antevisto pode ser interno ou externo.​​
  • De acordo com Devid Barlow, Psicólogo americano, especialista em ansiedade a condição é um conjunto de sintomas comportamentais e fisiológicos, que se refere a uma preocupação com relação ao futuro e ao humor negativo. Dentre outros sintomas, podemos destacar inquietação, taquicardia, tensão muscular. Ela permanece como um estado de difícil acesso, e muitas vezes podem estar associadas à depressão.
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  • Segundo Valter Rodrigues mestre em psicossomática a ansiedade é um mecanismo de defesa (uma resposta de defesa), é uma reação ao perigo percebido. Ansiedade é um "aviso", um alerta que nosso corpo emite, de que algo não está bem, que há algum perigo percebido, real ou não, interno ou externo. A ansiedade em níveis exagerados passa a não mais nos proteger, mas a paralisar diante de coisas que não merecem tanto medo.​​
  • E conforme  a Canadense Naomi Koerner, doutora em Psicopatologia cognitiva o transtorno da ansiedade generalizada tem origem na “intolerância a incerteza”: Os indivíduos que são intolerantes à incerteza acreditam que a incerteza é estressante e perturbadora, que não ter certeza quanto ao futuro, que acontecimentos inesperados são negativos e devem ser evitados e que a incerteza interfere em sua capacidade de desempenhar suas funções.

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Concluindo, a preocupação quase por definição é uma tentativa de prever e controlar os acontecimentos futuros incertos. Parece lógico, então, que as pessoas ansiosas apresentam  forte intolerância a incerteza, e estas  tenderão, para seu infortúnio, a se preocupar sempre, e cada vez mais.  

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Ansiedade e Medo  - Como o organismo gerencia estas condições? ​
Bem, a nossa resposta ao medo foi programada para lidar com ameaças físicas ou com oportunidades. Alguns chamam isso de Lutar ou Fugir ou  congelar (Termos do  inglês fight, fly e freeze)   porque essas parecem ser as opções que nosso corpo está nos dando – lutarmos com o inimigo, fugirmos ou congelarmos.  É também importante notar que a resposta pode ser desencadeada devido a ameaças reais ou imaginárias. Esta reação foi descrita pela primeira vez durante a década de 1920 pelo fisiologista americano Walter Cannon, ele percebeu que uma cadeia de reações que ocorrem rapidamente no interior do corpo mobiliza os recursos do organismo para lidar com as circunstâncias ameaçadoras. Essa é literalmente uma reação primitiva, atacar a fonte da ameaça, dar no pé ou ficar parado feito pedra. Aqui entra em ação o cérebro, este órgão percebe o perigo, então imediatamente ele envia uma mensagem para o Sistema Nervoso Autônomo, sistema este que se  divide em duas subseções.
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  • Sistema nervoso simpático - esta parte  prepara o corpo para lutar, fugir ou congelar através das catecolominas (os hormônios adrenalina e noradrenalina) liberados  pelas glândulas suprarenais, este evento  resulta  em aceleramento da frequência cardíaca,  eleva a pressão arterial e acelera a frequência respiratória, pupilas se dilatam, nível de glicose no sangue aumenta, dificuldade de se concentrar  e os músculos ficam tensos. Todas essas reações físicas têm a intenção de nos ajudar a sobreviver a uma situação perigosa, ela vai preparar você, quer correr pela sua vida, ou a lutar por ela, daí o termo "luta ou fuga".
  • Sistema nervoso parassimpático - esta parte restaura o corpo ao seu estado normal, portanto, após  o desaparecimento da ameaça, leva entre 20 a 60 minutos para o corpo voltar aos seus níveis normais. 
  • Simpático LIGA  os sintomas da ansiedade e medo através dos hormônios acima citados, os quais podem ser traduzidos como os comandantes que ordenam  o corpo a ficar ativo nos processos de lutar ou fugir. Esse sistema em sua forma de funcionar,  age de forma exagerada, quero dizer ele age na base do tudo ou nada, ou todas as partes do corpo reagem ou nenhuma, por isto vemos as varias reações que ocorre no organismo da pessoa. A pessoa em condição de ansiedade e medo, principalmente crônico, geralmente terá mais de um dos sintomas acima citados. 
  • Parassimpático DESLIGA  os sintomas, o  desplugar ocorre quando o organismo se exauri de lutar ou fugir. Para melhor compreender essa parte, essa subseção atua de forma antagônica a outra  ou seja, ao contrario, então,  quando ele é ativado ele relaxa novamente o organismo quando ele se cansa de lutar ou fugir. E então, o individuo pode relaxar, até o próximo aviso de perigo. 
Em suma, vivemos literalmente tempos ansiosos: ​

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De uma forma geral, a ansiedade é um sentimento incômodo e projetado para o futuro. A pessoa ansiosa vive num estado de alerta, ou seja, em estado de perigo constante por causa de uma situação que pode ou não acontecer – e causar sofrimento. O medo maior do ansioso é de sofrer.  O que influencia,  e muito a ansiedade é a nossa maneira de pensar. “Se a pessoa é muito catastrófica e imagina o tempo inteiro que as coisas vão dar errado, ela sofre mais com a ansiedade”, diz Thiago Sampaio, psicólogo membro da Associação dos Portadores de Transtornos de Ansiedade (APORTA). Essa ideia de pensamento catastrófico faz uma pessoa ser mais preocupada do que outra, e é central para entender a ansiedade no ser humano. Saber lidar com as preocupações se tornou uma característica desejada, porque a ansiedade foi relegada ao posto de vilã do mundo moderno. Apesar de ser essencial para a sobrevivência, ela ganhou o estigma de atrapalhar as relações pessoais, a competência no trabalho e todo tipo de situação delicada. E agora em tempos de COVID-19 essa necessidade se tornou ainda mais crucial para que se tenha um mínimo de qualidade de vida. O caminho é um só,  praticar constantemente o gerenciamento da ansiedade e do medo, seja pelas vias  dos recursos  internos ou externos,  ou os dois.

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Recomendo aqui duas formas, uma  interna e outra externa,  para o  gerenciamento da ansiedade, para que você tenha um pouco mais de tranquilidade em tempos de adversidades.
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✔️Recurso interno:
  • Respiração
Respiração, um dos principais recursos interno  que temos ao nosso alcance imediato para um bom gerenciamento e diminuição da ansiedade. Sabemos que há movimentos respiratórios diversos, influenciados pelo nosso estado de ânimo.  
  • Quando estamos tranquilos  e relaxados a respiração se faz lenta e ritmada, movimentando  livremente o abdome, chamamos isto de respiração abdominal ou diafragmática.  
  • Quando estamos tensos e ansiosos a respiração se torna superficial, curta, ofegante, feita principalmente pelo tórax, chamamos isto de respiração torácica.  (respiração comum em pessoas tensas e ansiosas). 
A respiração abdominal, profunda, oxigena suficientemente o sangue, já a respiração torácica oxigena nosso corpo de forma  insuficiente. Resumindo, o oxigênio, além de nos conceder vida, ele é fundamentalmente  necessário para que as células possam transformar os nutrientes em energia, portanto, um corpo bem oxigenado é mais saudável.
É importante saber que o processo respiratório conta com a ação de  um músculo importantíssimo, o diafragma (músculo da vida), o principal músculo que atua no processo da  respiração pulmonar, ele  separa as cavidades torácica e abdominal. ​
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LOCALIZAÇÃO DO DIAFRAGMA

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Em resumo, o ato de respirar se compõe de inspiração e expiração, e esse processo se desenvolve  gradualmente entre os  18 a 20 anos de idade, passando a decrescer daí para a frente.  E a partir dos 50 anos, começam a instalar-se os sinais de senilidade respiratória, que tendem a surgir dez anos antes nas mulheres.   Portanto, praticar a respiração correta e de forma consciente pode ser um bom caminho para gerenciar melhor a ansiedade. ​

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Respire corretamente e viva melhor! ​
​✔️Siga as orientações abaixo:
Quando nascemos, todos nós respiramos a partir da movimentação do diafragma, uma vez que ela se trata de uma função natural e involuntária, portanto, aprender a respirar corretamente é  apenas uma questão de reeducar o corpo.  A respiração diafragmática é uma técnica em que a pessoa deve puxar o ar com os músculos do abdômen, empurrando-o para fora enquanto inspira, e contraindo-o para dentro ao expirar. ​
  • Inspirar por três segundos;
  • Segurar o ar contando até três;
  • Soltar o ar pela boca contanto até seis.
Na pratica da respiração diafragmática você deve saber que o diafragma  funcionará  corretamente quando o corpo estiver  posicionado  de forma adequada, que tanto pode ser em pé, sentado ou deitado, desde que a coluna esteja ereta.
Agora você ja sabe que a respiração diafragmática pode ser  uma importante aliada para controlar a ansiedade e o estresse.
​Basta praticar!  

✔️Recurso externo.
  • O uso dos Óleos Essenciais (OE)
Estudos realizados com OE  explorou seu  potencial terapêutico como   ansiolítico natural para uso em conjunto ou como alternativa dos benzodiazepínicos, as pílulas para as dores da vida que, de acordo com o marketing farmacêutico,  garantem que o monstro da ansiedade permaneça adormecido.  Vamos ver estudos com vários OE,  iniciando pelo  OE de Lavanda, o  mais popular e o  mais estudado entre todos por seu efeito ansiolítico. Apresento quatro estudos deste OE realizados em diferentes  países. 
Lavanda - Lavandula angustifolia ​
  • Primeiro estudo:
Realizado em 2018 pela Psychiatry Pharmacy Specialist, Scripps Mercy Hospital, Hillcrest, California; Adjunct Clinical Professor, University of California at San Diego School of Pharmacy & Keck Graduate Institute School of Pharmacy, San Diego, California. EUA OE de Lavanda nas desordens da ansiedade.
O OE de lavanda tem uma extensa história anedótica de benefício ansiolítico que foi recentemente apoiada por estudos de eficácia clínica. Os dois principais constituintes terpenóides primários  do OE de lavanda o álcool linalol e linalyl acetato (éster), podem produzir um efeito ansiolítico em combinação através da  inibição dos canais de cálcio dependentes de voltagem, redução da atividade do receptor 5HT1A e aumento do tônus ​​parassimpático.
Os objetivos deste artigo é  fornecer uma breve visão geral do OE de lavanda utilizado  na aromaterapia, explorar a variabilidade nos constituintes deste OE,  resumir seu perfil farmacológico e segurança, bem como descrever seu corpo de pesquisa que foi realizado para ansiedade.
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  • Segundo estudo:
Realizado na Universidade de  Kagoshima no Japão,  mostra efeito ansiolítico. ​
Foi analisado se o aroma  do composto linalol de lavanda vaporizado ajudaria o  rato a relaxar. "Na medicina popular, acredita-se há muito tempo que compostos odoríferos derivados de extratos de plantas podem aliviar a ansiedade", disse o co-autor Dr. Hideki Kashiwadani. Como em estudos anteriores, descobrimos que o aroma do linalol tem efeito ansiolítico [anti-ansiedade] em camundongos normais." Essas descobertas nos aproximam do uso clínico do linalol para aliviar a ansiedade,  acrescentou Kashiwadani. ​​
O estudo foi publicado na revista Frontiers in Behavioral Neuroscience. ​​
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  • Terceiro estudo:
Realizado em 2013, pelo  Departamento de Farmacologia, Setor de Ciências Biológicas, Universidade Federal do Paraná UFPR, Brasil, mostra efeito ansiolítico. ​
Anosmia não prejudica o efeito ansiolítico da inalação de OE de  lavanda em camundongos.
A inalação do OE de Lavandula angustifolia(lavanda) tem efeitos ansiolíticos em modelos animais e humanos, mas seu mecanismo de ação ainda não está totalmente esclarecido. A inalação de óleos essenciais pode induzir efeitos ansiolíticos através do sistema nervoso central (por exemplo, absorção pulmonar e transporte da corrente sanguínea) ou estimulação do sistema olfativo e ativação secundária das regiões do cérebro
Assim, o principal objetivo do presente estudo foi avaliar se a percepção do aroma do OE de lavanda, quando inalada, é necessária para obter seus efeitos ansiolíticos em camundongos. O resultado do estudo sugeriu que  é improvável que a ativação do sistema olfativo participe do efeito ansiolítico da inalação de OE de lavanda.
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  • Quarto estudo: ​
Realizado em 2007, pelo Department of Psychology, University of Central Lancashire, Preston, Lancashire, UK (Inglaterra), mostra efeito ansiolítico.    ​
O presente estudo investigou os efeitos da inalação do aroma do OE de lavanda (Lavandula angustifolia Mill,  por 2 semanas ou 24 h, no comportamento dos gerbilo (rato) masculinos e femininos adultos. Conclusão do estudo,  a exposição ao aroma do OE  de lavanda pode ter um perfil ansiolítico em gerbilos semelhante ao do diazepam ansiolítico. ​
Além disso, a exposição prolongada ao aroma de lavanda durante duas semanas aumentou o comportamento exploratório nas fêmeas, indicando uma diminuição ainda maior da ansiedade nesse sexo.
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Óleos Essenciais variados - Coentro, Fenel/Funcho, Neroli (Flor de Laranjeira) e Gerânio. ​
  • Coentro - Coriandrum sativum
Estudo realizado em 2005 pelo Department of Pharmacology, Medical School, Shiraz University of Medical Sciences.  Iran, mostra efeito ansiolitico. ​
As aplicações clínicas dos benzodiazepínicos como ansiolíticos são limitadas por seus efeitos colaterais indesejados. Portanto, o desenvolvimento de novos agentes farmacológicos é bem justificado. Entre plantas medicinais, Coriandrum sativum L. tem sido recomendado para alívio da ansiedade e insônia na medicina popular  iraniana. ​
No entanto, nenhum estudo farmacológico avaliou até o momento seus efeitos no sistema nervoso central. Portanto, o objetivo deste estudo foi examinar se o extrato aquoso de sementes de Coriandrum sativum tem efeito ansiolítico em camundongos. 
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​Esses resultados sugerem que o extrato aquoso (OE)  de sementes de Coriandrum sativum tem efeito ansiolítico e pode ter potenciais efeitos sedativo e relaxante muscular.
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  • Fenel/Funcho - Foeniculum vulgare ​
Estudo realizado em 2014  pelo Department of Pharmacology and clinical Pharmacy, School of Pharmacy, Addis Ababa University, Addis Ababa, Ethiopia, mostra efeito ansiolítico.
Avaliação da atividade ansiolítica do OE da parte aérea de Foeniculum vulgare Miller em camundongos. ​Foeniculum vulgare, conhecido localmente (Etiopia)  como ensilal,  uma planta aromática amplamente cultivada em regiões temperadas e tropicais. A atividade anti-ansiedade do extrato bruto de F. vulgare foi relatada. No entanto, a fração responsável pela atividade ansiolítica não é conhecida e não há relatos sobre a atividade anti-ansiedade do óleo essencial de F. vulgare
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O objetivo do estudo foi avaliar a atividade ansiolítica do óleo essencial de Foeniculum vulgare Miller.
Conclusão:  Verificou-se que o óleo essencial de F. vulgare exibia uma atividade ansiolítica promissora.
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  • Neroli - Citrus x  aurantium var amara   ​
Ying-Ju Chen, F. C. Cheng, +3 authors Sen-Sen Lan Published 2008. Medicine Journal of Complementary and Integrative Medicine
Inalação do óleo essencial de Neroli e seus efeitos ansiolíticos
A inalação do óleo de neroli foi comparada com o Xanax, um medicamento ansiolítico. O estudo in vivo envolvendo animais confirmou que o OE de neroli teve  um efeito ansiolítico semelhante ao Xanax (Alprazolam), um fármaco  que ajuda a controlar a ansiedade, situações de pânico e fobias.
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  • Gerânio - Pelargonium graveolens ​
​Estudo realizado em 1995 na University of Wolverhampton School of Health Sciences Psychology Division 62–68 Lichfield Street Wolverhampton WV1 1DJ, USA. ​
Resumo do estudo: Com a inalação de OE  de gerânio, os escores de estado e característica de ansiedade  foram significativamente reduzidos ao longo da sessão. A redução na ansiedade relatada foi na magnitude de apenas (18%),  provavelmente  suficiente  para ser clinicamente importante para o estado de  ansiedade após a inalação do óleo de gerânio.
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Formas de uso:
INALAÇÃO, este foi o método mais utilizado em todos os estudos e, este tem sido também, o método de uso mais comum  para tratamento com os OE entre os  profissionais da área da Aromaterapia Clínica, especialmente  para ajudar seus pacientes a diminuir estresse, tensão e ansiedade. Em hospitais da Inglaterra esta forma de uso tem sido utilizada para  pacientes de câncer, especialmente por sua eficiência em tratar distúrbios de SONO, NÁUSEAS, ANSIEDADE e DEPRESSÃO, sintomas comuns em pacientes em tratamento de câncer.  ​Excelente método para diminuir a hiperfuncionamento do sistema límbico, e também o  método mais indicado para a pratica da respiração diafragmática e meditação. ​
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Ansiedade, não tema,  aprenda a gerenciar de forma sabia.
Aqui nesta postagem passei a vocês os benefícios da Respiração Diafragmática,
cabe a vocês praticá-la. É proibido desistir, respira fundo e continua, a vida vale muito  a pena. 
"Em cada respiração, surge a possibilidade de um novo aspecto de nós mesmos." 
​Wayne Mulher ​
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ATENÇÃO! Sobre os OE, não se auto medique, busque sempre o acompanhamento de um profissional qualificado. A aromaterapia clínica não substitui outras terapias, trabalha junto. Outra questão de extrema importância, não aceite indicação de OE de vendedores de via Marketing Multi Nível (MMN), pois a  grande maioria desses vendedores não sabem nada de Aromaterapia, são apenas propagadores de uso de OE pelas redes sociais. ​
Fontes sobre ansiedade: 
Apostila - Aromaterapia Clínica Aplicada na Ansiedade e Depressão - Vera Guedes Aromatherapy
Revista Psique - A Epidemia da Ansiedade Edicao 161
ESCOLA VERA GUEDES DE AROMATERAPIA
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