Escola Vera Guedes de Aromaterapia
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REGULAMENTAÇÃO DOS OE NA FRANÇA

25/9/2024

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Usos e Regulamentação dos óleos Essenciais (OEs) na França:
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Os regulamentos aplicáveis aos óleos essenciais variam de acordo com o uso pretendido; alguns deles são classificados como substâncias perigosas.
VER AQUI

Substâncias ativas em medicamentos:
De acordo com o Código de Saúde Pública, os medicamentos à base de plantas estão isentos de autorização para comercialização, mas devem ser registrados na Agência Nacional de Segurança dos Medicamentos e Produtos de Saúde (ANSM). Preparações essenciais à base de OE podem se enquadrar nessa categoria, dependendo da avaliação da ANSM, que equivale ao FDA na França. 

Uso cosmético :
Quando os óleos essenciais (OEs) são utilizados como ingredientes, eles não estão diretamente sujeitos aos regulamentos cosméticos da UE. No entanto, quando vendidos não diluídos como produtos acabados, podem estar sujeitos ao Regulamento de Cosméticos. Isso ocorre se forem destinados a "Neste caso, as regras devem ser respeitadas, tais como o princípio da inocuidade, a composição, as informações sobre o produto, a rotulagem, a notificação dos produtos no portal europeu, etc.". Portanto, devem ser respeitadas regras como o princípio da inocuidade, a composição, as informações do produto, a rotulagem e a notificação de produtos no portal europeu. Na prática, poucos óleos essenciais se qualificam como produtos cosméticos.

Uso alimentar:
Quando o OE é destinado à ingestão, é considerado um produto alimentar. Para uso aromático, existe um regulamento europeu  que exige declarar à Food and Drug Administration (FDA) que os aromas são regulamentados, além de haver disposições sobre rotulagem e dosagem. Como suplemento alimentar, é obrigatório declarar ao DGCCRF, e as alegações de saúde sobre os produtos devem receber autorização prévia. 

VER AQUI

Uso terapêutico:
As indicações classificadas como "terapêuticas" — que englobam a prevenção ou o tratamento de doenças — são reservadas às especialidades farmacêuticas. 

Uso biocida:
Os óleos essenciais usados em produtos desinfetantes são classificados como biocidas e estão sujeitos a regras rigorosas. Isso inclui a rotulagem específica com o nome dos óleos essenciais e sua concentração, uma declaração prévia à comercialização, um relatório anual das quantidades de produtos no mercado e a apresentação de uma declaração de toxicovigilância. 
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VER AQUI

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ÓLEOS ESSENCIAIS - MARCAS FRANCESAS

14/7/2024

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Óleos Essenciais Franceses: Marcas disponíveis ao consumidor final
A foto apresenta as principais marcas disponíveis para compra no mercado francês, e neste post, discutirei cada uma delas. Realizei uma pesquisa pessoal para determinar quais produtos eu compraria para uso próprio e para meus clientes, além de quais recomendaria aos meus alunos. Para isso, adquiri o óleo essencial de Lavanda (Lavandula angustifolia), já que a França é a maior produtora desse óleo e é renomada por oferecer produtos de alta qualidade. 
Marcas de Óleos Essenciais (OE) disponíveis e testadas:
A França é renomada por sua qualidade superior em óleos essenciais. Apresento aqui  uma lista dos principais OE disponíveis nas prateleiras de farmácias e parafarmácias (estabelecimentos comerciais similares a farmácias, mas limitados à venda de medicamentos sem necessidade de receita médica), além de lojas de produtos orgânicos como Biocoop e Léopold,  e grandes supermercados como Intermarché, SuperU e Carrefour. 


Phytosun aroms: Presente no mercado há cerca de 30 anos, seus produtos estão disponíveis em várias farmácias. Encontrei o tamanho de 30 ml, custando 15€, um preço acessível. Esta é uma empresa genuinamente francesa. 

Puressentiel: Reconhecida como líder no mercado europeu de  produtos de cuidados pessoais à base de óleos essenciais prontos para uso, atua desde 2005 como uma empresa familiar. Encontrei na prateleira da farmácia local o tamanho de 10 ml por 9€, porém é uma marca facilmente adquirida online. Esta empresa investe, anualmente, em média 32 milhões de euros em publicidade e pesquisa e desenvolvimento (I&D). Estabelecida na França. 

Pranarôm (Grupo Enula): Esta empresa belga, fundada em 1991, é bem conhecida no mercado francês, comprodutos vendidos em mais de 13 mil farmácias e lojas especializadas em todo o mundo. Está presente em três países: França, Espanha e Itália, através de suas filiais comerciais. Oferece uma ampla gama de cosméticos artesanais, além dos óleos essenciais. Seus dois laboratórios estão situados na Bélgica.  Encontrei o óleo essencial de lavanda na prateleira de uma farmácia local, no tamanho de 10 ml, pelo valor de 9€. 


Léa Nature So Bio Étic: Um grupo familiar independente que desenvolve produtos naturais e orgânicos para alimentação, cosméticos, suplementos dietéticos e itens para uso doméstico. Encontrei o óleo essencial de lavanda da marca na prateleira do supermercado SuperU, no tamanho de 10 ml, pelo valor de 6,50€. Empresa francesa. 

Saint-Hilaire (Helpac): No mercado desde 1998, é responsável pela destilação de mais de 100 tipos diferentes de plantas, incluindo Lavandula angustifolia. Encontrei o óleo essencial desta marca na loja Biocoop local, no tamanho de 10 ml, pelo valor de 9€. Empresa francesa. 

Oshadhi: Empresa alemã que atua no mercado de óleos essenciais há mais de 30 anos, disponibiliza mais de 500 tipos de óleos essenciais, além de perfumes para o corpo e ambiente e produtos cosméticos. Seus produtos estão disponíveis em mais de 30 países. Adquiri o produto online, no tamanho de 10 ml, pelo valor de 14€ mais o frete. Empresa genuinamente alemã. 

Ad Naturam: Uma empresa familiar que atua na distribuição de óleos essenciais há 30 anos, situada no sul da França, oferece seus óleos de produção orgânica, provenientes de várias partes do mundo, aos consumidores através de uma loja virtual e também em lojas de produtos orgânicos. Encontrei essa marca na loja de produtos orgânicos Léopold Bio, no tamanho de 10 ml, por 10€. Empresa francesa. 
Das marcas que experimentei, apresentadas acima, daria preferência às três últimas, pois foram as que mais me agradaram em termos de aroma, eficácia na pele, e efeitos analgésicos e relaxantes. As três primeiras me remeteram aprodutos cosméticos. A marca do meio eu não compraria. É importante ressaltar que essas foram as marcas que encontrei nos estabelecimentos que costumo frequentar, e testei todas elas. Entretanto, existem outras marcas que não experimentei, e, portanto, não posso opinar sobre elas. 
Conclusão:
Ao buscar onde comprar esses produtos na França, as plataformas online e lojas especializadas oferecem opções convenientes e acessíveis. Os óleos essenciais franceses são reconhecidos por sua alta qualidade, especialmente aqueles produzidos localmente, desde a matéria-prima até a destilação. Atualmente, os óleos essenciais  são facilmente encontrados no mercado francês,  tanto em lojas físicas quanto online.

Portanto, se você viajar à França e desejar adquirir alguns óleos essenciais para a prática da aromaterapia, aqui estão algumas sugestões que compartilho neste post.
Fontes:
​Phytosun aroms - ​https://www.phytosunaroms.com/phytosun-aroms-qui-sommes-nous
​
Pureessentiel - ​https://fr.puressentiel.com/
Pronarôm ​https://pranarom.fr/en/pages/our-reason-to-believe
Léa nature So bio étic ​https://www.leanatureboutique.com/fr_fr/marques/lea-nature-so-bio-etic.html
Saint-Hilaire - saint hilaire huile essentielle
Oshadhi - https://www.myrtea-oshadhi.com/
Ad Naturam - ​ad naturam huiles essentielles
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Benefícios da  Aromaterapia no Inverno!

3/7/2024

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O inverno, a estação mais fria do ano, convida ao recolhimento e ao silêncio, criando um tempo propício para a introspecção. Para pessoas com boa saúde psíquica, esse  período pode  ser de  tranquila contemplação e renovação. No entanto, para aqueles com predisposição à melancolia, tristeza, carências emocionais não resolvidas ou  conflitos internos pendentes, o inverno pode intensificar esses sentimentos de forma negativa. 
Melancolia: Uma Jornada Silenciosa Pelas Sombras da Alma.
A melancolia, caracterizada pela incapacidade prolongada de sentir alegria genuína, frequentemente se revela como uma expressão oculta de tristezas profundas não acolhidas. Essa condição complexa transcende uma simples sensação de tristeza, manifestando-se como uma persistente sensação de vazio e desinteresse por atividades antes prazerosas. No âmago da melancolia, encontram-se frequentemente experiências pessoais não resolvidas, que criam um terreno fértil para seu desenvolvimento. O luto, por exemplo, representa um momento significativo de perda que, se não processado e aceito adequadamente, pode se manifestar mais tarde como melancolia, revestindo a alma com uma espessa camada de tristeza que impede a conexão com a alegria. Este estado melancólico afeta profundamente a vida cotidiana, limitando a capacidade de desfrutar novas experiências e estabelecer conexões significativas, comprometendo, em última análise, a vivência plena. Portanto, compreender a melancolia como uma máscara para tristezas profundas e não acolhidas é essencial para iniciar o processo de cura e reencontro com a alegria de viver.
É aqui que a aromaterapia, por meio dos  óleos essenciais extraídos das frutas cítricas, desempenha um papel vital. Oferecendo suporte terapêutico, a aromaterapia pode melhorar significativamente a qualidade de vida e o ânimo desses indivíduos, ajudando-os a atravessar a estação com mais energia e menor predisposição à melancolia, tristeza, embotamento emocional,  depressão e distimia, além de combater o mau humor e o negativismo em relação à vida em geral.  Além disso, os benefícios dos óleos essenciais cítricos não se limitam apenas àqueles que enfrentam dificuldades emocionais e psíquicas; eles também podem proporcionar uma "dose adicional de energia solar" a todos, tornando o inverno mais agradável e energizante.
A aromaterapia é uma excelente aliada de outras terapias, como as terapias holísticas,  a terapia floral, a homeopatia, a fitoterapia e a medicina antroposófica, além de ser parceira da psicoterapia. Ela pode atuar como coadjuvante no tratamento psiquiátrico, ou seja,  a aromaterapia é uma terapia complementar que apoia os tratamentos disponíveis para ajudar o indivíduo a encontrar seu ponto de equilíbrio.  
Este artigo tem como objetivo explorar as possibilidades que os óleos essenciais, especialmente aqueles  extraídos dos frutos cítricos, podem oferecer para tornar a estação do inverno mais tranquila e prazerosa. 

​Os óleos essenciais das frutas cítricas: pura energia solar

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​As frutas cítricas, conhecidas por suas cores vibrantes, aromas inebriantes  e sabores intensos, possuem uma relação singular com o sol. No auge do verão, suas flores absorvem uma quantidade significativa de luz solar, período em que estão repletas de vida e energia. Essa energia solar é meticulosamente armazenada e, posteriormente, transferida para os frutos e, consequentemente, para os óleos essenciais neles  contidos, à medida que se preparam para o amadurecimento no frio do inverno. 
Os óleos essenciais extraídos dessas frutas são, portanto, saturados com essa poderosa energia solar, atuando como reservatórios líquidos de luz e calor. Essa rica concentração de calor nos acompanha durante os meses frios, oferecendo não apenas um aroma refrescante e energizante, mas também a força e a vitalidade do sol encapsuladas em cada gota. De maneira simbólica e concreta, as frutas cítricas representam o sol em forma vegetal, emanando sua radiante cor amarela dourada e carregando consigo a promessa de um inverno mais acolhedor e iluminado. Veja a seguir alguns dos óleos essenciais mais utilizados no inverno.

O papel vital do óleo essencial de laranja durante o inverno

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À medida que a estação do inverno avança, o óleo essencial de laranja doce (Citrus aurantium var dulcis)  revela-se um aliado valioso.  Este óleo não apenas fortalece o sistema imunológico, preparando o corpo para enfrentar os desafios do frio, mas também possui um efeito revitalizante e energizante que dissolve qualquer sensação de cansaço ou desânimo.
A escassez de luz solar e os dias mais curtos são  condições naturais  desta estação, e o óleo essencial de laranja é um elemento crucial para mitigar os efeitos do inverno sobre o ânimo e a disposição das pessoas.
Conhecido por suas propriedades estimulante e revitalizante, esse óleo essencial ocupa um lugar de destaque na aromaterapia, especialmente para aqueles que sentem-se impactados negativamente pela diminuição da exposição solar. Sua fragrância cítrica e vibrante atua diretamente sobre o humor através do sistema límbico, ajudando a combater sentimentos de tristeza e apatia que podem surgir nos períodos mais frios do ano. Além disso, em comparação com outros óleos essenciais, o de laranja se destaca por ser particularmente eficaz em elevar a sensação de bem-estar e  vitalidade, contribuindo significativamente para a melhoria da qualidade de vida de indivíduos que sofrem com a falta de sol. Laranja, sinônimo de alegria. ​
A importância da alegria em nossas vidas:
A alegria é um elemento fundamental para o bem-estar humano, desempenhando um papel crucial tanto na saúde mental quanto física. Ela oferece benefícios significativos para asaúde mental, atuando como um antídoto poderoso contra o estresse, a ansiedade e a depressão. Além disso, a alegria melhora as relações interpessoais e a comunicação, promovendo um impacto positivo no convívio social. Estar alegre também serve como um fator motivador notável nas atividades diárias, impulsionando a produtividade criativa. Ademais, a alegria está intrinsecamente ligada ao fortalecimento do sistema imunológico, pois emoções positivas contribuem para a manutenção da saúde física. Em resumo, é indiscutível que a alegria  enriquece nossas vidas pessoal e socialmente, além de ser um componente essencial para a saúde e o sucesso em várias esferas da existência.
O óleo essencial de laranja não apenas se revela benéfico no inverno devido às suas características únicas, mas também proporciona um suporte valioso para a saúde mental durante essa estação.

Os benefícios do Óleo Essencial de Mandarim para o Corpo e Coração.

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O óleo essencial de Mandarim (Citrus reticulata)  é amplamente reconhecido por seus múltiplos benefícios, abrangendo tanto o aspecto físico quanto o emocional. Conhecido por sua capacidade de desbloquear a rigidez emocional e o embotamento afetivo, este óleo especial incentiva aqueles que perderam a habilidade de encarar o mundo com um olhar admirado e lúdico a redescobrirem essas capacidades inerentes ao ser humano.  
Entendendo o Embotamento Afetivo e suas implicações:  
O embotamento afetivo, termo técnico no campo da psicologia, refere-se à dificuldade significativa de uma pessoa em expressar suas emoções, muitas vezes manifestando-se como uma resposta a eventos de intenso trauma, que pode ocorrer em fases específicas da vida ou mesmo desde o nascimento. Essa condição não escolhe idade ou papel social, afetando desde crianças até jovens mães e adultos em início de carreira, que se veem sobrecarregados de responsabilidades. Situações de pressão constante podem levar ao embotamento progressivo das emoções, resultando em uma apatia crescente em relação as experiências emocionais que antes provocavam alegria ou tristeza. O ciclo de embotamento afetivo é um sinal de alerta para a necessidade de cuidados psicológicos especializados. Procurar ajuda profissional não é apenas um passo adiante na busca pelo reequilíbrio emocional, mas uma escolha pela qualidade de vida, permitindo que a pessoa afetada redescubra sua capacidade de vivenciar emoções plenamente.
Os efeitos físicos desse óleo incluem relaxamento profundo e alívio de tensões (especialmente na região cardiorrespiratória, que podem ser  geradas por pressão interna), condições cruciais para a manutenção de uma saúde integrada.
No âmbito emocional, ele atua diretamente no coração, suavizando as amarras da rigidez e promovendo uma perspectiva de vida mais leve e serena. Devido a essa ação, este OE se torna altamente recomendado para aqueles que buscam reviver a leveza esquecida e adicionar suavidade aos seus dias. Ao adotar este óleo por meio da  práticada aromaterapia, o indivíduo pode experimentar uma transformação sensorial expressiva, abrindo espaço para que o coração e o corpo se movam em direção à plenitude do bem-estar. Sem dúvida, este é um excelente óleo essencial para pessoas que perderam a capacidade de brincar com a Vida. ​

O Óleo Essencial de Grapefruit no Inverno: Um Refúgio Solar para Saúde Mental.

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Esta estação de  dias curtos e frios muitas vezes apresenta um desafio para nossa saúde mental, pois tende a deixar as pessoas mais melancólicas e facilmente desanimadas. Neste cenário, o óleo essencial de grapefruit surge como um verdadeiro raio de sol, capaz de trazer leveza e ânimo de volta.  Este elemento, extraído de uma das frutas cítricas mais luminosas, possui propriedades revigorante que impactam diretamente o bem-estar psicológico. Seu efeito vai além do simples aroma agradável, pois sua propriedade energizante ajuda a combater o desânimo e a tristeza, especialmente comuns entre pessoas com tendência ao retraimento nos meses mais frios do ano
A aromaterapia com grapefruit se mostra uma prática eficaz, proporcionando não apenas uma sensação de frescor, mas também atuando como um poderoso revigorante psíquico. Assim, o óleo essencial de grapefruit se destaca como uma ferramenta valiosa para nutrir a saúde mental e emocional durante o inverno, transformando esta estação em um período de renovação da  luz interior, que precisa ser reativada com novas energias. ​
Resumindo, no  inverno, o óleo essencial de grapefruit (Citrus deliciosa) é considerado um GRANDE  e valioso aliado para promover leveza aos indivíduos que sofrem em demasia com o peso das emoções represadas.     ​
Importância da Expressão Emocional para o Desempenho Cognitivo:  
Emoções represadas desempenham um papel crucial na diminuição do rendimento cognitivo. Quando sentimentos e emoções não são expressos de forma adequada, processos internos são iniciados, resultando no acúmulo de estresse que afeta diretamente a capacidade de concentração, memória e aprendizado. Essa retenção emocional cria barreiras psicológicas que dificultam o processamento de novas informações, pois a mente fica sobrecarregada com preocupações não resolvidas. A conexão entre o estresse acumulado e o declínio na performance mental é evidenciada por diversos estudos que mostram que a gestão emocional é não apenas benéfica, mas essencial para o aprimoramento cognitivo. Liberar emoções de modo saudável pode melhorar significativamente o foco e a produtividade, promovendo um estado mental mais equilibrado e propício ao aprendizado. Portanto, entender e praticar formas de processar e expressar emoções é uma estratégia vital para potencializar a capacidade cognitiva.


Inverno, depressão e a bergamota como aliada

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O inverno é frequentemente associado a uma tendência natural de declínio do estado de ânimo, exacerbando sentimentos de depressão e distimia em indivíduos já predispostos. É neste contexto que a aromaterapia, e mais especificamente o óleo essencial de bergamota (Citrus x bergamia) , emerge como um complemento valioso ao tratamento tradicional dessas condições. Conhecido por suas propriedades elevadoras do humor, o óleo de bergamota atua diretamente na redução dos sintomas associados à depressão e distimia, proporcionando momentos de alívio e bem-estar. 
Entendendo a Distimia e o Papel da Aromaterapia: 
A distimia, frequentemente chamada de "doença do mau humor",afeta primordialmente o público jovem; no entanto, indivíduos mais velhos também podem apresentar essa condição. Essas pessoas vivem mergulhadas em um estado constante de irritação, pessimismo e desânimo. Este transtorno, também reconhecido como transtorno persistente do humor, manifesta-se por meio de uma série de sintomas, dos quais o mau humor crônico e a irritabilidade se destacam, frequentemente acompanhados por uma impaciência notável. Além de impactar negativamente o ânimo, a distimia coloca em xeque a capacidade de desfrutar da vida cotidiana, prejudicando-a com uma visão constantemente negativa. Neste cenário, a aromaterapia surge como um complemento terapêutico promissor, oferecendo, por meio de seus óleos essenciais, especialmente os cítricos,  uma possibilidade de alívio e melhoria para o estado mental desses indivíduos. Com uma abordagem holística, busca-se não apenas tratar os sintomas, mas também promover um equilíbrio emocional duradouro, sinalizando um caminho luminoso na jornada de enfrentamento desta condição.
Apesar de seus benefícios evidentes, é crucial reconhecer a importância de um acompanhamento profissional, poiscondições de humor complexas requerem cuidado e intervenção especializada. A bergamota, portanto, não somente oferece um aroma agradável, mas também se apresenta como um verdadeiro aliado, complementar ao tratamento tradicional,  durante os momentos mais sombrios da alma, iluminando-os com sua essência reconfortante.

O óleo essencial de limão como aliado do bem-estar no inverno

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O inverno traz consigo uma série de desafios para aqueles que adotam uma dieta pouco saudável, repleta de açúcares, carboidratos e gorduras saturadas — os chamados alimentos reconfortantes. Durante os meses mais frios, a tendência por escolhas alimentares que causam acidez no organismo se intensifica, levando a queixas de desconforto digestivo e emocional. Nesse contexto, o óleo essencial de limão (Citrus lemon) surge como um poderoso aliado. Sua natureza antiácida é capaz de neutralizar as consequências negativas dessa alimentação, trazendo de volta a sensação de leveza e bem-estar. 
Além de mitigar os impactos negativos desses alimentos, o óleo essencial de limão também contribui para reduzir lamúrias e sentimentos negativos, além de minimizar o mau humor  frequentemente exacerbado durante o inverno. Assim, ao fortalecer o equilíbrio entre corpo e mente, o óleo de limão se revela uma ferramenta inestimável no combate aos excessos alimentares e seus desconfortos, aprimorando a qualidade de vida,  mesmo nos dias mais frios. ​

Frutos cítricos: símbolos de abundância e prosperidade.

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Historicamente, os frutos cítricos são vistos como poderosos símbolos de abundância e prosperidade. Em diversas culturas antigas, essas frutas vibrantes e aromáticas eram oferecidas como sinais de luxo e riqueza, evidenciando sua relevância econômica e valor nutricional. Além de serem fontes essenciais de vitaminas e antioxidantes, as frutas cítricas têm um papel significativo na economia, especialmente em regiões onde são cultivadas em larga escala. Seu aroma cítrico característico não apenas aguça os sentidos, mas também carrega significados culturais, sendo associado a energias positivas e revitalização. Assim, os frutos cítricos vão além de sua função como alimentos nutritivos, inserindo-se nos domínios culturais e econômicos como expressões tangíveis de abundância, saúde e bem-estar.
As formas recomendadas de uso dos óleos essenciais cítricos   são as seguintes:
  • Sabonete liquido base neutra
  • Roll-on 
  • Inalador pessoal
É importante lembrar que, ao usar óleos essenciais cítricos diluídos em óleo vegetal em um roll-on, não se deve aplicá-los em áreas do corpo expostas à luz solar. O local mais adequado para a aplicação é a região abdominal. ​

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Sim, o inverno é uma estação ideal para dedicarmos cuidados especiais a nós mesmos, aproveitando o frio para focar ainda mais no nosso bem-estar. É uma época do ano que convida ao aconchego e ao autocuidado, permitindo-nos revigorar o corpo com uma rotina de exercícios projetada especialmente para os dias mais frios. Além disso, é o momento perfeito para nutrir nosso corpo com alimentos quentes e nutritivos, que fortalecem nossa saúde e preparam nosso organismo para enfrentar as baixas temperaturas. 
Devemos também cuidar da mente, proporcionando momentos de relaxamento e diversão, essenciais para manter o equilíbrio emocional e mental durante esta estação. Aquecer o coração faz parte do autocuidado invernal, por meio de atividades que trazem alegria e promovem o bem-estar. Dedicar-se a cuidar de si mesmo no inverno é um ato de amor que seu corpo merece, que sua mente agradece e que seu coração, com certeza, se aquece.
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Ressecamento vaginal e os cuidados a serem tomados!

29/2/2024

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Ressecamento vaginal, quais são as possíveis causas. 
O ressecamento vaginal é uma questão que pode afetar mulheres em diferentes estágios da vida, desde a juventude até a maturidade. Isso ocorre porque a lubrificação vaginal está diretamente ligada aos níveis do hormônio estrogênio, os quais variam ao longo do ciclo de vida feminino. Quando os níveis de estrogênio diminuem, a pele e os tecidos da vulva e da vagina tornam-se mais finos e menos elásticos, resultando em ressecamento. 
​O corpo da mulher produz menos estrógenos nas seguintes condições:
  • Amamentação 
  • O uso de medicamentos que interferem nos hormônios reprodutivos, como os utilizados no tratamento do câncer de mama ou certos hormônios que liberam gonadotrofina coriônica, também contribui para a diminuição da produção de estrogênios. 
  • Remoção dos ovários, quimioterapia, terapia de radiação na pélvis.
  • Menopausa
Além das condições mencionadas, vários outros fatores podem contribuir para o ressecamento vaginal. Por exemplo, o uso de medicamentos com efeitos colaterais indesejados, como anti-histamínicos (que secam as membranas mucosas para aliviar sintomas como congestão), antigripais, antidepressivos, pílulas anticoncepcionais, medicações para o câncer de mama, antiestrogênicos (para o tratamento de miomas uterinos ou endometriose),  gestação, fase de amamentação, uso excessivo de produtos para higiene íntima, tabagismo, estresse elevado, uso de absorventes internos (que podem reduzir a umidade natural da vagina),  a presença da síndrome de Sjögren, diabetes e, por fim,  a menopausa. 
Outro ponto importante é que o uso excessivo de cafeína e álcool pode contribuir para o ressecamento íntimo, poisessas substâncias podem desidratar o corpo, resultando em uma sensação de secura e esgotamento. 
Portanto, é crucial destacar que não apenas a menopausa é responsável por essa condição, que pode impactar significativamente a qualidade de vida de muitas mulheres. 
Sintomas mais comuns do ressecamento vaginal
O ressecamento vaginal pode causar sintomas como coceira, ardor, dor durante o sexo, e sangramentos leves após a relação, decorrentes da ruptura dos tecidos da parede vaginal. Além disso, pode levar a infecções do trato urinário  e aumentar o risco de infecções vaginais por fungos e bactérias. 
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Esses sintomas não causam apenas desconforto físico, mas também emocional, impactando diretamente a intimidade e a autoestima da mulher. Além disso, é importante notar que a falta de lubrificação vaginal adequada pode dificultar a manutenção de relações sexuais satisfatórias, o que, por sua vez, pode levar a complicações significativas na dinâmica do relacionamento do casal. Não hesite em discutir o assunto com especialistas em saúde (ginecologistas e psicólogos) para receber orientações personalizadas e atenção específica à sua situação.
 ​Mas, afinal, qual é a relação entre o controle de natalidade e a secura vaginal?
Os métodos anticoncepcionais hormonais, como os que contêm estrogênio ou progestina (progesterona sintética), podem afetar os níveis de estrogênio em seu corpo. Como sabemos, o estrogênio é essencial para manter o tecido vaginal adequadamente lubrificado; portanto, níveis baixos de estrogênio podem resultar em ressecamento vaginal. Se você estiver enfrentando esse problema, é importante consultar seu médico e explorar alternativas.


​Além disso, existem mulheres que, durante o período pré-menopausa (perimenopausa), tiveram seus ovários removidos em uma histerectomia e, portanto, provavelmente apresentam sintomas da menopausa, incluindo secura vaginal, devido àperda de hormônios. É fundamental prestar atenção especial a essas questões para garantir o bem-estar e o conforto das mulheres que enfrentam esses desafios.
Secura vaginal e o sexo
A importância da lubrificação natural reside no fato de que ela consiste em um líquido composto pelo muco produzido pelo colo uterino, células descamadas da vagina e pelo fluido produzido pelas glândulas de Bartholin. Sua principal função é proteger a vulva e a vagina, reduzindo a fricção durante a atividade sexual. A umidade natural mantém a vagina flexível; essa umidade desce lentamente pela vagina, ajudando a mantê-la limpa e removendo as células mortas. A área da vagina é levemente ácida, contribuindo para a saúde da região e prevenindo infecções fúngicas, como a candidíase.  Uma mulher saudável apresenta um leve corrimento vaginal na coloração esbranquiçada.  
As glândulas de Bartholin localizam-se na região genital feminina, no terço interior dos grandes lábios, e têm a função de gerar um fluido mucoso para lubrificar e umidificar a vulva, especialmente durante a relação sexual.
De acordo com as estatísticas, cerca de 17% das mulheres entre 18 e 50 anos apresentam problemas de secura vaginal durante o sexo, mesmo antes da menopausa. Muitas mulheres podem experimentar secura vaginal durante o ato sexual porque não estão sexualmente excitadas – isso geralmente resulta de preliminares insuficientes ou de fatores psicológicos, como estresse generalizado. 
Além disso, segundo a Sociedade Britânica de Menopausa, um quinto das mulheres na faixa etária de 17 a 50 anos também apresenta secura vaginal. 
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Vamos falar de LUBRIFICAÇÃO:

​O que pode ser utilizado para melhorar a qualidade de vida e o prazer? Existem bons produtos disponíveis no mercado. O uso de lubrificantes à base de água é altamente recomendado para minimizar esse desconforto, promover a saúde íntima e garantir que a mulher se sinta confortável e saudável em seu dia a dia.
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Além disso, é fundamental destacar que o uso de lubrificantes à base de água é altamente recomendado para minimizar o desconforto, garantindo uma manutenção eficaz da saúde íntima feminina. Escolha aquele que formais confortável para você. 
Lubrificante – Gel 
Especialmente desenvolvido para a lubrificação íntima, sua fórmula à base de água é semelhante à lubrificação natural, proporcionando maior conforto e segurança sem comprometer a sensibilidade. Não apresenta cheiro, não é gorduroso, não mancha e é facilmente removível.

Hidratante intravaginal – Indicado para mulheres:
  • Em período pré, durante e pós menopausa;
  • Em situações de alterações hormonais, como amamentação, gestação, estresse e outros;
  • Sob uso de medicamentos e tratamentos médicos, dentre eles tratamento de câncer;
  • Com alterações por contato com agentes externos irritantes, como por produtos de higiene e/ou sabonetes fortes.
O hidratante promove uma umidade e lubrificação imediatas, oferecendo hidratação por até 72 horas a cada aplicação, além de manter o pH vaginal ácido, o que aumenta a barreira de proteção.
Sem perfume e livre de parabenos e hormônios, este produto foi formulado para minimizar a possibilidade de escorrimento.
​Ver mais sobre este produto no link abaixo.
KY
ATENÇÃO! Não é recomendado utilizar produtos a base de óleo vegetal na vagina
Um estudo publicado no jornal de Obstetrícia e Ginecologia revelou que mulheres que utilizaram óleo vegetal (OV) como lubrificante apresentaram o dobro de probabilidade de desenvolver vaginite bacteriana, em comparação com aquelas que não o usaram. Cremes para o corpo ou mãos também não são recomendados, pois podem irritar o tecido vaginal. 
matÉRIA AQUI
Portanto, é importante ter cuidado com o óleo vegetal (OV), especialmente o de coco, como lubrificante, pois isso pode não ser uma boa ideia, principalmente se a mulher tem tendência a infecções vaginais, como infecções fúngicas. O OV de coco é germicida e pode perturbar o equilíbrio do pH vaginal, resultando em infecções fúngicas ou vaginite bacteriana. Em vez disso, considere usar lubrificantes à base de água; não brinque com a sua saúde íntima. Além disso, é fundamental lembrar que o uso de óleo vegetal pode danificar preservativos de látex ou diafragmas. 
Assim, para um sexo mais prazeroso, experimente utilizar um lubrificante de sua confiança. 
Há um estudo realizado em 2012 que associou o uso de lubrificante a altas avaliações de prazer sexual e satisfação, tanto na masturbação quanto em atividades sexuais com parceiros. Nove em cada dez mulheres nesse estudo concordaram que o lubrificante tornou o sexo “mais confortável”, “mais prazeroso” ou simplesmente “melhor”.
MATÉRIA AQUI
Falar sobre o ressecamento vaginal é fundamental, pois muitas mulheres enfrentam essa questão mas hesitam em mencioná-la por diversos motivos, incluindo a vergonha. Quanto mais discutirmos o tema, mais mulheres se sentirão encorajadas a se manifestar e a buscar ajuda e tratamento.  Somente ao abordarmos o problema podemos identificar as causas da secura vaginal. 
Como a aromaterapia pode ajudar:
O ressecamento vaginal, independentemente da causa, pode gerar estresse e tensão. 
Recomendo o uso de óleos essenciais  cítricos em um inalador pessoal; os óleos extraídos dessas frutas são aliados poderosos para gerenciar o estresse e a tensão. A utilização do inalador pessoal é a maneira mais eficaz de aproveitar os benefícios dos aromas cítricos. Use apenas duas gotas do óleo escolhido, sem ultrapassar um total de cinco gotas. É uma excelente opção!

Citrus aurantium var doce
Citrus x paradisi
Citrus lemon
ATENÇÃO! Estejam atentos aos vendedores de Óleos Essenciais que adotam o modelo de negócio MMN; esses indivíduos geralmente não compreendem adequadamente os conceitos de OE, limitando-se a ser propagadores do produto nas redes sociais. Não caiam nas armadilhas dos denominados "Consultores de Bem-Estar". Acreditem, não existem OE eficazes para tratar o ressecamento vaginal. Posso afirmar isso com confiança: sou aromaterapeuta e estou na menopausa há 10 anos, e meu produto preferido para o ressecamento vaginal é o gel à base de água. 
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Na minha área genital, uso somente produtos elaborados por profissionais para o uso específico dessa região, pois cuido muito da minha saúde íntima. 
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Microbioma Intestinal e o Cérebro

12/2/2024

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A microbiota intestinal é capaz de modificar o funcionamento do seu cérebro, ainda que este fique protegido em um ambiente privilegiado, sem bactérias.
Gostamos de pensar que somos indivíduos definidos por nosso genoma primata individual, que dá origem a um corpo personalizado pela história de vida de cada um. Este conceito, contudo, está mudando. Para a biologia moderna, você é o produto do seu genoma sim, só que acrescido de mais tantos outros genomas de todas as bactérias e fungos que vivem em simbiose com você em seu corpo. E mais, quais bactérias você abriga em seu corpo podem, inclusive, influenciar a maneira como seu cérebro funciona.
O conceito de micróbios simbióticos já era nosso conhecido. Vacas e outros animais ruminantes, por exemplo, obtêm energia suficiente comendo apenas folhas, graças à presença de bactérias em seu estômago que digerem celulose, um carboidrato complexo que em nossos estômagos primatas entra e sai ileso, como “fibra alimentar”. Temos nossas próprias bactérias que ajudam na digestão de alguma forma. Evidência disso é o desarranjo intestinal que resulta de tratamentos com antibióticos, que matam a bactéria indesejada da vez, mas também várias outras, pelo seu corpo afora. Isso sem falar nas micoses que também podem surgir durante esses tratamentos, quando fungos florescem na ausência das bactérias que os mantinham em xeque.
Recentemente, contudo, o conceito de micróbios “simbióticos” está mudando para “obrigatórios”.
Pense na vaca, sem as bactérias que digerem celulose, deixariam de ser vacas em poucos dias, mortas de inanição. Uma “vaca”, portanto, pode até ser definida por seu genoma, mas o indivíduo só existe se levar em seu estômago passageiros que lhe deem energia.

O mesmo, agora se sabe, vale para humanos. Já existem registros na literatura de pessoas à beira da morte por disfunção intestinal. O que compromete a absorção de nutrientes, mas que foram salvas por transplantes fecais, que trouxeram com a, digamos, “massa doada” as bactérias necessárias ao funcionamento correto do intestino.
E o que isso tem a ver com o cérebro? Por caminhos ainda não compreendidos, a sua microbiota intestinal é capaz de modificar o funcionamento do seu cérebro,
ainda que este fique protegido em um ambiente privilegiado, sem bactérias. Talvez essa influência se dê por substâncias liberadas pelas bactérias, ou por outras, como serotonina, produzidas pelo seu próprio intestino em resposta às bactérias, que caem na corrente sanguínea e assim chegam ao cérebro.
E mais: pessoas diferentes têm microbiomas diferentes, ou seja, um conjunto próprio de espécies de fungos e bactérias vivendo em seu corpo e em cada parte dele, pois cada mucosa tem sua “fauna” própria. A composição exata do seu microbioma depende, em parte, do que você come e, em parte, da casa onde vive, inclusive dos seus animais de companhia.
Mude seus hábitos alimentares e seu microbioma mudará também e, quem sabe, até as características do seu cérebro. Um estudo recente descobriu que a severidade de problemas de comportamento como obsessividade e ansiedade, observados em camundongos semelhantes a humanos autistas, pode ser aliviada com uma mudança nas bactérias que habitam seu intestino. Não curada, note bem; o autismo continua sendo um distúrbio estrutural e funcional do cérebro. Mas sua severidade, ao que parece, pode estar relacionada, ao menos em parte, com a dieta, que modifica seu microbioma, que por sua vez influencia o funcionamento do seu cérebro. Você, quem diria, é o seu corpo – mais as suas bactérias... (Suzana Herculano-Houzel).

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O transplante de bactérias intestinais já está sendo realizado no Brasil nos estados do Paraná e Minhas gerais, confira matéria na caixa abaixo. 
Matéria AQUI

​O microbioma intestinal e a nossa saúde emocional e mental
Ou seja, os dois órgãos (intestino e cérebro) possuem uma forte conexão, pois o intestino está diretamente ligado ao encéfalo através do nervo vago. 

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A população da bactéria intestinal tem um impacto na saúde emocional e mental, assim como na nossa capacidade para dormir durante a noite. Um estudo que contou com 40 mulheres saudáveis concluiu que as mulheres com um porcentagem mais alto da espécie de bactérias Prevotella nas suas fezes apresentaram uma maior propensão a terem emoções negativas depois de verem imagens negativas em comparação com as mulheres com uma porcentagem mais alta da espécie de bactérias Bacteroides nas suas fezes
Da mesma forma, os indivíduos com autismo parecem ser mais susceptíveis a problemas gastrointestinais como a doença intestinal inflamatória e o intestino permeável, e isso pode ser devido à alteração da composição microbiana do intestino. Contudo, quando este grupo de indivíduos recebeu uma determinada cepa probiótica, notaram uma melhoria na integridade da barreira intestinal, assim como uma redução nas condutas relacionadas caracteristicamente com o autismo.

Sistema nervoso entérico e sua importância de acordo com o pai da neurograstroenterologia, Dr. Michael D.Gershon 
O sistema nervoso entérico é bem extenso, começa no esôfago, termina no ânus e recobre toda a área do nosso sistema digestivo. Dentro desses órgãos, como é o caso dos próprios intestinos, existe uma vasta camada de neurônios. O segundo cérebro é sensível às emoções que ameaçam a nossa vida, ou seja, a resposta de combate ou fuga e os sinais que captam serão enviadas à outra rede nervosa do nosso intestino, o sistema nervoso central, para executar a resposta, como a ativação dos centros de defecação (o que se traduz em ir mais vezes ao banheiro) ou a alteração da produção de suco gástrico através de sinais enviados ao estômago.
Um dos trabalhos mais conhecidos sobre o assunto é o do Dr. Michael D. Gershon, presidente do departamento de anatomia e biologia celular da Universidade de Columbia, o conhecido pai da neurogastroenterologia desenvolve ideias importantes, como o interessante fato de que 95% da serotonina e 50% da dopamina são produzidos no sistema gastrointestinal sistema gastrointestinal. FONTE
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Saiba mais sobre os probióticos 20 BI já disponíveis nas farmácias brasileiras.
Probióticos são microrganismos vivos capazes de melhorar o equilíbrio microbiano intestinal produzindo efeitos benéficos à saúde do indivíduo.
20 bi é um suplemento alimentar em cápsulas composto por probióticos que contribuem para o equilíbrio da flora intestinal. São eles: 
Lactobacillus acidophilus NCFM®, 
Lactobacillus paracasei Lpc-37™, 
Bifidobacterium lactis BI-04™, 
Bifidobacterium lactis BI-07™ 
Bifidobacterium bifidum Bb-02™.
​O consumo de 20 bi deve estar associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.
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Atualmente se sabe que intestino Saudável é sinônimo de Mente Saudável. 
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Óleos Essenciais - Fornecedores no Brasil

18/1/2024

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História dos  Óleos Essenciais (OEs) no Brasil.
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O tema sobre OE tem sido amplamente discutido; atualmente, parece que o Brasil se destaca como um centro de especialistas na matéria. No entanto, muitos desses especialistas se revelam vendedores de substâncias aromáticas que tentam impressionar  potenciais clientes com seus conhecimentos superficiais. 
A história sobre este assunto é bem interessante, e são raros  os que sabem de fato.
OS ÓLEOS ESSENCIAIS SÃO PRODUZIDOS HÁ MUITOS ANOS, MAS NÃO PARA O USO NA AROMATERAPIA, E SIM PARA INDÚSTRIAS QUE CONSUMEM O PRODUTO.
Para esclarecer, os óleos essenciais (OE) são substâncias voláteis que facilmente se transformam em gás, extraídas de plantas aromáticas, e constituem matérias-primas de grande importância para as indústrias cosmética, de perfumaria, fragâncias, produtos de limpeza, cigarros, farmacêuticos, preparados odontológicos, alimentícia, bebidas, tintas, têxtil, spas e aromaterapia.  A produção comercial significativa de óleos essenciais naturais no Brasil começou no início do século XX, alicerçada no extrativismo de essências nativas, principalmente do Pau Rosa. A partir de 1940, em resposta àgrande demanda das indústrias ocidentais, que enfrentaram a perda de suas fontes tradicionais devido à II Guerra Mundial, a produção de óleos essenciais no Brasil tornou-se mais organizada, com a introdução de outras culturas para a obtenção de óleos de menta, laranja, canela, sassafrás, eucalipto, capim-limão, patchouli, entre outros, voltada principalmente para o mercado externo. Nas décadas seguintes, contudo, empresas internacionais produtivas de perfumes, cosméticos e produtos farmacêuticos e alimentares passaram a se estabelecer no país, contribuindo para a solidificação e desenvolvimento do nosso mercado interno.

Cronograma de produção de OE no Brasil no século xx

1927 – Início da indústria nacional de óleos essenciais (OE) com a extração do óleo de pau-rosa, que declinou nos anos 1970 devido à falta de investimento e ao incentivo de produtos importados.
1930 – primeiro registro de extração de OE de laranja em SP por imigrantes italianos
1936 - iniciou-se a cultura de Mentha arvensis (menta japonesa) com objetivos comerciais (a partir de sementes importadas do Japão). Foram os imigrantes japoneses que trouxeram sementes da erva.
1940 – Surgimento de um importante setor agroindustrial focado no capim-limão (lemongrass) e palmarosa, atendendo àdemanda interna, junto com vetiver, eucalipto citriodora e cabreuva, voltados para exportação.
1943 – A produção aumenta para atender à demanda dos EUA por compostos terpênicos como alternativa a solventes químicos. No entanto, a indústria entrou em decadência na década de 1950 devido à diminuição da demanda, sendo reativada apenas na década de 1960.
1950 – Empresas internacionais especializadas na utilização de óleos essenciais para a produção de fragrâncias destinadas às indústrias de perfumes, cosméticos, alimentos, farmacêuticos e higiene se instalaram no Brasil.
1960 – menta arvensis, sassafrás e pau-rosa estendendo-se para menta piperita e laranja.
1970 – declínio da produção nacional provocado pelo incentivo cada vez maior às importações de OE, com repercussão negativa na produção nacional, e esse incentivo só aumentou até que a produção nacional sucumbiu.
Momento atual - Mais de 80 empresas de grande e médio porte estão ativas no Brasil, integrando a indústria de óleos essenciais.
ATENÇÃO! Fornecedores com * oferecem produtos em quantidades.
Fiz uma rápida pesquisa no GOOGLE e trago aqui para o leitor uma lista com alguns dos principais  fornecedores: 

DIERBERGER*
QUINARÍ*
DESTILARIA BAURU*
HARMONIA NATURAL
FERQUIMA*
GRAN OILS*
CITROFLAVOR*
RAROS*
CITRAL*
LEGEÉ*
BIO ORGANICS
SINTAROMA*
RAMATERRA
TERRA FLOR
AROMALIFE
WNF
Esses são apenas alguns dentre os muitos disponíveis no mercado brasileiro. Recomendo que você pesquise, visite os sites, conheça os produtos, compare os preços e escolha adquirir seus produtos aromáticos de fornecedores nacionais. Opte pelo fornecedor que melhor atenda às suas necessidades pessoais ou profissionais. 
Evite cair na conversa de "consultores de bem-estar" que afirmam que os óleos essenciais que vendem são os "MAIS PUROS DO MUNDO". Eles geralmente replicam narrativas de seus UPLINES e, na verdade, essa afirmação é apenas uma estratégia de marketing vazia.
Sugiro que você dê preferência para os fornecedores brasileiros. 

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Síndrome das pernas inquietas e Aromaterapia Clínica.

17/1/2024

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Quando a irritação desce para as pernas!
A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI), de acordo a RLS-UK é caracterizada como uma desordem neurológica, que traz como característica forte sensação de desconforto nas pernas, que normalmente se associa com uma necessidade irresistível de mover as pernas para cessar a sensação de estranho desconforto, principalmente quando se aproxima a hora de dormir ou se está em repouso como sentado para as refeições ou socializando. A SPI tende a agravar durante a noite e por interferir no sono ela é também considerada com um distúrbio de sono.
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Essa condição também se denomina como Doença de Willis-Ekbom por ter sido descrita pela primeira vez há mais de 300 anos, mais precisamente em 1672, por Thomas Willis, que relatou os sintomas do paciente com termos que associavam as sensações nas pernas com um local de máxima tortura, ou seja, o leito, ambiente ou condição de repouso, porém, foi somente no ano de 1945 que Karl Axel Ekbom publicou um trabalho científico, apresentando o termo inglês restless legs, pelo qual a Síndrome é conhecida atualmente.
A SPI não tem a ver com o hábito  de balançar os membros inferiores durante a pratica da leitura, ao assistir TV, ou mesmo quando se está em uma conversa com amigos ou no trabalho, esse costume cessa tão logo o indivíduo perceba que está agitando as pernas. 
Dados estatísticos da  SPI e possíveis causas:
A SPI costuma ocorrer habitualmente entre os 20 e os 30 anos, porém, cerca de 40% dos indivíduos diagnosticados em adultos, referem ter experienciado os primeiros sintomas ainda antes dos 20 anos e 20% antes dos 10 anos. A taxa de prevalência aumenta de forma estável com a idade, até aproximadamente aos 60 anos, mantendo-se os sintomas estáveis ou podendo diminuir em faixas etárias mais avançadas. Quando o início é antes dos 45 anos a progressão é tendencialmente mais lenta, pelo contrário, se o início é tardio a progressão é tipicamente mais rápida. Geralmente a condição pode surgir após os 40 anos, embora possa afetar pessoas de todas as idades.
A SPI atinge até 10% da população mundial e é mais comum em mulheres. 


A causa desta doença é desconhecida, mas um terço ou mais das pessoas com a síndrome das pernas inquietas têm fatores hereditários associados (herança autossômica dominante). Neste contexto, a doença é crônica e os sintomas podem piorar com o tempo. Existe também a possibilidade de a origem da síndrome estar relacionada com o desequilíbrio da química do cérebro, particularmente da substância chamada dopamina, um importante neurotransmissor que atua no controle dos movimentos
A dopamina é um neurotransmissor que atua em diversas regiões do cérebro. Sua ação influencia as emoções, o aprendizado, estado de humor e a atenção. Além de tudo, a dopamina atua controlando o sistema motor, e, portanto, a sua deficiência pode afetar os movimentos.
Em portadores da SPI severa, entre um terço a dois quintos, os sintomas iniciaram antes dos 20 anos de idade, embora o diagnóstico preciso de SPI tivesse sido fechado muito mais tarde.
A SPI pode apresentar-se como primária ou secundária
  • Primária possui, possivelmente, uma origem genética, existindo uma associação familiar que varia entre 40 e 60%. Deve ser entendido que a SPI não é causada por fatores psiquiátricos ou por estresse, porém, estes podem contribuir ou mesmo exacerbar os sintomas da SPI.
  • Secundárias incluindo deficiência nos níveis de ferro, lesões nervosas periféricas ou da medula espinal, gravidez, uremia. Algumas doenças também apresentam associações já documentadas na literatura como artrite reumatóide, fibromialgia, doença de Parkinson e esclerodermia.
Diagnostico para a SPI
Para a realização de uma diferenciação e diagnóstico clínico mais preciso do portador da SPI o Grupo Internacional de Estudos da SPI (IRLSSG), no ano de 1995, propôs quatro critérios mínimos de diagnóstico para SPI, que foram retificados e melhorados no ano de 2003, sendo hoje considerados o padrão internacional de diagnóstico da SPI:
1.desejo de movimentar os membros, geralmente associado a parestesia ou disestesia (enfraquecimento ou alterações da sensibilidade das pernas), sensações que ocorrem espontaneamente, durante o despertar, na
”profundidade das extremidades” e não superficialmente na pele;
2.inquietude motora - o portador durante a vigília se mexe para aliviar os sintomas de parestesia ou disestesia ou de desconforto nas pernas;
3.sintomas pioram ou estão presentes somente no repouso;
4.sintomas pioram no fim do dia ou à noite.
Outras características clínicas adicionais para o diagnóstico da SPI, também de acordo com o IRLSSG, são:
1. distúrbios do sono e suas consequências – insônia inicial, de manutenção e fadiga e sonolência excessiva diurna.
2. movimentos periódicos dos membros durante o sono e movimentos involuntários em vigília e em repouso.
3. exame neurológico e eletroneuromiografia são normais nas formas idiopáticas. As formas secundárias apresentam as evidências clínicas e laboratoriais de acordo com a etiologia.
4. a SPI pode ocorrer em qualquer idade, mas os pacientes mais gravemente afetados são de meia idade e idosos. Mesmo que ocorram remissões por período longo, a SPI é uma condição crônica. Pode surgir ou ser exacerbada na gravidez e piorar com a cafeína.
5. história familiar: algumas vezes presente e sugere uma herança autossômica dominante (um dos dois progenitores da pessoa afetada manifesta a doença, e estes progenitores têm 50% de probabilidade de transmitir o gene mutado ao seu descendente, que manifestará a doença).

 ...um terço ou mais das pessoas com a síndrome das pernas inquietas têm fatores hereditários associados.  Nestes casos, a doença é crônica e os sintomas podem piorar com o tempo.
Condições que podem piorar a SPI
  • Estilo de vida sedentário e obesidade;
  • Tabagismo e alcoolismo;
  • Medicamentos como Diazepam, entre outros antidepressivos e anti-histamínicos;
  • Estimulantes, como a cafeína ou medicamentos estimulantes;
  • Anemia, gravidez e diabetes;
  • Doenças renais crônicas ou hepáticas graves;​
  • Condições neurológicas como doença de Parkinson, neuropatia periférica ou esclerose múltipla e psiquiátrica. 
A imagem abaixo mostra os sintomas mais comuns da síndrome
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A SPI pode ter seus sintomas agravados em  períodos de estresse, tensão e grande ansiedade (doença da preocupação).  
Tratamento convencional e tratamento complementar
A medicina convencional ou tradicional como é conhecida, busca combater a doença e para isto ela utiliza medicamentos de acordo com a tipologia dos sintomas apresentados pelo paciente. O foco principal desta medicina é a doença. De acordo com a médica homeopata Christiane Fugii se o individuo busca por um médico por motivo de dor, este irá focar especificamente no sintoma específico para chegar ao diagnostico, sempre levando em consideração evidências cientificas, com o objetivo de neutralizar o sintoma.

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Grupo Brasileiro de Estudo em Síndrome das Pernas Inquietas (GBE-SPI) novembro de 2006 sobre diagnóstico e tratamento de SPI primaria os agentes terapêuticos com eficácia comprovada por estudos são os agonistas dopaminérgicos, levodopa (tratamento do mal de Parkinson) e gabapentina, o clonazepam (Rivotril) e oxicodona foram também citados além da reposição de ferro.  As recomendações do GBE-SPI para manejo de SPI primária envolve higiene do sono, suspensão de agentes agravantes de SPI, tratamento de comorbidades e agentes farmacológicos. Para estes as drogas de primeira escolha são agentes dopaminérgicos; segunda escolha são gabapentina ou oxicodona; e terceira clonazepam. 
A análise sistemática da literatura feita pelo GBE-SPI confirma a noção amplamente estabelecida que o diagnóstico de SPI é feito com bases exclusivamente clínicas, não havendo necessidade de propedêutica laboratorial. 
FONTE
A medicina complementar ou integrativa busca tratar o individuo de forma ampla e holística observando esse individuo a partir de seus hábitos na vida cotidiana, de seus progenitores, de seus traumas, seus aspectos psíquicos (mental e comportamental), suas emoções, além de observar sua maneira de lidar com os desafios da vida. O objetivo da medicina complementar é trazer o individuo para sua integridade física, mental, emocional e espiritual, e mais que isso, essa medicina busca dar suporte para que o sofredor possa aprender a gerenciar melhor o estresse e a tensão gerados pelos fatos da vida cotidiana. 
O papel da Aromaterapia clínica nos cuidados com o sofredor da SPI
Como sempre enfatizo, não recomendo OE como se fossem remédios, mas sim, como apoiadores da natureza que podem oferecer ajuda para o individuo, que sofre os desconfortos que as doenças provocam em seus corpos físicos, a resgatar sua integridade, e ter mais qualidade de vida.
Trago aqui algumas sugestões de óleos essenciais (OE) os quais possuem possíveis efeitos relaxantes, calmante e analgésico para os cuidados com o sofredor da SPI. 

Lavanda -Lavandula angustifolia
Por sua ação ansiolítico (lembrando que não é para todo mundo, cada um é um individuo, e tal qual, deve ser tratado. ​
Gerânio Pelargonium graveolens
​Grande aliado para mitigar a tensão emocional, gatilho para elevar o nível de estresse.

Camomila romana - Anthemis nobilis
Bem indicado para a saúde do sistema nervoso central.
Frankincense Boswellia sacra 
Aliado aos pulmões, é bem indicado para ajudar no aprofundamento da respiração.

Possível ação Analgésica - dores física e emocional ​​
Pimenta preta - Piper nigrum
Menta - Mentha piperita 
Manjerona - Origanum majorana 
Alecrim - Rosmarinus officinalis​

Relaxante - muscular e mental
Camomila romana - Anthemis nobilis 
Ylang ylang - Cananga odorata
Rosa - Rosa damascena 
Limão - Citrus lemon 
Juniper berry - Juniperus communis 
Bergamota - Citrus bergamia​

​

USO - Creme local e Inalador pessoal 
FORMAS DE USO

O segredo da saúde, mental e corporal, está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas, viver sabia e seriamente o presente. Buda 
ATENÇÃO! Sobre os OE, não se automedique, busque sempre o acompanhamento de um profissional qualificado. A aromaterapia clínica não substitui outras terapias, trabalha junto. Outra questão de extrema importância, não aceite indicação de OE de vendedores de via Marketing Multi Nível (MMN), pois a  grande maioria desses vendedores não sabem nada de Aromaterapia, são apenas propagadores de uso de OE pelas redes sociais. 
Fontes:
https://proceedings.science/cbmfc-2019/trabalhos/sindrome-das-pernas-inquietas-e-a-relacao-com-o-estado-emocional?lang=pt-br
https://gracindapsi.com/2021/07/02/sindrome-das-pernas-inquietas/
​
https://www.telavita.com.br/blog/sindrome-das-pernas-inquietas/
https://www.valesaude.com.br/saude-v/o-que-e-a-sindrome-das-pernas-inquietas/
​
https://docveinmanagement.com/new-home/conditions/restless-leg-syndrome-rls/
​
https://www.rls-uk.org/what-is-rls
​
https://www.scielo.br/j/anp/a/7NB7bp7qqdBbGtbGqg5kDkP/?lang=pt
​
https://christianefujii.com.br/medicina-convencional-vs-medicina-alternativa-entenda-as-diferencas/
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OUTUBRO ROSA - CONSCIENTIZACAO SOBRE O CÂNCER DE MAMA

5/10/2023

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Outubro, mês do ano que busca atrair as atenções para a importância da prevenção do câncer de mama.
Movimento mundial para a conscientização sobre o câncer de mama. A campanha foi criada em 1997 nos Estados Unidos para  enfatizar a importância de disseminar informações e adotar medidas de prevenção da doença, a fim ajudar as pessoas a terem um diagnóstico precoce, estratégia crucial para o sucesso do tratamento.
Primeiramente, eu gostaria de falar sobre o que é prevenção, essa  palavra que tem sua origem no Latim PRAEVENIRE a qual nos dá as seguintes traduções: PRAE-, "antes" antecipar, perceber previamente, literalmente “chegar antes”,  mais o VENIRE, “vir”, ou seja,  PREVENIR chegar antes do que está por VIR.   Quem “chega antes” tem condições de evitar que algo indesejável aconteça tomando as medidas necessárias.
​Na sequência, falar sobre quem está nesta linha de frente para a prevenção da doença, sim, nós mulheres estamos no foco, somos mais afetadas do que os homens, que também desenvolvem, em baixa porcentagem, o câncer de mama, portanto, eles estão também incluídos. De acordo com o A.C.Camarco Câncer Center  os homens representam apenas 1% dos casos, embora seja raro, ainda assim é importante ficar atento. Grupo de risco entre eles: homens acima dos 60 anos estão entre os pacientes, e são frequentemente aqueles que, cujo familiares apresentam muitos casos de câncer de mama em homens e mulheres, e também o câncer de ovário. 
O que é o câncer de MAMA e sinais da doença: 
É o crescimento descontrolado de células (células dos lobos, células produtoras de leite, ou dos ductos, por onde é drenado o leite), que adquirem características anormais, causadas por uma ou mais mutações no seu material genético. Um caroço no seio ou na axila, alteração na pele da mama, vermelhidão ou descamação do mamilo, microcalcificações que aparecem no exame de rotina, secreção no mamilo ou mesmo dor no mamilo são sinais de alerta. ​
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Mito sobre a genética (GENES):
A maioria das mulheres acometidas pelo câncer de mama não tem familiares com a doença. As estimativas mostram que aproximadamente entre  10% a 15% dos casos têm origem hereditária.
A história familiar, porém, influencia quando o parentesco é de primeiro grau, ou seja, se a mãe, a irmã ou a filha foram diagnosticadas. E ainda mais quando o tumor apareceu antes dos 40 anos. 

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O câncer de mama, assim como qualquer outro tipo de tumor, tem origem genética, porque ocorre a partir de alterações indevidas dos genes durante o processo de multiplicação celular. A questão é que algumas dessas falhas podem estar associadas a fatores hereditários de predisposição.
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Dos cerca de 25 mil genes do corpo humano, duas ou três dezenas destes  protegem a mulher contra o câncer de mama. ​
Quando existem alterações hereditárias em genes desse seleto grupo genes (BRCA1 e BRCA2)  as mulheres ficam mais vulneráveis às agressões ambientais, e isso favorece o desenvolvimento de tumores. Nesse caso, existe uma predisposição genética hereditária. Como já foi mencionado, em torno de 10% a 15% das mulheres com câncer podem apresentar essa condição de vulnerabilidade familiar.  
Essas alterações genéticas podem ser identificadas a partir de exames moleculares para câncer hereditário (testes genéticos germinativos) realizados em centros especializados como a BP Medicina Diagnóstica. A detecção ajudará o médico a estabelecer uma estratégia de prevenção personalizada para cada paciente, bem como para os demais indivíduos da família que possam eventualmente ser portadores da mesma predisposição.
Fatores Ambientais:
Na grande maioria dos tumores, as mutações que provocam o câncer derivam de fatores ambientais tais como tabagismo, dieta inadequada, desequilíbrios hormonais e obesidade, estado de ânimo baixo (depressão e negativismo em relação a si mesmo e a vida) são alguns dos exemplos. Ou seja, podemos dizer que são agressões ambientais que ocorrem ao longo da vida que fazem  aumentar o risco de alterações celulares nas mamas, podendo resultar em câncer. 
Vulnerabilidade genetica:
Para concluir, o fato de ser mais vulnerável (genética),  
não significa que a mulher vai necessariamente desenvolver um câncer de mama. No entanto, é inegável que o risco pode ser maior para aquelas  que apresentam predisposições genéticas familiares, pois os fatores ambientais se somam à vulnerabilidade hereditária já existente. ​Bom motivo para fazer boas reflexões sobre o estilo de vida física e psíquica. 
Estatísticas: 
Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de mama é a neoplasia mais incidente nas mulheres do mundo, com 2,3 milhões (24,5%) de casos novos. No Brasil, a cada ano do atual triênio 2023-2025, são esperados 73.610 casos.   ​

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Frente ao câncer de mama, valem duas recomendações: prevenção e, na ocorrência da doença, tratamento precoce e personalizado. Para ambas as situações, as ferramentas da oncogenética são fundamentais. 

www.bp.org.br/centros-de-especialidades/oncologia/doencas/cancer-de-mama

BP
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Beneficência Portuguesa de São Paulo

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O câncer na Visão da Medicina Psicossomática - Resumo
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Cada Mulher é única, o tipo de câncer pode ser o mesmo, mas, elas não são iguais.
Por trás do diagnóstico “câncer” oculta-se um padrão que pode se expressar em uma grande variedade de sintomas. Cada um deles afeta toda a existência da pessoa, não importando em qual órgão tenha se originado. Neste ponto, o acontecimento do câncer é demasiado complexo para estar relacionado apenas com o órgão afetado. Sua tendência de propagar-se por todo o corpo mostra
que se trata de toda a pessoa. 
A medicina psicossomática trabalha com três elementos importantes que são os fatores:
  • Psíquicos,
  • Sociais 
  • Imunosupressores
É cada vez maior o número de pesquisadores que reconhecem o papel dos fenômenos psíquicos e psicossociais no desenvolvimento do câncer. Fatores sócioculturais possivelmente associados ao
desenvolvimento do câncer já foram investigados há décadas, mediante extensos questionários e avaliações minuciosas. 
Diferenças de classes sociais, atividades ocupacionais, elementos ambientais e estilo de vida, foram associadas aos variáveis riscos para o câncer. Essas pesquisas têm apontado cada vez mais para os componentes psíquicos emocionais e comportamentais associados ao desenvolvimento de doenças malignas (Cox T, Mackay C, 1982).
Ou seja, já há muito tempo vem sendo estudados os elementos emocionais que acompanham e/ou antecedem o aparecimento das neoplasias. Já são centenas as pesquisas que investigam, nos últimos anos, a relação entre estresse, depressão e a função neuroendócrina e imunológica. Galeno, médico grego do século II, já atribuiu o surgimento do câncer a uma propensão à melancolia.
Há mais de um século, Sir James Paget, definiu o câncer desta forma: “São tão frequentes os casos em que a ansiedade profunda, a esperança adiada e o desapontamento, são rapidamente seguidos pelo crescimento e aumento do tumor, que não podemos duvidar que a depressão mental seja um poderoso complemento para as outras influências que favorecem o desenvolvimento da formação cancerosa.”
Foi sugerido por alguns pesquisadores que existiriam dois grupos principais de fatores que possam estar relacionados a um risco aumentado do câncer:
  • Primeiro - a perda de uma relação importante, o LUTO (frequentemente pai, mãe, filho ou cônjuge).
  • Segundo - a falta de habilidade em expressar sentimentos de dor e sofrimento, ou uma liberação inadequada da emoção. Entre esses sentimentos de perda de relações, o luto parece desempenhar papel preponderante.
Saber vivenciá-lo, seja ele literal ou metafórico, é essencial para a saúde emocional.
O papel dos Sistemas Nervoso central e Imunológico no câncer:
​Os diversos mecanismos psicofisiológico que relacionam as emoções com o início do câncer adquirem força quando se considera o papel do sistema nervoso central na regulação do sistema imunológico. Tem-se verificado que a função imunológica do organismo, mais precisamente a resposta imunológica à estimulação linfocitária, era suprimida em viúvos nos primeiros meses que se seguiram à morte da esposa. Uma supressão menos pronunciada era também observada do quarto ao décimo quarto mês de luto.
​A Medicina Organicista ensina a “ler” a enfermidade, do ponto de vista do médico e do laboratório. A
Medicina Psicossomática, no caso a Psiconcologia, pretende “ler”, escutar e compreender a enfermidade,
o câncer, a partir do paciente.
Aromaterapia e o Câncer de acordo com CANCER RESEARCH – UK
As pessoas em condições oncológicas buscam pela aromaterapia porque, segundo relatos, isso as faz se sentirem bem. Muitos dizem que o uso dos OE pode ajudar a melhorar seu estado de ânimo, humor e otimizar o bem-estar. Alguns OE conferem sensação de acolhimento, pois se sentem ajudados pelo profissional aromaterapeuta, que foi treinado para isto.
​Há alguma evidência de que a massagem de aromaterapia pode ajudar com os seguintes efeitos que se devem ao câncer ou ao tratamento submetido:
✔ Ansiedade
✔ Dor
✔ Depressão
✔ Estresse
✔ Cansaço e Nauseas 
​​Tem sido sugerido que o uso do inalador pessoal com os OE indicados pelo profissional reduz náuseas e vômitos, condições provocadas pelos tratamentos contra o câncer, como quimioterapia e radioterapia. Mas essas alegações não são apoiadas por estudos de pesquisa.
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Outra hipótese que também é levada em alta consideração é de que a aromaterapia pode ajudar das
seguintes formas:
► Impulsionar o sistema imunológico
► Minimizar as incidências de resfriados e infecções bacterianas
► Otimizar o sistema circulatório;
► Aliviar dores de cabeça e promover boa digestão;
► Contribuir para aliviar condições associadas ao período menstrual, que pode ser afetado
pela ação do tratamento
► Favorecer sono repousante
► Promover relaxamento, consequentemente favorecer descanso físico e psíquico
► Melhorar a capacidade de focar os pensamentos em algo positivo
Essas reivindicações não são suportadas por nenhuma pesquisa. Portanto, use apenas sob a orientação de um aromaterapeuta qualificado.
Lista dos OEs mais utilizados por profissionais na Inglaterra para contribuir com o bem-estar do paciente oncológico de acordo com o CANCER RESEARCH-UK
• Lavanda – Lavandula angustifólia
• Alecrim – Rosmarinus officinalis
• Camomilas – Anthemis nobile e Matricaria recutita
• Hortelã pimenta – Mentha x piperita
• Ylang ylang – Cananga odorata
• Manjerona – Origanum majorana
• Limão – Citrus limon


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Uso da Aromaterapia no câncer:
​Entre os vários OE que temos ao nosso dispor, foram escolhidos para atuar nas doenças emocionais que envolvem pacientes oncológicos aqueles que apresentam as seguintes ações:
✔ Antioxidante
✔ Imunoestimulante
✔ Anti-inflamatório
✔ Antidepressivo
✔ Ansiolítico
​Embora o tratamento do câncer não faça parte da prática da aromaterapia, várias investigações
destacam esse potencial do óleo essencial. Estes óleos podem ser usados na prescrição com intenção preventiva, ou quando a manutenção ou melhoria do bem-estar geral é o principal objetivo. (Jennifer Peace Rhind pág. 104, 2016)
A atividade antioxidante é a base de muitas das propriedades terapêuticas atribuídas aos óleos essenciais e seus constituintes, incluindo uma série de efeitos anticancerígeno. Segue alguns dos OE com boas atividades antixoxidantes. Segue alguns dos OE que fazem parte do curso Aromaterapia Doenças das Emoções - Abordagem Psicossomática: 


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Alecrim - Rosmarinus officinalis
Antioxidante: possui atividade antioxidante comprovada, varre radicais livres para fora do corpo. Tem efeito hepatoprotetor (protege os hepatócitos – células hepáticas – contra agentes tóxicos), ajuda a zelar pela saúde do fígado, órgão suscetível à toxicidade química. Acredita-se que os xenobióticos são convertidos em espécie reativa de oxigênio, induzindo assim o estresse oxidativo, provocando danos em macromoléculas.
Bergamota - Citrus aurantium var.bergamia
​Antioxidante: contém l-linalol (antioxidante) e d-limonene (supressor do câncer).
Antidepressivo, analgésico: estudo evidencia que este OE é um bom aliado para suporte no tratamento dos sintomas da dor do câncer e desordens psicológicas que induzem a ansiedade. (Bagetta et al. 2010). Excelente redutor do estresse.
Antidepressivo: auto massagem abdominal pode aumentar a atenção, a vivacidade e a alegria, ao mesmo tempo que aumenta a frequência respiratória.​
Camomila alemã - Matricaria recutita
Cipreste - Cupressus sempervirens
​Antioxidante, antiproliferativo (inibe a multiplicação das células), citotóxico (impede o crescimento de um tecido celular).Anti- inflamatório poderoso.
​Antioxidante e anti-proliferativo.
Cravo - Syzygium aromaticum
​Antioxidante (comparado com o alfa-tocoferol), seu componente principal, o
eugenol, apresenta atividade anti-proliferativo (induz a apoptose – morte celular
programada).
Muitas vezes, por dezenas de razões, as células de nosso corpo precisam morrer, para que não haja complicações mais graves, como no caso de uma invasão da célula por um parasita ou em uma mutação genética, que nesse caso acabaria levando ao câncer. Em situações onde se faz necessário a morte celular, o organismo lança mão de um método muito eficiente para isso, a apoptose. (Site:Portal da Educação)
Antiaterosclerótico e imunoestimulante humoral e celular (imunidade humoral e a imunidade celular são subdivisões da imunidade adquirida).
Gengibre - zingiber officinale
​Imunoestimulante: restaura a resposta imunológica humoral. OE indicado quando ocorre baixo nível de motivação, apatia, indecisão e desconexão com a vida. Antioxidante potente, varre radicais livres do organismo. Seu OE contém boa porcentagem de B-sesquiphellandrene, substância que contém atividade
antioxidante de acordo com Tisserand e Young.
Resumindo: 
A proposta do terapeuta para seu cliente deve estar focada  na indicação do uso dos OE  para prevenir e ou contribuir com o tratamento do sofredor, e alguns dos OE com boas possibilidades para atingir resultados foram  apresentados na matéria, lembrando que existem vários outros OE com boas propriedades terapêuticas para os cuidados com o paciente oncológico. O profissional também deve estar familiarizado com outras formas de terapias que possam contribuir com a qualidade de vida de seu cliente, além disso, fazer sugestões adequadas como dieta alimentar saudável, exercícios físicos, descanso, lazer e a pratica do autoconhecimento. Fortalecer o “terrain”, a casa corpo, é condição sine qua non para se desfrutar de uma Vida com qualidade e bem-estar.  
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Outubro Rosa - o mês que mais trás consciência para a Mulher que deseja ter vida com qualidade. 
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ÓLEOS ESSENCIAIS E ANVISA

12/9/2023

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A especie humana faz uso de  plantas aromáticas, para vários propósitos (saúde, doenças, culinários, espirituais entre outros) desde tempos longínquos, e atualmente todos nós sabemos disto, que plantas e substancias aromáticas fazem parte do processo evolutivo da especie humana. Atualmente, tudo e todos estão sempre exalando algum tipo de aroma, ter cheiro se tornou uma regra na vida dos humanos que hoje,  não abrem mão de ter as roupas saindo da maquina de lavar com aquele "cheirinho bom de lavandinha", ou ainda, ter seu carro perfumado com aroma de lemongrass, moléculas exaladas pelos objetos perfumados e pendurados no espelho retrovisor, como disse, vivemos num mundo onde tudo deve ser aromatizado, não importa se todos gostam ou não do mesmo aroma, se todos se sentem bem ou não com determinados aromas, mas o importante mesmo,  é ter CHEIRO.
E o assunto desse novo post no blog  é sobre  como a ANVISA trata o assunto,  ÓLEOS ESSENCIAIS.
ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é uma autarquia sob regime especial, que tem sede e foro no Distrito Federal, e está presente em todo o território nacional por meio das coordenações de portos, aeroportos, fronteiras e recintos alfandegados.
Tem por finalidade institucional promover a proteção da saúde da população, por intermédio do controle sanitário da produção e consumo de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária, inclusive dos ambientes, dos processos, dos insumos e das tecnologias a eles relacionados, bem como o controle de portos, aeroportos, fronteiras e recintos alfandegados.

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  • O que é OE para a ANVISA:
Para a ANVISA OE é um extrato aromático, volátil de origem vegetal obtido por processo físico, ou seja, destilação (vapor, vapor e agua, agua, frio entre outros). Essas substancias podem se apresentar de forma natural,  isoladamente ou misturados entre si, retificados entre outros. 
  • Como a ANVISA regula matérias-primas de origem vegetal denominadas óleos essenciais (OE). 
Antes de saber como os OE são classificados é importante saber que existem quatro classificações para os produtos destinados a saúde que a ANVISA pratica, e estes produtos - que tanto podem ser notificados ou registrados -  estão de acordo com os riscos associados na utilização dos mesmos.  Sao eles:
Classe I - produtos de baixo risco ao indivíduo e baixo risco á saúde pública - esses produtos em geral contêm substâncias ou ingredientes comprovadamente seguros para uso os quais podem ter finalidades cosméticas, produtos para higiene pessoal, bucal e produtos para os cuidados com os cabelos. ​​Ou seja, os OE se encontram dentro da indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC). Resumindo, os OE de acordo com a ANVISA está classificado na classe de risco I. 
Classe II - produtos de médio risco ao indivíduo e/ou baixo risco à saúde publica. Sujeitos a registro. Aplica-se aos produtos cosméticos de médio e alto risco os quais contem em sua formulação ingredientes mais complexos ou possuem finalidades especificas. Cosmética dermatológica como por exemplo redutores de rugas entre outros. 
Classe III - produtos de alto risco ao indivíduo e/ou médio risco à saúde pública. Sujeitos a registro. 
Classe IV - produtos de alto risco ao individuo e à saúde pública. Sujeitos a registro.

  • É necessário o Certificado de Boas Práticas trabalhar com os OE?
Como foi dito anteriormente, os OE entram na classe I de risco, portanto a ANVISA não exige um manual de boas práticas para o manuseio de produtos utilizando OE. Para a ANVISA somente os produtos classificados na classe de risco III e IV necessitam ter o certificado de Boas Práticas. 
  • Para concluir, os OE afinal são NOTIFICADOS ou REGISTRADOS?
Os OE estão na classe de risco I e portanto, se encaixam dentro da regulação de cosméticos, assim sendo, os OE deve ser notificado e não registrado, definindo melhor, OE não são registrados pela ANVISA.

​Geralmente o que ocorre é que a empresa que importa, distribui,  ou mesmo  comercializa os OE deve ter a Licença de Funcionamento das atividades de sua empresa, atividades essas que estarão sujeitas a Vigilância Sanitária. Essa licença deve ser regularizada junto a  ANVISA, e somente então é solicitado a  Autorização de Funcionamento da Empresa (AFE) fornecida pela Vigilância Sanitária Local (VISA). 

Toda empresa necessita da Licença de Funcionamento emitida pela VISA (Vigilância Sanitária Local). Este documento é a garantia de que o estabelecimento segue todas as normas no local de atuação. Isto quando a empresa é denominada uma Empresa de Cosméticos, como geralmente são as distribuidoras de OE. 

  • Resumindo - Diferença entre notificado e Registrado
NOTIFICADO - Produtos Classe I de risco - baixo risco ao indivíduo e baixo risco à saúde pública.  ​
REGISTRADO - Produtos Classe II de risco - apresentam um risco médio ao indivíduo ou à saúde pública.
ATENÇÃO: A Anvisa, ao aceitar a notificação de um aroma natural composto de OE não está endossando o uso terapêutico desta substância.
  • E para fechar, veja as formas de uso dos OE aprovados pela ANVISA. 
Ela aprova o uso de OE via dermal (corpo, couro cabeludo) e  inalação através de difusores. 
Aprova também  o uso de OE em alimentos como soborizantes e ou aromatizantes (shakes, chocolates, sorvetes entres outros).
Atente-se a isto: a Anvisa NÃO aprova a ingestão de OE, mas, se você está  ingerindo a substância, não é problema da ANVISA se você decidiu beber substâncias que se utiliza para aromatizar e saborizar alimentos, remédios, cosméticos, perfumes, produtos de limpeza e muitos outros... Essa decisão é por sua conta e risco.  Ficou claro?  
Espero que esta postagem possa contribuir com o esclarecimento do papel da ANVISA no que se refere ao uso de OE. Muitos vendedores de OE deslumbrados bradam aos 4 cantos da nação  que vendem, ou consomem somente os OE que tem autorização da ANVISA para ingestão. Muitos são ingênuos, muitos são desprovidos de informações, e muitos outros são mesmo oportunistas. No mundo existe de tudo. Eu faço parte do grupo que se informa e informa. 
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Se você achou interessante,  e também  faz parte do grupo que se informa e informa, então  compartilhe! 
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SINDROME DO INTESTINO IRRITÁVEL E AROMATERAPIA CLÍNICA

4/9/2023

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  Intestino - Quando eles se rebelam! 
​O intestino é o órgão que, quimicamente, mais se assemelha ao cérebro, os neurotransmissores e os hormônios apresentam uma notável semelhança. É um órgão repleto de neurônios que mantêm em ação os músculos que revestem o trato intestinal, empurrando para baixo os alimentos. Os alimentos têm um enorme efeito sobre inúmeros aspectos de nossa vida – letargia, depressão, autoestima – no entanto, praticamente são poucas as pessoas que se atentam e cuidam desse órgão vital.
Principais doenças:
Entre as principais doenças funcionais estão os distúrbios monossintomáticos (diarreia, constipação, gases, dores abdominais); distúrbios funcionais anorretais (anismo, incontinência fecal, dores anorretais); e a síndrome do intestino irritável (SII), que abordaremos com mais profundidade nesta postagem.
Síndrome do Intestino Irritável (SII) - O que é essa Síndrome? 
Estamos falando aqui de um distúrbio comum que afeta o estômago e sua parte inferior, os intestinos, também chamado de trato gastrointestinal. A medicina ortodoxa afirma que se trata de uma condição crônica, que o sofredor deve se acostumar a conviver com ela, essa é uma afirmação frustrante pois ninguém gostaria de conviver com algo tão desconfortável, e que pode gerar grande impacto negativo na vida cotidiana das pessoas que sofrem com a SII.
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Nesta matéria vamos entender melhor essa condição através da visão de renomadas instituições de saúde, e também através da visão da neurociência, os fatores psicossociais de acordo com o MANUAL MSD e da psicossomática. E finalmente, saber qual é a proposta da Aromaterapia Clínica para o paciente de SII.
Clinica Mayo EUA, Serviço de Saúde Nacional (NHS) Inglaterra, e Roma Fundation EUA (Critérios de Roma IV), 
De acordo com a Clinica Mayo, um dos maiores grupo médico integrado sem fins lucrativos do mundo e mais antigo (150 anos) na área de medicina integrativa dos EUA, afirma que não há um diagnostico, pois não existe   teste para diagnosticar definitivamente a IBS. Possivelmente o médico iniciará  com um histórico médico completo, através de exame físico e testes para descartar outras condições como doença celíaca e ou  doença inflamatória intestinal. Ou seja, o diagnostico é de exclusão, isto quer dizer que se trata de uma doença ou condição medica que não pode ser confirmada com total certeza somente a partir de exames ou testes, que portanto,  o diagnostico é feito  através da eliminação de outras causas possíveis para os sinais e sintomas do sofredor. ​
O NHS (sistema Nacional de saúde) da Inglaterra em seu site diz que não há cura, mas que mudanças de hábitos alimentares e medicamentos podem ajudar a controlar os sintomas, eles também encaminham o paciente a  um nutricionista, e, vai além, solicitam  que o clinico geral (GP) encaminhe o paciente para a terapia da fala, sugerem a Terapia Cognitiva e Comportamental (CBT/TCC) siglas no inglês e português. A terapia CBT pode ajudar, principalmente se o estresse ou a ansiedade estiverem desencadeando os sintomas, além disso, essa terapia pode também ajudar o sofredor a gerenciar melhor sua condição de saúde. Saiba o que é a TCC AQUI 
Afirmam que a causa exata é desconhecida – e que a condição tem sido associada a coisas como alimentos passando pelo intestino muito rápido ou muito lentamente, nervos hipersensíveis no intestino, estresse e histórico familiar de SII.​
Roma Fundation - Critérios de Roma IV, se trata de  uma atualização dos critérios de ROMA, inicialmente desenvolvidos com o objetivo de diagnosticar e classificar distúrbios nos quais há interação intestino-cérebro. 
Os critérios de Roma IV classifica como uma desordem funcional, caracterizada por dor abdominal e alterações de hábitos intestinais, que acomete o intestino de forma crônica e recorrente. Não existe anatomicamente ou quimicamente alguma alteração que explique essa patologia, portanto é um diagnóstico de exceção.
Portanto, é possível que o médico faça uso desse conjunto de critérios para confirmar a presença da IBS.  ​
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Simplificando,  após o diagnóstico, a doença pode ser classificada em quatro subtipos. Essa classificação é baseada no formato das fezes, e deve ser avaliada com cuidado. A Escala de Bristol pode ajudar a entender sobre o assunto.
  1. Com constipação: fezes moles/líquidas em menos de 25% das evacuações; fezes duras/em formato de bolinha em pelo menos 25% das evacuações.
  2. Com diarreia: fezes moles/líquidas em pelo menos 25% das evacuações; fezes duras/em formato de bolinha em menos de 5%.
  3. Mista: fezes moles/líquidas em pelo menos 25% das evacuações; fezes duras/em formato de bolinha em pelo menos 25% das evacuações.
  4. Inespecífica: Não se enquadra em nenhuma acima.
Dra.Marta Deguti, gastroenterologista afirma que os sintomas da síndrome do intestino irritável (dor abdominal, sensação de estufamento, intestino preso e diarreia) começam a surgir, geralmente, na adolescência ou na juventude, raramente aparecendo pela primeira vez após os 50 anos de idade.
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Estatísticas:
A SII acomete cerca de 10% da população, e representa 30% das consultas em gastroenterologistas. Entre
 10 a 15% das pessoas, no mundo inteiro, sofrem com essa síndrome. Essa síndrome também é mais comum em mulheres (60 a 80%).
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Resumindo, SII abrange basicamente quatro sintomas característicos:
  • Irregularidades de defecação acompanhada de espasmos – constipação e/ou diarreia muitas vezes alternadamente
  • Dores de barriga (como gases) – dores encontram-se na maior parte das vezes na região abdominal abaixo do umbigo, e são descritas como espasmódicas, ardentes ou perfurocortantes – mulheres relatam que as dores pioram durante o período menstrual e ovulação
  • Ventre estufado ou abdome estufado.
  • Hipersensibilidade viceral
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​​Resumo das CAUSAS:
O estresse emocional é um dos principais desencadeadores da síndrome do intestino irritável.
Normalmente, o estresse emocional já provoca alterações no sistema digestivo e, nas pessoas com SII, como o intestino é mais sensível, pode causar alterações ainda maiores.
Pessoas com perfil ansioso, depressivo, ou com histórico de doença psiquiátrica são mais propensas a desenvolver essa doença. Isso ocorre porque a síndrome do intestino irritável tem características
psicossomáticas e suas manifestações estão intimamente ligadas às emoções.
Possíveis causas de acordo com a neurociência:
Alimentação, estresse emocional, ansiedade e depressão estão entre as causas principais, além desses, já existe comprovação sobre a ação de genes (genética) envolvidos. Dr Emeran Mayer, gastroenterologista, conferencista, autor, editor, neurocientista, documentarista e professor nos Departamentos de Medicina, Fisiologia e Psiquiatria da Escola de Medicina David Geffen da UCLA, é pioneiro na pesquisa médica sobre o intestino cerebral. Ele aponta um novo insight sobre a questão, recentemente apresentou no Gut-Brain Congress realizado em Sao Paulo  estudo que mostrou  semelhança genética entre pacientes com Síndrome do Intestino Irritável, os genes NCAM1, CADM2, PHF2/FAM120A, DOCK9, CKAP2/TPTE2P3 e BAG6, especificamente, sendo que os primeiros 4 estão associados com doenças de transtorno de humor e ansiedade.
Durante os últimos 40 anos, o Dr. Emeran Mayer estudou as interações corpo-mente, com ênfase na comunicação bidirecional entre o cérebro e o intestino, e verificou as suas implicações em estados como a depressão, a ansiedade, o autismo, nas doenças autoimunes, inflamatórias e noutros distúrbios neurodegenerativos, bem como a sua importância na manutenção da saúde e do bem-estar em geral.
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Fatores psicossociais de acordo com o MANUAL MSD (Versão para profissional)
A angústia psicológica é comum em pacientes com síndrome do intestino irritável, especialmente naqueles que procuram atendimento médico. Alguns pacientes têm distúrbios de ansiedade, depressão ou um transtorno de somatização. Também coexistem distúrbios do sono. Entretanto, estresse e conflitos emocionais nem sempre coincidem com o início e recorrência dos sintomas. Alguns pacientes com síndrome do intestino irritável parecem ter doença com comportamento aberrante adquirido (isto é, expressam o conflito emocional como uma queixa gastrintestinal, geralmente a dor abdominal). O médico que avalia pacientes com síndrome do intestino irritável, particularmente aqueles com sintomas refratários, deve investigar por questões psicológicas não resolvidas, incluindo a possibilidade de abuso sexual ou físico. Os fatores psicossociais também podem afetar o desfecho na síndrome do intestino irritável.
​Ótica psicossomática - leia com atenção:
✔ Personalidade determinadas características como perfeccionismo, ambição exagerada, exigência de êxito acima da média, hostilidade ou ansiedade aumentada.
✔ Experiências de vida crítica o distúrbio muitas vezes resulta de separações, experiências de perda, casos de morte e/ou adoecimentos graves na família ou no meio social não elaborados. Mudanças significativas como puberdade, casamento, nascimento de filho, climatério ou a velhice, assim como uma mudança no local de trabalho podem também favorecer o desenvolvimento do distúrbio. A vida problemática intensifica os sintomas.
✔ Estresse psicossocial escassa capacidade de superação de estresse (fatores familiares, conjugais ou profissionais) podem ser gatilhos para a síndrome, especialmente em pessoas com estratégia pouco eficiente de superação de estresse.
✔ Comportamento inadequado perante a doença um constante excesso de cuidado pode aumentar a fixação nas afecções intestinais.


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✔ Afetos negativos ou elaboração inadequada de afeto estados de ansiedade aparentemente impossíveis de se superar (antes de provas, medo
do desemprego ou separação), aborrecimentos não elaborados, hostilidade acentuada, raiva intensa e agressividade levam a contrações intestinais aumentadas, atividade motora e sensação de dor intensificadas. Um intestino irritável pode ser a expressão física de uma pessoa irritada.
✔ Traumas psíquicos como abuso sexual
violência física ou sexual na infância pode ter como consequência um limiar da dor ou afecções intestinais funcionais até a idade adulta.
✔ Adoecimentos psíquicos distúrbios psiquiátricos como distúrbios ansiosos e depressões podem ser comprovados em mais da metade dos sofredores da SII.
✔ Fatores cognitivos conceitos de doenças desfavoráveis e elaboração psíquica falha (a avaliação de uma infecção intestinal inofensiva como doença perigosa, por exemplo).

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Aromaterapia Clínica aplicada:
A aromaterapia clinica trata  a pessoa com problemas de saúde de forma ampla, inicialmente se busca cuidar dos sintomas que ela apresenta, utilizando  OE com propriedades terapeuticas  que atendam as necessidades do quadro clinico,  buscamos também atender a pessoa em suas necessidades relacionadas ao estresse, pois em muitas condições negativas de saúde  o nível de estresse elevado contribui ainda mais para o agravamento do quadro apresentado pela pessoa.   
No tratamento da pessoa que apresenta a Síndrome do Intestino Irritado (SII) pede a indicação de  OE que contenham substâncias químicas de efeito modulador de humor, analgésico, anti-inflamatório, carminativo, relaxante e antiespasmódico. As escolhas dos OE foi feita por  famílias botânicas, as quais seguem abaixo, essas famílias  escolhidas apresentam boa ressonância com a área digestiva, neuroendócrino e sistema nervoso autônomo (nervoso entérico). 
  • Rutaceae - família solar.
  • Apiaeceae - família da digestão
  • Lamiaceae - família dos temperos
  • Asteraceae - família dos nervos
Citrus aurantium
Foeniculum vulgare
Mentha piperita
Matricaria recutita
Rutaceae - Estado de ânimo 
  • Laranja doce - Citrus aurantium var.dulcis
  • Mandarin - Citrus reticulata
  • Limão - Citrus lemon
  • Petitgrain - Citrus aurantium var. amara
  • Neroli - Citrus aurantium var. amara
Excelentes para ser usados no inalador pessoal - use de preferência apenas 2 OE. Pingar  no máximo 5 gotas no total. 
Apiaceae - Equilibradores digestivo
  • Fenel/funcho - Foeniculum vulgare 
  • Coentro - Coriandrum sativum 
Os digestivos da natureza - digestão orgânica e psíquica. Usar em forma de creme para massagear o abdome. Porcentagem de gotas: 1% no total. 
​“A mente é como o estômago. Não é o quanto você coloca dentro dela que conta,
mas o quanto ela digere.” (Albert Jay Nock).

Lamiaceae - Temperos para a vida
  • Pepermint - Mentha piperita
  • Manjerona - Origanum majorana
  • Lavanda - Lavandula angustifolia 
Os elementos que temperam a vida que destemperou, trazem o equilíbrio e a leveza de volta para a vida do indivíduo que se tornou inflexível e o corpo adoeceu e sente muitas dores. Usar em forma de creme, spray, no sabonete liquido base neutra. Não ultrapassar 2%, menta apenas 0.5%. 
Asteraceae - Remédio para  nervos frágeis 
  • Camomila alemã - Matricaria recutita/Matricaria chamomilla  
  • Camomila romana/inglesa - Anthemis nobilis
  • Helichrysum/immortelle - Helichrysum italicum 
O analgésicos e anti-inflamatórios da natureza, acalma indivíduos irritadiços, inflamados, pavio curto, nervos desencapados.  Usar em cremes, sabonetes líquidos e sprays. Não ultrapassar 2% da tabela de dosagem. 
Esses indivíduos geralmente ingerem mais do que digerem, enchem literalmente o ‘prato’ muito além do que a mente e o estômago podem dar conta. O filtro orgânico e psíquico entra em colapso, ocasionando com isto a falta de condição para realizar a síntese. O fenel/funcho é um grande aliado da dieta mental, contribui com a reprogramação da vida. Eliminar os lixos e os excessos que comprometem a qualidade de vida é essencial para uma vida leve.
Ver tabela de porcentagem AQUI

"Mente sã, intestino são" ​toda doença começa no intestino, assim como a saúde também está relacionada com o intestino. Cérebro e Intestinos andam de mãos dadas, ou melhor, de braços dados em tempo integral, tudo que acontece no cérebro reflete no intestino e vice-versa. 
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De acordo com a Aromaterapia Clinica a pratica da expressão dos sentimentos é condição sine qua non para a manutenção da Saúde do intestino e do Bem-Estar do cérebro. 
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    Eu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de  ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos,  levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. 

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