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Aromaterapia Clínica aplicada no tratamento do Herpes

24/4/2015

3 Comentários

 
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Melissa - Melissa officinalis
Visão ortodoxa para o tratamento do herpesvirus 
Entre as centenas de vírus (do  Latim, vírus:  'veneno ou toxina')  que tentam ganhar a vida aproveitando-se da raça humana, nenhum tem mais sucesso ou é mais empreendedor do que o vírus do herpes (do Grego, herpo: arrastar-se, mover-se furtivamente) ou seja, um vírus sorrateiro. Esses vírus adquiriram  a capacidade de hibernar por longos períodos dentro de uma célula, às vezes durante toda a existência do hospedeiro, podendo manifestar quando as condições são favoráveis, passando a contaminar outras pessoas. 
Segundo Dr. Drauzio Varella  existem oito diferentes vírus da família Herpes também conhecida como os herpesvírus ou herpesviridae que podem causar doença em humanos.  Embora façam parte da mesma família, cada um desses vírus age de forma diversa e afeta sistemas diferentes do organismo. As espécies de Herpesviridae mais disseminadas entre os seres humanos são: HSV-1, que causa o herpes labial; HSV-2, responsável pelo herpes genital; varicela zoster, causador da catapora e herpes-zóste,  Epstein-Bar, que causa a mononucleose; e o citomegalovírus.

Os tipos mais comuns de  herpes   são os tipos HSV-1 e HSV-2 
O Herpes tipo 1 (labial) é responsável pelo quadro de herpes oral, que se caracteriza por vermelhidão, ardor e pequenas bolhas preenchidas com líquido claro, comumente na região do lábio ou na parte interna da boca. Geralmente, o primeiro contato com o vírus ocorre durante a infância, através de secreções orais. Em seguida, o vírus se aloja em um neurônio e lá pode permanecer durante toda a vida do indivíduo sem causar qualquer sintoma, em um estado que chamamos de latência. O herpes labial é  também conhecido como 'fogo'.
O Herpes tipo 2 (genital), por outro lado, é o principal responsável pelo quadro de herpes genital. Observamos também vermelhidão, ardor e pequenas bolhas com líquido claro na região da vulva, pênis ou ânus, ou ainda em regiões como nádegas e virilha. Em geral, o primeiro contato com o vírus ocorre na adolescência ou início da vida adulta e as lesões podem ser intensas a ponto de provocar ardor para urinar e desconforto que impede as relações sexuais. Além disso, a presença de lesões pelo Herpes tipo 2 aumenta o risco de contágio por outras doenças sexualmente transmissíveis, incluindo o HIV.


Herpes-zóster, popularmente conhecido como “cobreiro”, as pequenas vesículas que se formam na pele acompanham o trajeto das raízes nervosas,  numa faixa que pega sempre um lado só do corpo. Pode provocar a formação de uma cinta ao redor do corpo, chamado de "Cinto de Rosas Infernais"  devido a severidade da dor que isto causa. Se o ataque for muito severo, as vesículas poderão se transformar em cicatrizes profundas, que se manterão permanentemente dolorosas, condição denominada  'neuralgia pós-herpetica', geralmente idosos são as maiores vitimas desta condição. 
SAIBA MAIS


De acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) mais de 640 milhões de pessoas entre 15 e 49 anos, estão contaminadas com o  herpesvírus. A prevalência aumenta com a idade, uma vez que a infecção é adquirida ao longo da vida. Novamente de acordo com a OMS globalmente mais de 314 milhões de mulheres e 220 milhões de homens tiveram herpes genital HSV-2. 




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O vírus do herpes normalmente entra em estado dormente após a infecção inicial. Mas ele pode ser reativado por qualquer coisa que enfraquece o sistema imunológico e nervoso
Tratamento de acordo com a medicina ortodoxa 
Sendo um medicamento antiviral, o aciclovir (zovirax) é indicado para o tratamento de infecções por vírus. Entretanto, cabe ressalvar que o aciclovir não serve para qualquer virose. Em geral, cada classe de antiviral costuma ser eficaz contra um grupo específico de vírus. O aciclovir, por exemplo, não está indicado para tratar viroses como gripe, resfriado, sarampo, hepatite ou HIV.
SAIBA MAIS
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Também conhecido como ZOVIRAX
ImagemChá de Alecrim
Dicas Nutricionais para contribuir com o tratamento do herpesvirus 

A lisina tem sido relacionada com a diminuição da replicação viral do herpes, por isso aumente o consumo de alimentos como peixes, leite, carnes, queijos, soja, ovos, pois são ricos em lisina, um aminoácido essencial (nosso corpo não produz e devemos ingeri-lo através da alimentação). Já alimentos que contem o aminoácido arginina como oleaginosas (castanhas, nozes, avelã, gergelim, amêndoas e amendoim), milho, coco, uva, aveia, trigo, suco de laranja, devem ser evitados, uma vez que este aminoácido aumenta a replicação do vírus. Um estudo realizado aqui mesmo no Brasil encontrou que o alecrim possui propriedades de inibição replicativa do vírus, por possuir compostos fenólicos. Consuma o alecrim em preparações ou na forma de chá.

SAIBA MAIS
Visão holística para o tratamento do herpesvirus 
Homeopatia 
ImagemA homeopatia é um sistema medicinal alternativo que contempla a totalidade do ser humano em detrimento de doenças isoladas
O tratamento do herpes de acordo com a homeopatia  Recorrentes surtos de herpes pode ser causado por uma variedade de fatores, que vão desde o stress na vida cotidiana como a flutuação da pressão emocional sofrida pelo indivíduo em seu ambiente - familiar, profissional e social.  Um homeopata pode estabelecer  um plano de tratamento a longo prazo, mas,  também existem algumas soluções rápidas para sintomas específicos. No caso da presença de erupção cutânea extremamente dolorosa na área genital pode se fazer uso do Arsenicum álbum; se esses sintomas pioram quando o clima esta mais frio, pode se escolher fazer uso do Hepar Sulph. A Arnica pode ser uma ótima opção para aliviar a  dor, assim como o Sulphur é bem indicado em caso de coceiras. 

Em caso do herpes afetar a mulher antes do período menstrual, a Sépia pode ser utilizado. Recomenda-se que faca uso destes medicamentos homeopáticos separados, não em conjunto. É importante saber  que ao escolher um destes medicamentos, escolher sempre começar por baixa diluição 6C e fazer uso por três ou quatro dias para poder perceber o beneficio da medicação, antes de  mudar para outro medicamento.  

De acordo com a homeopatia indivíduos com probabilidade para desenvolver as doenças causadas pelo vírus do herpes geralmente apresentam comportamento mais irritado, pode perder  o controle ao menor sinal de provocação, tem baixa tolerância a dor; pessoa difícil de se agradar quando a qualidade do humor não esta muito boa, ou ainda pior, quando está adoecido. São geralmente ansiosos e agitados ao cair da tarde para o inicio do anoitecer, podem apresentar  obsessão com  ordem, saúde, limpeza, germes e a morte; pode também apresentar medo de perder o controle, alem de ser extremamente critico consigo mesmo, do  mesmo modo com os outros; geralmente podem criar  expectativas que nem sempre podem ser atingidas. Por fim pode desenvolver ideias obsessivas sobre religião, princípios morais or ansiedade irracional sobre saúde e doença. Este padrão, em sua fase extremamente negativa, como descrito  acima, pode abrir  um imenso campo facilitador  para a invasão do vírus do herpes, uma vez que  a pessoa já se encontra em estado de 'autoenvenamento' mental e emocional.  De fato,  pensamentos e emoções  influenciam o sistema imunológico, e assim sendo,  t
ratar a pessoa e não a doença  terminantemente   ira  ajuda-la  a se fortalecer interiormente e,  na medida em  que ela  passa a se conhecer melhor, seguramente isto  trará  benefícios valiosos para sua vida, e como resultado positivo a manifestação frequente  do vírus do herpes, deixara de ser um incomodo. 

Cremes a base de ervas para tratar o herpes 
Gel Fitoterápico produzido no Brasil
 para tratamento do Herpes
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Unha-de-gato - Uncaria tomentosa.
Creme Fitoterápico produzido na Alemanha 
para tratamento do Herpes 
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Melissa - Melissa officinallis
Os Óleos Essenciais (OE) mais  estudados e Pesquisados para o tratamento do herpesvirus 
ImagemOs OEs mais estudados e pesquisados para tratar o herpesvirus apresentam propriedades imunoestimulante, virótico, antiinflamatório, analgésico e tónico para os nervos

Melissa - Melissa officinalis 
Estudos mostram que o OE extraído desta erva tem grande poder de ação curativa para o tratamento do herpesvirus. Isto ocorre devido aos seus componentes químicos  os aldeídos citral, citronelal e geranial, ácidos fenolicos e ácido rosmarínico (substancia indicada como  atuante contra o herpes) e varias outras. Um excelente zelador dos nervos, age especialmente em processo digestivo lento e doloridos gerado pelo excesso de estresse mental e emocional. 






Estudos realizado na Alemanha em 2010  demonstrou que o OE de Tea tree reduziu a atividade do herpes simples HSV1 em 80%, isto comprova estudo anterior (2001), também realizado na Alemanha com os três OEs citados abaixo  e seus efeitos  positivo  no tratamento do herpesvirus  
Tea tree - Melaleuca alternifolia
Eucaliptos - Eucaliptus globulus 
Tomilho - Thymus vulgares - ct timol

Vários estudos foram publicados, de acordo com Jane Buckle, sobre os OEs aqui citados e seus componentes químicos favoráveis para o tratamento do herpesvirus. 
Mirta - Myrtus communis 
Tea tree - Melaleuca alternifolia
Eucaliptos - Eucaliptus globulus 
Ravansara - Ravansara aromatica
Cravo - Eugenia caryophyllus
Gengibre - Zingiber officinale 
Tomilho - Thyme vulgaris 
Hyssop - Hyssop officinalis 
Sandalo - Sandalum album 
Camomila alema - Matricaria recutita
Lavanda - Lavandula angustifolia
Alecrim - Rosemarinuns officinalis
Manjerona - Origanun majorana 

Para uma boa escolha, sobre qual ou quais OEs indicar ao sofredor da herpes,  o profissional deverá realizar uma consulta completa, deste modo,  poderá fazer sua escolha de forma assertiva, com boas chances de êxito no tratamento.

Um profissional bem treinado  na área da aromaterapia clinica saberá conduzir uma consulta completa e prescrever o tratamento adequado para seu cliente. 
Se você deseja se tornar um Aromaterapeuta Clinico qualificado indico o curso Professional Aromatherapy Diploma 
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3 Comentários
Fábia
23/11/2016 05:12:58 pm

Matéria excelente, de gde ajuda! Gratidão!

Responder
Tratamentos Naturais link
3/3/2017 10:21:28 am

Depois que descobri as Terapias Naturais dificilmente tomo algum remédio alopático. Mas na verdade quase nunca fico doente, penso que é consequência do uso das terapias naturais. OE de Tea Tree é um curingão por aqui... Sou apaixonada pela Aromaterapia. Parabéns pelo artigo!

Responder
naldo
24/12/2017 02:58:50 pm

Uso valeriana composta e tenho tido bons resultados...

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    Eu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de  ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos,  levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. 

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