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Aromaterapia Clínica e Mialgia (Dor Muscular).

5/3/2020

2 Comentários

 
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Mialgia ou dor muscular pode surgir por conta do excesso de atividades físicas ou ser o sintoma de algumas doenças, até mesmo a depressão pode causar dores musculares. 
Sentir algum incômodo ou dor  muscular depois da pratica de exercícios físicos, especialmente no inicio, é normal, mas, em pouco tempo a dor vai embora e fica os efeitos do fortalecimento muscular como  recompensa
As dores musculares manifestam-se na maior parte das vezes sob a forma de dores nos músculos, cãibras ou tensões. Na maioria dos casos, a base para as dores musculares reside numa sobrecarga do corpo e da sua musculatura, fortes esforços podem ocasionar um aumento da tensão muscular danoso para a saúde,  o que por sua vez desencadeia ainda mais dor. O estresse elevado também pode causar dores não apenas na musculatura mas, também nas articulações. 
Mialgia, ou dor muscular, é mais comum do que pensamos. Cada vez mais profissionais estão relacionando as dores musculares as atividades cotidianas, somado ao estresse fisico e emocional. É de extrema importância que se faça um diagnóstico apropriado para que o tratamento possa ser bem direcionado. 
O que dizem alguns profissionais sobre as estatísticas de sofredores de dores musculares:

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Áreas de dor mais comum de acordo com as  queixas levadas aos médicos, de acordo com o site VivaBem,  destacam-se as dores nas regiões do pescoço e ombros, que representam 15% a 20% dos casos.  ​

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Embora não existam estatísticas específicas sobre a incidência de dor muscular no Brasil e no mundo, sabe-se que aproximadamente 80% das pessoas já sentiram ou se queixaram deste tipo de dor alguma vez na vida. A informação é da médica fisiatra  Dra. Lin Tchia Yeng.

Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED),

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As mulheres são as maiores  vitimas das dores musculares provocadas, principalmente,  pela pesada rotina do dia a dia. 

​Segunda a Dra. Ana Santoro, gerente médica da GSK Consumer Healthcare Brasil as  dores podem ser entendidas como uma epidemia global silenciosa, ela diz que  a dor apresenta um impacto muito grande no bem-estar, na vida social, no trabalho, na vida familiar e na vida amorosa. Mas muitos ainda consideram o problema um tabu e encaram a dor como sendo um assunto pessoal, não vendo a necessidade de falar sobre ela. E as mulheres acabam sendo as mais afetadas por esse incômodo diário.
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Comumente as dores musculares se manifestem nas costas, no pescoço e nos ombros como resultado do estilo de vida contemporâneo.
Mulher moderna e o desafio das muitas atribuições. 
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A mulher vem vencendo muitas batalhas ao longo dos últimos anos. Muitas funções que  não podiam ser desenvolvidas por elas,  hoje têm grande atuação feminina. A mulher moderna soma valiosas  conquistas tais  como a sua inserção no mercado de trabalho, independência financeira, direito político, sua liberdade sexual, enfim, o direito de escolha da mulher se alastrou por todas as áreas de sua vida.  MAS, sim, um grande MAS, junto com todas  essas conquistas vieram os desafios os quais a mulher batalha para aprender a gerenciar, e entre eles, um dos mais comuns na vida da mulher moderna são as  dores no corpo. Os consultórios médicos e psicológicos estão lotados de mulheres doloridas nos níveis fisico e psíquico. 

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 Na vida moderna, a mulher ganhou novas atribuições. É mãe, mulher, esposa, filha, cuidadora do lar, profissional, etc. 

UNIMED

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Uma breve passagem pelas dores feminina: 
Dor é uma experiência sensorial ou emocional extremamente desconfortável e  ocorre em diferentes graus de intensidade. As dores femininas podem ter origens variadas, provocam intenso e recorrente sofrimento, que pode se arrastar por anos sem diagnóstico e interferir na autoestima e na qualidade de vida das mulheres. 
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EM 59% DAS MULHERES, A CÓLICA MENSTRUAL VEM ACOMPANHADA DE DORES DE CABEÇA E, EM 46% DELAS, HÁ DORES NAS COSTAS.
PRINCIPAL DOR FEMININA, A CÓLICA MENSTRUAL AFETA 75% DAS MULHERES
A ENDOMETRIOSE AFETA MAIS DE 175 MILHÕES DE MULHERES NO MUNDO

ONDE DÓI MAIS? 
OMBROS: 65%
COSTAS: 22%
PESCOÇO: 11%
 BRAÇO: 2%

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SempreBem

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Sabemos que quase todo mundo em algum momento da vida (homem ou mulher) terá mialgia, ou seja dor muscular, e uma vez que há músculos  em quase todas as partes do corpo humano, portanto,  esse tipo de dor pode ser sentida praticamente em qualquer parte do corpo. E, como já mencionado, a  maior parte dos casos de mialgia resultam de muito estresse físico e psíquico, tensão em excesso,  esforço excessivo ou atividade física também em excesso, ou seja, resultam praticamente  do estilo de vida que a pessoa adota. 

Concluindo, não é fácil conviver com dor,  ainda mais quando ela é persistente, como no caso da Mialgia (dor muscular). Portanto, é imprescindível  que a pessoa que sofre com dores musculares procure por ajuda medica, busque pelo diagnostico correto, para que  assim possa direcionar um bom  programa de tratamento, evitando com isto,  que a dor se torne crônica. 

Materia completa sobre DOR clique AQUI 

O que a Aromaterapia Clínica pode fazer:
Ela pode ajudar  o indivíduo a gerenciar melhor sua vida,  para que ele possa  desfrutar de boa saúde,  bem-estar e  qualidade de vida. E, para que isto ocorra,  o profissional Aromaterapeuta Clínico, deverá  realizar o atendimento do cliente com o olhar  clinico e holístico, ou seja,  ele não focará somente na dor que a pessoa relata sentir, ele tambem  busca saber quais  são as outras  condições  que acompanham a dor, exemplos: ansiedade, depressão,  insônia, disfunção alimentar  e outras,  que possam existir, e claro, não deixa de checar  se seus genitores sofrem do mesmo  problema. 
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​E finalmente, o profissional não fará o fechamento do atendimento sem checar os níveis de estresse (físico e psíquico)  e tensão  que a pessoa carrega consigo, além da dor.  
Quais óleos essenciais (OE) podem   oferecer ajuda terapeutica para contribuir com o tratamento do cliente, sim, contribuir com o tratamento, pois a Aromaterapia Clínica não pretende, de forma alguma,  afirmar que os OE são soberanos por si só no  tratamento da mialgia (dor muscular), eles são elementos terapêuticos  que irão contribuir com o tratamento, fazendo a parte que lhes cabe fazer, se forem prescritos adequadamente pelo profissional. 
Os OE que contêm bom potencial terapêutico para o quadro aqui relatado devem aqueles que apresentem boa ação analgésica, antiespasmódico, relaxante, ansiolítico e anti-inflamatório. A escolha fica por conta do profissional, pois ele levará em conta se a dor é aguda ou crônica, qual  área do corpo  sofre com a dor, intensidade da dor,  o grau de tensão do cliente todos estes quesitos o ajudará a  fazer suas escolhas que possam ser assertivas para este cliente. A escolha dos OE podem ser baseadas nos elementos:
  • Químico
  • Botânico 
  • Órgãos  da planta (folhas, flores, raizes, cascas, madeira e sementes) 
Os OE  ricos nas substâncias químicas citados abaixo  são bem recomendados: 
  • ésteres; 
  • álcoois; 
  • aldeído;  
  • monoterpenos;  
  • sesquiterpenos;
Certamente que esses elementos apresentam boas atividades terapêuticas e, se bem escolhidos, irão contribuir imensamente  com o tratamento do cliente. 
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Segue uma pequena lista de famílias botânicas que produzem  plantas ricas nos elementos químicos acima citados. Labiatae, asteráceae, cupressaceae, caprifoleaceae, burceraceae, zingiberaceae, lauraceae, cannabaceae.
Citei apenas algumas, mas, o profissional com boa formação poderá, com certeza,   pensar em outras famílias. 
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Trago para o leitor alguns  exemplos de  OE que o profissional poderá escolher para o tratamento da dor. 
  • Lavanda - Lavandula angustifolia 
  • Peppermint - Mentha piperita 
  • Manjerona - Origanum majorana 
  • Catnip - Nepeta cataria 
  • Patchouli - Pogostemon cablin 
  • Melissa - Melissa officinalis 
  • Alecrim - Rosmarinus officinalis 
  • Camomila romana e alemã - Anthemis nobilis e Matricaria recutita 
  • Helichrysum (imortelle) - Helichrysum italicum 
  • Cipreste - Cupressus sempervirens 
  • Juniper/Zimbro - Juniperus communis 
  • Valeriana - Valeriam officinalis 
  • Frankincense - Boswellia sacra 
  • Plai - Zingiber cassumunar 
  • Canela (folha)  - Cinnamomum zeylanicum 
  • Litsea (May Chang) - Litsea cubeba  
  • Hemp - Cannabis sativa 
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A aromaterapia clínica preza  por uma vida com mais amor e menos dor! 
ALERTA! Não se auto medique, busque sempre o acompanhamento de um profissional qualificado. A aromaterapia clínica não substitui outras terapias, trabalha junto. Outra questão de extrema importância, não aceite indicação de OE de vendedores de via Marketing Multi Nível (MMN), pois a  grande maioria desses vendedores não sabem nada de Aromaterapia, são apenas propagadores de uso de OE pelas redes sociais. ​
2 Comentários
Maria Helena
11/10/2021 12:44:40 pm

Sem um profissional para orientar como saber qual o OE mais adequado para cada intensidade de dor? grata

Responder
Vera
11/10/2021 08:03:41 pm

Somente com ajuda de um profissional, aromaterapia nao tem dicas ou receitas, aqueles que o fazem, o fazem por serem levianos com o sofrimento do outro.

Responder



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    Eu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de  ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos,  levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. 

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