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Aromaterapia Clínica -  dor de Cabeça e Dorsalgia

31/3/2015

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS): 30% da população mundial convive com alguma sensação dolorosa constante
De acordo com Dr. Drauzio Varella cerca de um terço da população apresentará algum tipo de dor crônica durante a vida. À medida que vivemos mais, cresce o número de pessoas com dores na coluna, articulações, doenças reumáticas, câncer, degenerações ou inflamações nos órgãos internos e outros problemas que podem provocar dores crônicas. Dor é uma sensação que surge quando há ameaça de dano aos tecidos. Senti-la é fundamental para manter a integridade do organismo. Doenças que alteram a sensibilidade estão associadas ao aparecimento de traumatismos e ferimentos imperceptíveis. É o caso das ulcerações que costumam surgir nos pés dos diabéticos portadores de neuropatias nos membros inferiores, por exemplo...
Texto Completo
A Associação Internacional dos Estudos da Dor define a sensação como uma experiência física e emocional desagradável, associada ou relacionada a lesão real ou potencial dos tecidos.  Alguns hospitais acreditam que a abordagem para o tratamento da dor deve ser multidisciplinar, ou seja, profissionais de diversas áreas devem atuar conjuntamente para atingir bons resultados no tratamento da pessoa que sofre com dores crônica. Os profissionais devem atuar para eliminar ou controlar a dor,  promovendo melhor qualidade de vida e  bem-estar para o paciente. O tratamento multidisciplinar pode ser a chave para se atingir bons resultados, pois se pode combinar diferentes atividades como tais como: fisioterapia, acupuntura, atividades física, yoga, pilates, psicologia, terapia floral, homeopatia, fitoterapia e aromaterapia clínica. De acordo com a Revista Mente e Cérebro 40 milhões de brasileiros vivem o drama da dor crônica. 
 dor crônica
Segundo a OMS quando o quadro doloroso persiste por mais de três meses. Além disso, a resposta neural à dor persevera mesmo quando a causa inicial é tratada.
Dor de Cabeça 
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Um estudo da OMS revelou que a dor de cabeça é um dos problemas de saúde mais comuns em todo o mundo. A dor de cabeça atinge 75% da população mundial, entre 18 e 65 anos,  de acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).  Existem mais de 150 tipos do problema, também chamado de cefaleia, que se manifestam de diferentes formas e intensidades.  

Segundo matéria da revista Mente e Cérebro - 'O tormento da enxaqueca' um estudo publicado na edição on-line da Neurology, periódico oficial da Academia Americana de Neurologia, revelou que pacientes com enxaqueca correm maior risco de apresentar hipertensão arterial, diabetes e colesterol alto – considerados fatores de risco vascular. E, embora esses distúrbios tenham explicações genéticas, aparecem vinculados também com "hábitos de vida." Portanto, é fundamental prevenir, e a primeira providência é ter hábitos saudáveis e evitar excessos. Quanto mais estressada fica a pessoa, mais frequentes costumam ser as crises. Por isso, conhecer o próprio corpo e seus limites é fundamental. Nesse sentido, o exercício físico prazeroso, o uso de técnicas de meditação e relaxamento, (massagem relaxante) e até a psicoterapia, que ajuda a pessoa lidar com os seus conflitos, podem ser determinantes na melhoria da qualidade de vida.
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Dor de cabeça de acordo com a metafísica 
David Hoffmann autor do livro Compreendendo as Doenças diz que as  causas mais comuns podem ser: retração (tensão) e ou medo, ou desgosto e tristeza. 
"Por mais estranho que pareça, no cérebro em si não existem receptores sensoriais. Desta forma, esse sintoma, extremamente comum, é quase sempre causado pela pressão sobre as meninges ou por tensão muscular de uma patologia intra cerebral, mas é obviamente importante excluir esta última. As assim chamadas "dores de cabeça por tensão" são resultado da contração muscular na nuca (proveniente de retração e medo) ou no couro cabeludo e ao redor dos olhos (desgosto e tristeza). Caracterizam-se, assim, por serem sentidas como uma forma de tensão na nuca ou nos olhos que aumenta no decorrer do dia, mas que, geralmente, alivia com o sono.

Os óleos essenciais (OE) mais apropriados para ajudar a tratar dor de cabeça por Retração e ou Medo, são aqueles que promovem relaxamento para o sistema nervoso e, também ajuda a diminuir a hiperatividade do sistema nervoso simpático. 

Lavanda - Lavandula angustifolia
Camomila Romana - Anthemis nobilis
Peppermint - Mentha x piperita
Ylang ylang - Cananga odorara
Gerânio - Pelargonium graveolens 
Manjerona - Origanum majorana 

Os (OEs) mais apropriados para ajudar a tratar dor de cabeça por Desgosto e Tristeza são aqueles que atuam como bons desintoxicantes dos órgãos excretores, esses (OEs) também são fabulosos para promover a limpeza de toxinas no campo emocional, são tônicos para os pulmões, órgão onde a tristeza e o desgosto fazem morada debilitando suas atividades. 

Rosa - Rosa damascena
Frankincense - Boswellia carterii
Bergamota - Citrus bergamia
Manjerona - Origanun majorona
Melissa - Melissa officinalis
Cipreste - Cupressus sempervirens
Laranja amarga - Citrus aurantium var. amara
Limão - Citrus limon 
Juniper berry - Juniperus communis


Dor nas costas ou dorsalgia
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De acordo com a OMS  80% da população mundial teve ou terá pelo meno um episódio de dorsalgia ao longo da vida - e muitas vezes a causa é psicológica; felizmente, relaxamento muscular, psicoterapia, elaboração de um diário ou adaptação do local de trabalho reduzem o problema de forma efetiva. Lumbago, hérnia de disco, lombalgia ou, quando a dor irradia para a perna, ciática. Esses termos referem-se a algumas das dorsalgias que afetam 36% dos adultos brasileiros de forma crônica, segundo estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado em 2010.

O efeito sobre a qualidade de vida daqueles que enfrentam o problema é relevante: o sofrimento não é ape­nas físico, também traz consequências psíquicas e sociais. Limitações na vida diária - desde a impossibilidade de fazer compras ou planejar o tempo livre até a incapacidade de trabalhar - agravam o problema e, muitas vezes, desenca­deiam ansiedade e depressão. Algumas pessoas reagem ao estresse com um forte retesamento dos músculos, principalmente na região da cervical e das costas.
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Dorsalgia de acordo com a metafísica
Tristeza que fere

Uma pesquisa do Instituto Robert Koch mostrou quanto o que sentimos e pensamos pode afetar a coluna. Segundo o estudo, as pessoas com tendências depressivas sofrem duas vezes mais de dores nas costas. Um experimento realizado pelo médico Marcus Schiltenwolf, do Hospital Ortopédico Universitário de Heidelberg, desenvolvido com 102 homens e mulheres revelou que pacien­tes com dorsalgia frequente­mente se queixam de outros problemas - principalmente psíquicos. Esse resultado com­prova o que psicólogos e médi­cos mais atentos já percebem em seus consultórios: dores crônicas nas costas raramente representam um quadro isola­do. Não por acaso é a coluna vertebral que sustenta o corpo, e golpes emocionais terminam por afetar esse equilíbrio, o que resulta em dor. Os cientistas observaram, entre outras coisas, que pacientes com padrões de pensamento ne­gativos tendiam mais a desenvolver a dorsalgia crônica. Os afetados têm mais inclinação, por exemplo, a enxergar possibilidades de catás­trofes, têm medo de que sua doença se torne insuportável, ficam remoendo ideias e pouco acreditam em melhora e menos ainda em cura. O estresse, preocupações ou medos relaciona­dos ao futuro também aumentam o risco de um desdobramento crônico.
Matéria Completa
Os (OEs) mais indicados para contribuir no tratamento da dorsalgia são aqueles que apresentam efeito analgésico, antiespasmódico, relaxante muscular e nervoso e desentoxicantes do organismo.

Eucaliptus -  E. staigeriana e smithii 
Alecrim - Rosemarinus officinalis 
Menta - Mentha piperita 
Juniper berry - Juniperus communis
Grapefruit - Citrus paradisi
Laranja amarga - Citrus aurantium var. amara
Limão - Citrus limon 
Pimenta preta - Piper nigrum
Gengibre - Zingeber officinalis 
Lavanda - Lavandula officinalis
Rosa - Rosa damascena 
Ylang ylang - Cananga odorata


"A dor surge quando o indivíduo está impossibilitado de manifestar suas percepções, sobrecarregando o sistema orgânico de necessidades que não são satisfeitas (frustrações, angústias, repressões, medo, raiva...)."
SAIBA MAIS
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Forma de uso para as duas condições: Diluído em creme base ou óleo vegetal no roll on ou ainda no inalador pessoal. Massagem semanal também oferece grande beneficio para relaxar os músculos tensos, aliviar tensão nervosa e desintoxicar o organismo. 
FORMAS DE USO
Cuide do seu corpo com mais carinho e menos remédio 
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Duas dicas para o  combate à dor segundo a psicóloga  Andrea Portnoi, coordenadora de psicologia do Grupo de Dor do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP). 
 
• Psicoterapia: “A psicoterapia ajuda a acessar os recursos internos que temos para combater a dor. A ciência já comprovou que sentimentos de esperança liberam endorfinas”.

• Hábitos simples: Incluir na dieta alimentos ricos em triptofano, como nozes e mel, e praticar exercícios regularmente são medidas de prevenção. A fisioterapia e acupuntura são tratamentos com eficiência comprovada. 


Os riscos do consumo excessivo de remédios para dor 
Nas prateleiras das farmácias de todo o Brasil, bem ao alcance das mãos, os analgésicos são como “lobo em pele de cordeiro”. Nos Estados Unidos, são 15 mil mortes por ano causadas pela overdose desses medicamentos. Aqui, médicos acendem o alerta e consideram que o mundo está vivendo uma pandemia do consumo indiscriminado do remédio para dor, que parece inofensivo, mas não é. Tomar analgésico em excesso pode passar aquela simples dorzinha de cabeça para uma doença crônica, além de causar danos nos rins, fígado, sistema gastrointestinal e até mesmo esconder problemas graves, como um tumor cerebral. Dados compilados pelo IMS Health  mostram que, em valor, os três remédios mais vendidos no Brasil são analgésicos (Dorflex, Torsilax e Neosaldina). Entre novembro do ano passado e deste ano, o segmento movimentou mais de R$ 2 bilhões e vendeu mais de 166 milhões de caixas.
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    Eu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de  ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos,  levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. 

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