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“Vício é tudo aquilo que escraviza o homem e o faz refém dos seus instintos” Todos sabemos que enfrentar um vício não é tarefa fácil, nem para quem tenta resistir à tentação nem para os mais próximos, sejam familiares ou amigos. Um vício não traz apenas efeitos físicos, há inúmeras recaídas e toda a carga psicológica associada. E como bem diz Scott Glassman, diretor do Conselho de Saúde Mental da Faculdade de Medicina Osteopática da Filadelfia EUA: O vício é a busca pelo prazer e a fuga do desagrado. /
Quando falamos em vício, a primeira coisa que vem à cabeça é o álcool e as drogas. Porém, o que muita gente esquece é que o vício não se limita somente a isso, mas a uma série de fatores que fazem desse problema algo muito mais profundo do que pensamos.
A palavra vício tem origem do latim “vitium” e significa “falha ou defeito“. Para o dicionário Aurélio, a definição de vício é: Tornar mau, pior, corrompido ou estragado; alterar para enganar; corromper-se, perverter-se, depravar-se. Já para a Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma doença física e psicoemocional. No entanto, a psicologia vai mais à fundo e investiga não só as consequências, mas também as motivações, origens e características do vício e de seus dependentes. A área também entende o vício como um mecanismo de fuga emocional que visa a obtenção de prazer e extinção da dor. /
"A dependência química é entendida como uma doença que envolve aspectos biopsicossociais, e o curso de seu tratamento deve procurar oferecer intervenções nas três áreas para alcançar maior eficácia e efetividade." O instinto humano tende a buscar satisfação constantemente, colocando como prioridade o prazer momentâneo ou duradouro, o culto ao hedonismo, dedicação ao prazer como estilo de vida. Essa busca está associado ao anseio de conquista do homem e a mesma inquietude que o faz criar milhares de coisas novas e surpreendentes, tem o potencial de levá-lo ao caminho do flagelo e autodestruição. Os vícios são considerados doenças que afetam diretamente o sistema nervoso, criando no indivíduo, a dependência. Quando o vício está instalado na mente da pessoa, pode comprometer fortemente seu comportamento e percepção, trazendo-o para um estado que o faz abandonar seu juízo e agir na intenção de saciar suas vontades. Vamos falar sobre alguns vícios considerados como os comuns e seus perigos iniciando pelo alcoolismo:
Possíveis causas do alcoolismo: Problemas emocionais como ansiedade, depressão, angústia, baixa autoestima, abusos psicológico e físico, traumas, insegurança e timidez podem ser grandes facilitadores para alguém começar a beber. Além de tudo isto, o fácil acesso as substâncias etílicas e a genética são elementos que favorecem e aumentam as chances de dependência ao álcool. Geralmente uma das principais portas de entrada para o vício é o desejo de socializar, fazer amigos, enfim, ser aceito em grupos, uma vez que o álcool promove relaxamento, condição que favorece o individuo a se desinibir diante de outras pessoas.
você sabia? O tabaco é uma planta denominada Nicotiana Tabacum da qual é extraída a nicotina, entre outras substâncias altamente tóxicas como terebentina, formol, amônia, naftalina, etc. O tabaco é uma droga que causa tolerância e dependência, e muitas das pessoas que fumam se sentem incapazes de interromper seu uso. /
Estudos mostram que o hábito de fumar é um fator de risco para quase 50 doenças diferentes.
O tabagismo é responsável por:
E finalizando com as drogas ilícitas: /
O relato sobre o uso de drogas pela humanidade, remonta os tempos mais remotos, embora o principal objetivo de sua utilização fosse o alívio da dor ou servisse como parte da realização de rituais de uma determinada cultura. A utilização de substâncias para alterar o estado psíquico é conhecida há mais de 4 mil anos, principalmente pelo povo egípcio, que àquela época já relatava o uso de opiáceos e maconha. A maioria dos medicamentos utilizados na Antiguidade era origináriode plantas. Assim, a palavra "droga" é derivada de droog, que em holandês significa folha seca.
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Tipos de drogas:
Matéria abaixo é de autoria de Maria Alice Fontes cemp.com link no final da matéria. O que é a Dependência Química? Tipos de drogas, efeitos e tratamentos. Por que ocorre a dependência?
Para sustentar os aspectos neurobiológicos da dependência, faz-se necessário mencionar o sistema de recompensa cerebral, responsável pela principal fonte de liberação do neurotransmissor dopamina. Esta substância contida nos neurônios do segmento ventral e cuja liberação ocorre no núcleo accumbens e na área pré-frontal é responsável pelas principais vias do prazer, seja de modo natural, ou através do uso das drogas. Todo esse sistema é responsável pela estimulação prazerosa,
Por causar uma sensação de bem-estar no indivíduo, o uso de drogas pode sererroneamente associado ao alívio de tensões emocionais ou preocupações do indivíduo. forma, entende-se que a droga é capaz de propiciar um amortecimento da vivência dos problemas emocionais de um indivíduo, mantendo-o alheio das dificuldades que deveria enfrentar na vida cotidiana. Um exemplo possível, é o dos indivíduos que apresentam um quadro de intensa ansiedade, e que para minimizar as sensações dele provindas, ingerem álcool todas as vezes que necessitam enfrentar uma situação social. Nesse caso, a dependência química pode se instalar progressivamente de maneira subjacente à ansiedade.
A dependência química é reconhecida como uma doença que afeta o indivíduo no campo biopsicossocial e as estratégias de seu tratamento busca o restabelecimento físico, psicológico e a reinserção social do dependente. O tratamento da dependência química é muito complexo, e seu sucesso e efetividade estão intimamente ligados ao grau de motivação do indivíduo. Os sintomas da dependência não diferem em grande escala de pessoa para pessoa, mas a motivação para a mudança se apresenta de uma determinada forma para cada um, sendo assim, variável. Após uma avaliação do quadro, o tratamento mais indicado será discutido junto com o dependente, sua família e a equipe multidisciplinar. A importância do psicologo:
Aromaterapia Clínica aplicada nos vícios:
ALERTA! Não se auto medique, não aceite indicação de OE de vendedores de via MMN Marketing Multi Nível, a grande maioria deles não sabem nada de Aromaterapia, são apenas propagadores de uso de OE pelas redes sociais. Não banalize o sofrimento alheio, trate o individuo que luta contra os vícios com respeito. Não indique OE para pessoas que sofrem com a dependência de substâncias nocivas apenas porque você é um vendedor de OE, não seja leviano com o sofrimento alheio. Indique um profissional.
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AutorEu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos, levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. Arquivos
Setembro 2024
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