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Criatividade é usar o cérebro de um jeito diferente - Suzana Herculano-Houzel
Leia com muita atenção este texto, principalmente os dois primeiros parágrafos!
Não, ela não é obra do lado direito do cérebro, apesar do que pregam as várias oficinas e livros que pedem seu dinheiro em troca de dicas para “desenvolver o lado direito do seu cérebro”. Nem a criatividade, nem a arte, nem a emoção são funções do lado direito do seu cérebro – e sim de várias estruturas diferentes, espalhadas órgão afora, e de seus dois lados.
A lenda vem de meados do século 19, quando a neurociência era ainda recém-nascida. Quase nada se conhecia sobre o funcionamento do cérebro, mas a descoberta de que a produção da fala depende do hemisfério esquerdo, anunciada por Paul Broca em 1861, suscitou uma revisão pela biologia do conceito de que os dois lados do corpo são equivalentes. Uma tabela publicada no final daquele século ilustra a proposta de revisão: o lado esquerdo, relacionado à fala, seria “logicamente” também associado à racionalidade, à volição, ao consciente, e à masculinidade, e... à cor branca da pele (ou seja, tudo aquilo que o homem branco europeu, o dono do mundo na época, associava a si mesmo). O que sobrou para o outro lado do cérebro? Ora, a irracionalidade, o emocional, o inconsciente, a feminilidade, e... a cor escura da pele. E a criatividade entrou de gaiata na história como mais uma propriedade do “lado direito, emocional, do cérebro”. Cento e cinquenta anos mais tarde, a neurociência atesta que lateralização funcional existe, sim – mas apenas em relação à linguagem (mais ao lado esquerdo) e à atenção (mais ao lado direito). Não há diferença no grau de lateralização entre homens e mulheres, nenhum tipo de evidência de que qualquer lado do cérebro predomine mais ou menos em pessoas diferentes.
E a criatividade, essa capacidade de recombinar informações já existentes para resolver problemas de maneiras novas? Segundo a neurociência, ela resulta de um processo semelhante no cérebro: da combinação “criativa” da atividade de partes do cérebro que já participam em outras funções, e não da atividade de algum “centro da criatividade” cerebral.
No final dos anos 1990, quando se tornou possível acompanhar a atividade cerebral em voluntários acordados e saudáveis, o neurocientista inglês Stephen Kosslyn mostrou que a imaginação – a capacidade de visualizar mentalmente o que não está acessível aos olhos ou outros sentidos – usa as mesmas partes do cérebro que recebem informações dos sentidos.
A criatividade, portanto, pode ser desenvolvida junto com a experiência do mundo. É só o córtex pré-frontal deixar o resto do cérebro se soltar.
Fonte: mentecérebro
De acordo com a autora, desenvolver criatividade, encontrar novos caminhos entre ideias e conceitos depende, sobretudo das informações que o cérebro recebe dos sentidos, e os sentidos dependem de experiencias que você vivencia, logo, você precisa portanto fazer a sua parte e comprometer-se com algumas mudanças de hábitos. Refinar seus sentidos é crucial, assim sendo, estará refinando a capacidade criativa de todo o seu cérebro.
Por exemplo, para favorecer a capacidade criativa de seu cérebro, comece a levar seus sentidos para passear mais, ofereça a eles novas oportunidades de sair do cotidiano que se repete, e não se renova.
Em virtude de tudo que foi mencionado, ao fornecer novos estímulos aos seus sentidos, de forma consciente, você estará oferecendo ao seu cérebro a capacidade de entrar em contato com novos elementos e memoriza-los, e como resultado disto, você estará contribuindo com a sua própria capacidade de construir, reconstruir, criar ou recriar sua vida, em todos os seguimentos importantes, sempre que houver a necessidade de mudanças, com criatividade. Pablo Picasso já dizia: O importante é criar. Nada mais importa; a criação é tudo.
Óleos Essenciais apropriados para o bom desenvolvimento do cérebro
Durante a Idade Média, acreditava-se que Alecrim era capaz de dissipar a negatividade, logo, era usado sob travesseiros para dissipar pesadelos e evitar a visita de espíritos malignos. No século XVI, o herbalista inglês Nicholas Culpeper escreveu em de seus livros: "Alecrim ajuda no fortalecimento do cérebro, memória fraca, e melhora os sentidos."
O Óleo Essencial (OE) de Alecrim tem sido amplamente estudo atualmente por sua capacidade de auxiliar no fortalecimento do cérebro e melhora da capacidade cognitiva e intelectual.
Os pesquisadores Mark Moss e Lorraine Oliver da Northumbria University (UK) submeteram 20 indivíduos em diferentes níveis de vapor de Alecrim, foram avaliados velocidade e precisão em tarefas matemáticas e avaliações de humor. Curiosamente, os resultados indicam que a concentração de 1,8-cineol no sangue está relacionada ao desempenho cognitivo de um indivíduo - com concentrações maiores resultando em melhor desempenho. Os pesquisadores enfatizam que tanto a velocidade como a precisão foram melhoradas.
Duas pesquisas foram realizadas pelos cientistas, a primeira em 2003 e outra em 2012 . A principal diferença entre as pesquisas foram as tarefas que os indivíduos foram solicitados a realizar. Estes estudos realizados sugeriu que a inalação de Alecrim aumenta a precisão em qualquer tipo de tarefa mental, mas a velocidade é melhorada apenas em cálculos matemáticos. Ver Matéria
Outros OE foram experimentados em estudos para a melhora da capacidade cognitiva, com bons resultados, entre eles apresento aqui os mais conhecidos:
A criatividade pode ser aplicada em qualquer área da vida. Ser criativo é saber pensar de forma diferente, é ser original, é saber estabelecer normas que se adequem as suas buscas, é não seguir normas pré-establecidas - Raul Seixas já dizia que a desobediência é uma virtude necessária à criatividade - muito frequentemente essas normas são limitantes, e acima de tudo, ser criativo é não imitar aquilo já foi feito por outros inúmeras vezes.
Saiba também que ser criativo não significa que se deve criar algo do zero, mas, as vezes sugere que algo já existente pode ser inovado, otimizado. Portanto, podemos concluir que criatividade e inovação caminham de mãos dadas! Desperte o ser criativo e curioso que habita em você, para lhe auxiliar nesta jornada existem os OE, façaUSO e seja uma pessoa realizada na vida.
ATENÇÃO - busque sempre o acompanhamento de um profissional qualificado, a aromaterapia clinica não substitui outras terapias, trabalha junto. Para atendimento terapêutico clique AQUI
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AutorEu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos, levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. Arquivos
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