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Óleos Essenciais aplicados na Dor!

18/2/2020

3 Comentários

 
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A dor afeta entre 20% a 30% da população mundial, segundo a Associação Internacional para Estudo da Dor (IASP). Somente no Brasil 40 milhões de brasileiros convivem com algum tipo de dor. De acordo com o Instituto de Medicina (IOM) dor crônica afeta mais 100 milhões de cidadãos americanos. 
Os óleos essenciais  (OE) trabalham em vários níveis no organismo, por este motivo seus efeitos podem ser profundos, e podem ser usados de varias formas para contribuir com o tratamento das    dores em geral. 
Pequeno resumo histórico  da Dor
​Os gregos e romanos foram os primeiros a teorizar sensação e a ideia de que o cérebro e o sistema nervoso tivessem um papel na produção e percepção da dor. Aristóteles foi quem estabeleceu sua ligação com o sistema nervoso central.
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Apenas durante o Renascimento, entre 1400 e 1500 que foram encontradas evidências para esta teoria. Leonardo Da Vinci e seus contemporâneos acreditavam que o cérebro era o órgão responsável pela sensação. Da Vinci também acreditava que era a medula espinhal que transmitia sensações ao cérebro.

Nos séculos XVII e XVIII, o estudo do corpo e das sensações continuou a ser uma fonte de descobrimento para os filósofos. Em 1664 o filósofo francês René Descartes descreveu o que hoje é conhecido como a via da dor. Descartes ilustrou como estímulos como fogo, em contato com o pé, viajam até o cérebro e comparou a sensação de dor com o soar de um sino.
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No século 19 iniciaram-se os avanços científicos para terapia da dor. Médicos descobriram que ópio, morfina, codeína e cocaína poderiam ser utilizados no tratamento do quadro. Essas drogas levaram ao desenvolvimento da aspirina, até hoje o analgésico mais comumente utilizado.

No mesmo século, com o desenvolvimento da seringa hipodérmica a anestesia geral e local foram aperfeiçoadas e aplicadas durante cirurgias.
Principais tipos de Dor:
Consideram-se três tipos:
  1. Dor nociceptiva – é a originada nos nociceptores, mecânicos (esmagamentos e etc.), térmicos (calor ou resfriamento) ou químicos (intoxicação ou envenenamento) junto da área física em que ocorre o estímulo que a origina. A dor nociceptiva consiste na estimulação persistente de nociceptores, seja térmico, químico ou mecânico. Nesta dor ocorre ativação contínua das vias centrais da dor e pode ser identificado em pessoas com câncer, Herpes zoster, entre outras.
  2. Dor neuropática – uma dor provocada por uma lesão ou uma doença no sistema nervoso. Normalmente são descritas como sensações agudas, de queimadura ou de choque eléctrico, ou ainda como sensações de formigueiro. É de difícil tratamento e frequentemente torna-se crônica. É muitas vezes incapacitante. Pode ser acompanhada de processo inflamatório ou não.“Se correr a dor te pega, se ficar a dor te come” Esse é o lema de pessoas que sofrem lesão no sistema nervoso, que podem evoluir com dor neuropática (dor nos nervos, nervos a flor da pele, dor nervosa).
  3. Dor psicológica – é a dor de origem emocional,  pode ser muito incapacitante e de difícil tratamento. O paciente sente dor a partir de pequenos estímulos, que são como que amplificados pelo seu estado emocional de medo, ansiedade, etc.​
Resumo de definição de Dor. 
A Dor é um fenômeno multidimensional, envolvendo aspectos físico-sensoriais e aspectos emocionais. A Associação Internacional para o Estudo da Dor define dor como: Uma experiência sensorial e emocional desagradável associada com danos reais ou potenciais em tecidos, ou assim percepcionada como dano.”
Classificação da dor:
Aguda, crônica e irruptiva (do inglês breakthrough pain). 
Aguda: aparece repentinamente em resposta a uma lesão, pode durar pouco ou muito. As dores agudas periféricas ocorrem por excesso de nocicepção (impulsos transmitidos pelos neurônios que percebem lesões no tecido), isto é, por uma descarga de estímulos dolorosos nos nociceptores (terminações nervosas da dor) provocada por cirurgia, traumas ou queimaduras. De acordo com o  anestesiologista Charles Amaral de Oliveira, presidente da Sobramid, a dor aguda, que ocorre de forma pontual, não deve ser negligenciada, pois é dela que se formam os casos crônicos.
Irruptiva: pode aparecer durante o tratamento de uma dor crônica  aparece subitamente dor aguda de forma intensa, desconhecida e incapacitante, apesar do tratamento analgésico usual e é muito resistente a tratamento. Ocorre em 70% das dores crônicas. Frequentemente associada ao câncer.
Crônica: pode ser definida como, a dor que dura além da cura do ferimento, continua por muitos meses ou mais, ou também a dor associada a doenças crônicas como osteoartrites ou fibromialgia que pode durar meses anos ou o resto da vida, geralmente se trata de dor resistente ao tratamento. Dor crônica, Segundo Jane Buckle é um problema global, somente nos EUA afeta mais de 100 milhões de Americanos, no Reino Unido são mais de 7.8 milhões de pessoas vivendo com dor crônica, na Austrália 1 em 5 australiano convive com dor crônica, e no Japão dor crônica já é uma grande questão nacional. No Brasil, de acordo com a sociedade Brasileira para Estudo da dor,  37% dos brasileiros vivem com dor crônica. A dor crônica, explica Charles de Oliveira,   deixa de ser um sinal e passa a ser a própria doença. 
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Dor física e emocional
A dor física tem componentes biológicos e psicológicos distintos que efetivamente representam o estímulo e a resposta. A biologia da dor é o sinal transmitido através do sistema nervoso central que “algo está errado”.
​A psicologia da dor é a interpretação ou o significado que damos a esse sinal de dor, o discurso interno e crenças internas sobre o assunto, que, em seguida, dirige as nossas reações emocionais.
As facetas biológicas e psicológicas da dor combinam-se para orientar a grande maioria dos nossos recursos internos para a detecção do perigo (real ou imaginário), fazendo soar um alarme contínuo e angustiante que fornece a matéria prima para o sofrimento (a própria dor).

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"A dor surge quando o indivíduo está impossibilitado de manifestar suas percepções, sobrecarregando o sistema orgânico de necessidades que não são satisfeitas (frustrações, angústias, repressões, medo, raiva...)."

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Estudo sobre dor crônica: 
​Um trabalho realizado por profissionais da área da neurologia constatou que a dor crônica provoca degeneração de partes do cérebro humano de uma forma, segundo os estudos, devido à atrofia por excesso de uso – a morte dos neurônios causada pela excitotoxicidade e por agentes inflamatórios descobriu-se também que a dor crônica parece reduzir a capacidade cognitiva e interfere em setores do cérebro (área do córtex pré-frontal, especificamente) ligados a avaliações emocionais, como a tomada de decisões e o controle do comportamento social.
Exames realizados em 26 pacientes que sofriam de dor crônica e constante nas costas a mais de 5 anos revelaram que a dor crônica reduziu drasticamente a substância cinzenta do cérebro dos pacientes. O envelhecimento normal faz a substancia cinzenta atrofiar cerca de 0,5% ao ano, a substancia cinzenta dos pacientes com dor crônica se atrofia mais rapidamente, os pacientes do estudo citado mostraram perdas de 5% a 11% condição que equivalem a dez a vinte anos de envelhecimento.
O processo de envelhecimento normal difere do processo associado à dor crônica de um modo bastante perturbador. Enquanto o envelhecimento provoca atrofia em muitas regiões do cérebro, a dor crônica atrofia especificamente as partes do cérebro cuja função é modular a dor (o tálamo e partes do córtex pré-frontal). Tanto a dor neuropática quanto a inflamatória foram associadas à redução da densidade da substancia cinzenta, mas a dor neuropática causou no cérebro um impacto distinto e muito maior. 

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A perda da densidade cerebral parece ligada à duração da dor, com 1,3cm3 de substancia cinzenta perdido a cada ano de dor crônica. A doença da dor crônica provoca mudanças no cérebro que diminuem as partes encarregadas de modular a dor, o que resulta em aumento da dor, que atrofia ainda mais o cérebro. (O segredo celular do ciclo da dor crônica, pag. 213), Crônicas da Dor. 
A importância da dor  na vida do ser humano
A dor é condição humana, não podemos “não sentir dor”. No processo evolutivo funciona como uma forma avançada de sobrevivência. A dor física permite-nos identificar a grande maioria das coisas que nos podem causar dano imediato, ou servir de alerta para algo no nosso organismo que precisa de cuidados e atenção.
No que diz respeito à dor emocional, poderemos dizer que se assemelha às funções da dor física. Funciona como um alerta de que algo na nossa vida não está acontecendo como desejamos, ou que estamos insatisfeitos em face de algo ou a alguém.

Entre o estímulo que provoca dor emocional e a forma como respondemos à nossa percepção criada, reside a nossa oportunidade de resposta. Isto quer dizer que perante o sentimento de dor emocional (que pode ser pontual e transitório), não 
precisamos necessariamente transformá-lo em sofrimento. No entanto, a forma como respondemos à dor emocional, o enquadramento e atitude que decidimos ter, pode conduzir-nos à vitimização e consequente sofrimento, ou à capacitação e consequente conforto e bem-estar.

Etiologia:
Avaliar a dor é uma tarefa árdua e complexa, já que a percepção da dor envolve tanto aspectos biológicos quanto emocionais, socioculturais, e ambientais. Além disto, a interpretação e avaliação do estímulo da dor é uma experiência estritamente subjetiva e pessoal.Por este motivo, a sensação da dor pode ser alterada por “fatores perceptivos, cognitivos, emocionais e de comportamento” (CARVALHO, 2003, p.103), tais como medo, raiva, ansiedade, depressão, aprendizagem, experiências anteriores, crenças, atitudes, conhecimento, significado simbólico da dor, e possíveis ganhos secundários de ordem econômica, social e afetiva (PIMENTA; PORTNOI, 1999, p.162) assim como “dinâmicas familiares e estratégias de enfrentamento” (YENG et al., 2001, p. 444).
Muitos profissionais acreditam que se deve tratar também a dor emocional, que este procedimento deve ser parte dos cuidados com a dor. Tem se comprovado cada vez mais que a ansiedade e tensão eleva a percepção da dor, enquanto que experiências prazerosas e relaxamento diminuem a percepção da dor, é aqui que os OE podem ter ação positiva.

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A Dor é um fenômeno multidimensional, envolvendo aspectos físico-sensoriais e aspectos emocionais. ​

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Consequências fisiológicas:
Toda dor tem consequências ou impactos no corpo físico.
- Aumenta o ritmo do pulso;
- Aumenta a 
pressão sanguínea;
- 
A respiração acelera;
- Em idosos ou pacientes cardíaco
s pode ocorrer o risco de ataque de angina;
- Pode causar mudanças hormonais por liberar cortisol. Cortisol bloqueia a resposta inflamatória que leva ao alivio da dor, mas pode causar a quebra de proteína e levar a redução da massa muscular, o 
que atrasa o processo de cura.
Situações contribuintes para a dor:
Condições que levam a dor:
• Congestão linfática e circulatória; • Tensão muscular;
• Espasmos;
• Depressão;
• Humor;
• Inflamação;
• Infecção;
• Retraimento social;
• Confusão espiritual;
• Ruína emocional;
• Pensamentos negativos e pessimistas;
• Preocupação em excesso com o futuro ou com pessoas;
• Intolerância e impaciência
; 
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• Rigidez mental.
• Depressão; 
• Insônia;
• Fadiga;
• Medo;
• Raiva;
• Isolamento;
• Temperatura;
​• Experiências traumáticas do passado; 

• Sofrimentos enterrados vivos;
• Massagem.

Redutores da dor:
Por que alguns sofrem mais que outros?
• Estado de ânimo elevado;
• Relaxamento;
• Meditação;
• Manter bom nível de energia; • Sono repositor;
• Empatia e aceitação;
• Bom gerenciamento da ansiedade e do estresse; 
​
• Prática do autoconhecimento.

Essa pergunta ainda não foi inteiramente respondida, mas pesquisas apontam quatro influências predominantes que parecem agir em conjunto:

  Experiências;
  Personalidade;
​  Genética;
  
Gênero.

Segue aqui a lista de todos os tipos de dores (que foram postados neste site) que pode se utilizar os Óleos Essenciais (OE), como complemento do tratamento: 
  • NEVRALGIAS OU NEURALGIAS - Dores nos nervos. 
As dores neuropáticas (nevralgias)  pode ocorrer em diferentes partes do corpo e pode ter diversas causas. Muitas vezes, a causa dessa dor é desconhecida. É mais comum em pessoas mais idosas, mas podem ocorrer em qualquer idade.
  • Neuralgia do trigêmeo 
  • Neuralgia pós-herpética 
  • Ciatalgia
  • Neuralgia do pudendo 
  • Neuralgia do glossofaríngeo 
  • Neuroma de Morton 
​Acesso a matéria AQUI 

  • FIBROMIALGIA:
Síndrome da fibromialgia - é uma forma comum de dores generalizadas e fadiga. A condição é referida como síndrome porque tem um conjunto de sinais e sintomas, que ocorrem juntos. Sinal é o que o médico encontra no exame; sintoma é o que uma pessoa relata ao médico. A fibromialgia é muitas vezes mal interpretada, pois quase todos os seus sintomas são comuns em outras condições.
​Acesso a matéria AQUI

  • MIALGIA  (Dor muscular):
Mialgia ou dor muscular pode surgir por conta do excesso de atividades físicas ou ser o sintoma de algumas doenças, até mesmo a depressão pode causar dores musculares. 
Sentir algum incômodo ou dor  muscular depois da pratica de exercícios físicos, especialmente no inicio, é normal, mas, em pouco tempo a dor vai embora e fica os efeitos do fortalecimento muscular como  recompensa.
Acesso a matéria AQUI 

  • DOR DE CABEÇA:
Dor de cabeça,  uma dor de cabeça 'para' qualquer um.  A dor de cabeça não é um transtorno da vida moderna. O ser humano sempre tentou voltar ao passado para entender o presente. Estudar história, por exemplo, sempre nos leva à reflexão. Será que a dor de cabeça, a cefaléia é tão somente fruto da modernidade, da existência em nossa vida do telefone celular, da internet, cadeias de fast-food? Tudo isso pode até contribuir bastante, mas não é só isso, a dor de cabeça é antiga: há relatos de dores de cabeça e tratamentos para ela desde o Egito antigo. A Dor de Cabeça também  está associada ao padrão de comportamento do Ser Humano.
Acesso a matéria AQUI ​

  • DORSALGIA - FAMOSA DOR NAS COSTAS: 
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS)  80% da população mundial teve ou terá pelo menos um episódio de dorsalgia - dor nas costas ao longo da vida - e muitas vezes a causa é psicológica.
O tratamento das cervicalgias e lombalgias é dividido em  tratamento das causas primárias ou secundárias. O foco deste trabalho aqui está voltado para o tratamento nas condições primarias que envolvem medicamentos que apresentem os efeitos:
  • Analgésicos não opioides 
  • ​​Anti-inflamatórios 
  • Relaxante muscular 
Acesso a matéria AQUI 

  • DOR NAS MÃOS:
O Prof. Dr. Cristiano Zerbini, autor do capítulo de reumatologia do livro Medicina "Mitos & Verdades" (Carla Leonel) alerta sobre uma queixa importante, que chama a atenção dos médicos: “Doutor, quando eu acordo, minhas mãos estão duras, difíceis de abrir e fechar, e só melhoram depois que eu faço alguns exercícios”.  Esta “dureza” nas juntas dos dedos é chamada de rigidez matinal.  A rigidez matinal acontece porque as juntas das mãos estão inflamadas. Podemos até afirmar que, quanto maior o tempo de rigidez, maior é a inflamação. Esta condição é geralmente associada a artrite reumatoide. ​
Acesso a matéria AQUI 
  • DOR NOS  JOELHOS: 
A dor no joelho é um sintoma bastante comum que pode afetar pessoas de todas as idades. De intensidade e duração bastante variadas, o desconforto no joelho pode se apresentar em ambos os lados – joelho direito e esquerdo - bem como ser capaz de produzir inchaço e dificuldade no movimento. A dor pode surgir devido ao desgaste da articulação, ao excesso de peso ou às lesões esportivas. ​
​Acesso a matéria AQUI

  • DOR NOS PÉS: 
​Sofrimentos nos pés são provocados por diversas condições físicas, nesta matéria será abordado a condição conhecida como Fascite Plantar, tenho certeza que muitos dos leitores são familiares com esta doença, pois o índice de sofredores é bem grande. 
​Acesso a matéria AQUI

  • TPM E CÓLICA MENSTRUAL: 
Síndrome pré-menstrual (TPM) é o nome dado aos sintomas físicos, psicológicos e comportamentais que podem ocorrer nas duas semanas antes do período menstrual de uma mulher. De acordo com inúmeros  profissionais da área da Saúde da Mulher a TPM pode atrapalhar as atividades diárias, sejam elas profissionais ou pessoais. Estudos clínicos atestam que a  principal causa da TPM é a alteração hormonal feminina durante o período menstrual, que interfere no sistema nervoso central.
Acesso a matéria AQUI

  • ENDOMETRIOSE:
"Endometriose é uma afecção inflamatória provocada por células do endométrio que, em vez de serem expelidas, migram no sentido oposto e caem nos ovários ou na cavidade abdominal, onde voltam a multiplicar-se e a sangrar. Endometriose profunda é a forma mais grave da doença. As causas ainda não estão bem estabelecidas. Uma das hipóteses é que parte do sangue reflua através das trompas durante a menstruação e se deposite em outros órgãos. Outra hipótese é que a causa seja genética e esteja relacionada com possíveis deficiências do sistema imunológico.
​Acesso a matéria AQUI

A dor é uma sensação tão presente na vida de quem a sente que recebe uma data exclusiva para ser ela. Lembrado em 17 de outubro, o Dia Mundial de Combate à Dor é um dia importante para a conscientização e conhecimento deste problema que, quando constante, pode virar a própria doença.

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A dor pode ser um bom professor...
Quando passamos por algum tipo de dor, geralmente tentamos suprimi-la ou acelerar o processo. Podemos talvez encobrir a nossa dor com um sorriso ou tentar convencer a nós mesmos que tudo é para o melhor. Essas são boas formas de lidarmos com a dor, mas jamais abrindo mão de descobrir o que essa dor veio nos ensinar. A dor pode ser um poderoso professor. Se pudermos simplesmente ficar quietos com ela, poderemos aprender muito a respeito de nós mesmos e do que precisamos mudar para melhorar nossas vidas."
​(Yehuda Berg)

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ALERTA! Não se auto medique, busque sempre o acompanhamento de um profissional qualificado. A aromaterapia clínica não substitui outras terapias, trabalha junto. Outra questão de extrema importância, não aceite indicação de OE de vendedores de via Marketing Multi Nível (MMN), pois a  grande maioria desses vendedores não sabem nada de Aromaterapia, são apenas propagadores de uso de OE pelas redes sociais. ​
Fontes:
AgênciaBrasil 
Apostila -Aromaterapia Clínica Aplicada na Dor e Inflamação - Vera Guedes Aromatherapy
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A vida é movimento  contínuo, 
não deixe que a dor impeça que ela se mantenha  fluindo através de você. 
​Transforme tudo aquilo que está impedindo o fluir da vida. 


3 Comentários
Ernandes
25/3/2020 03:54:56 pm

Sensacional. Absolutamente proveitoso o material!!!

Responder
Vera
25/3/2020 04:03:20 pm

Esse é o trabalho de uma aromaterapeuta clínica que AMA o que faz e respeita o ser humano na sua integralidade. Obrigada por deixar seu comentário aqui. Seja sempre bem-vindo!

Responder
Jorge
20/2/2021 07:54:02 pm

Muito bom o conteúdo da matéria 👍👏👏👏

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    Eu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de  ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos,  levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. 

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