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Um alerta vindo de Portugal sobre o uso excessivo de OE em suas varias maneiras, mas principalmente pela ingestão, pode estar provocando envenenamento nas pessoas. Reprodução da matéria completa publicada em 12/12/2019 com acesso ao original. Óleos essenciais cheiram bem, mas, se ingeridos oralmente, podem causar muitos problemas, incluindo toxicidade severa, pondo a vida em risco. Estudos recentes mostraram que envenenamentos com óleos essenciais têm sido cada vez mais comuns e mais graves na Europa e nos Estados Unidos. Os últimos números divulgados, referentes à Austrália, revelam uma tendência semelhante. De acordo com o artigo publicado em novembro na revista científica The Medical Journal of Australia, o novo estudo analisou dados do NSW Poisons Information Centre de Nova Gales do Sul, que lida com cerca de metade de todas as chamadas para os Centros de Informações sobre Intoxicações em todo o país. Entre julho de 2014 e junho de 2018, a entidade registou 4.412 casos de envenenamento com óleos essenciais, sendo que cerca de dois terços deles envolviam crianças com menos de 15 anos. O número de chamadas aumentou de 1.011 em 2014 e 2015 para 1.177 em 2017 e 2018, representando um aumento considerável de 16%. Os óleos essenciais são, de acordo com o IFLScience, compostos químicos voláteis – que evaporam a baixas temperaturas – que são extraídos do material vegetal através de um processo de destilação que, normalmente, envolve vapor. O seu nome refere-se ao facto de conterem a essência da fragrância da planta e, como tal, são conhecidos pelo seu aroma agradável. Usado em perfumes, sabonetes, queimadores de incenso e auxiliares de aromaterapia, diz-se que os óleos essenciais beneficiam a saúde geral, relaxando o sistema nervoso. No entanto, alguns fornecedores também sugerem a aplicação tópica dos óleos ou a ingestão oral, algo para qual os autores do estudo alertam fortemente. Entre os que entraram em contacto com o NSWPIC, cerca de 80% ingeriramacidentalmente óleos essenciais depois de confundir a garrafa com outra coisa – como xarope para tosse – ou por um erro terapêutico (13%). No entanto, 105 pessoas – 2,4% do total – tomaram deliberadamente os óleos, devido à desinformação sobre a segurança e eficácia de fazê-lo. De acordo com os investigadores, os óleos essenciais podem “causar toxicidade severa quando ingeridos e o risco depende do óleo usado. O início da toxicidade pode ser rápido e pequenas quantidades (tão pequenas como cinco mililitros) podem causar toxicidade com risco de vida em crianças”, explicaram. “Os efeitos clínicos incluem vómitos, depressão ou excitação do sistema nervoso central e pneumonia por aspiração”. Matéria AQUI Este alerta serve para todos, mas, mais diretamente para aqueles que estão envolvidos com vendas pelo sistema MMN pois, muitos destes, não têm a menor noção dos danos que os OE podem causar quando usados em excesso e sem orientação.
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AutorEu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos, levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. Arquivos
Setembro 2024
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