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OUTUBRO ROSA - CONSCIENTIZACAO SOBRE O CÂNCER DE MAMA

5/10/2023

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Outubro, mês do ano que busca atrair as atenções para a importância da prevenção do câncer de mama.
Movimento mundial para a conscientização sobre o câncer de mama. A campanha foi criada em 1997 nos Estados Unidos para  enfatizar a importância de disseminar informações e adotar medidas de prevenção da doença, a fim ajudar as pessoas a terem um diagnóstico precoce, estratégia crucial para o sucesso do tratamento.
Primeiramente, eu gostaria de falar sobre o que é prevenção, essa  palavra que tem sua origem no Latim PRAEVENIRE a qual nos dá as seguintes traduções: PRAE-, "antes" antecipar, perceber previamente, literalmente “chegar antes”,  mais o VENIRE, “vir”, ou seja,  PREVENIR chegar antes do que está por VIR.   Quem “chega antes” tem condições de evitar que algo indesejável aconteça tomando as medidas necessárias.
​Na sequência, falar sobre quem está nesta linha de frente para a prevenção da doença, sim, nós mulheres estamos no foco, somos mais afetadas do que os homens, que também desenvolvem, em baixa porcentagem, o câncer de mama, portanto, eles estão também incluídos. De acordo com o A.C.Camarco Câncer Center  os homens representam apenas 1% dos casos, embora seja raro, ainda assim é importante ficar atento. Grupo de risco entre eles: homens acima dos 60 anos estão entre os pacientes, e são frequentemente aqueles que, cujo familiares apresentam muitos casos de câncer de mama em homens e mulheres, e também o câncer de ovário. 
O que é o câncer de MAMA e sinais da doença: 
É o crescimento descontrolado de células (células dos lobos, células produtoras de leite, ou dos ductos, por onde é drenado o leite), que adquirem características anormais, causadas por uma ou mais mutações no seu material genético. Um caroço no seio ou na axila, alteração na pele da mama, vermelhidão ou descamação do mamilo, microcalcificações que aparecem no exame de rotina, secreção no mamilo ou mesmo dor no mamilo são sinais de alerta. ​
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Mito sobre a genética (GENES):
A maioria das mulheres acometidas pelo câncer de mama não tem familiares com a doença. As estimativas mostram que aproximadamente entre  10% a 15% dos casos têm origem hereditária.
A história familiar, porém, influencia quando o parentesco é de primeiro grau, ou seja, se a mãe, a irmã ou a filha foram diagnosticadas. E ainda mais quando o tumor apareceu antes dos 40 anos. 

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O câncer de mama, assim como qualquer outro tipo de tumor, tem origem genética, porque ocorre a partir de alterações indevidas dos genes durante o processo de multiplicação celular. A questão é que algumas dessas falhas podem estar associadas a fatores hereditários de predisposição.
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Dos cerca de 25 mil genes do corpo humano, duas ou três dezenas destes  protegem a mulher contra o câncer de mama. ​
Quando existem alterações hereditárias em genes desse seleto grupo genes (BRCA1 e BRCA2)  as mulheres ficam mais vulneráveis às agressões ambientais, e isso favorece o desenvolvimento de tumores. Nesse caso, existe uma predisposição genética hereditária. Como já foi mencionado, em torno de 10% a 15% das mulheres com câncer podem apresentar essa condição de vulnerabilidade familiar.  
Essas alterações genéticas podem ser identificadas a partir de exames moleculares para câncer hereditário (testes genéticos germinativos) realizados em centros especializados como a BP Medicina Diagnóstica. A detecção ajudará o médico a estabelecer uma estratégia de prevenção personalizada para cada paciente, bem como para os demais indivíduos da família que possam eventualmente ser portadores da mesma predisposição.
Fatores Ambientais:
Na grande maioria dos tumores, as mutações que provocam o câncer derivam de fatores ambientais tais como tabagismo, dieta inadequada, desequilíbrios hormonais e obesidade, estado de ânimo baixo (depressão e negativismo em relação a si mesmo e a vida) são alguns dos exemplos. Ou seja, podemos dizer que são agressões ambientais que ocorrem ao longo da vida que fazem  aumentar o risco de alterações celulares nas mamas, podendo resultar em câncer. 
Vulnerabilidade genetica:
Para concluir, o fato de ser mais vulnerável (genética),  
não significa que a mulher vai necessariamente desenvolver um câncer de mama. No entanto, é inegável que o risco pode ser maior para aquelas  que apresentam predisposições genéticas familiares, pois os fatores ambientais se somam à vulnerabilidade hereditária já existente. ​Bom motivo para fazer boas reflexões sobre o estilo de vida física e psíquica. 
Estatísticas: 
Segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de mama é a neoplasia mais incidente nas mulheres do mundo, com 2,3 milhões (24,5%) de casos novos. No Brasil, a cada ano do atual triênio 2023-2025, são esperados 73.610 casos.   ​

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Frente ao câncer de mama, valem duas recomendações: prevenção e, na ocorrência da doença, tratamento precoce e personalizado. Para ambas as situações, as ferramentas da oncogenética são fundamentais. 

www.bp.org.br/centros-de-especialidades/oncologia/doencas/cancer-de-mama

BP
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Beneficência Portuguesa de São Paulo

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O câncer na Visão da Medicina Psicossomática - Resumo
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Cada Mulher é única, o tipo de câncer pode ser o mesmo, mas, elas não são iguais.
Por trás do diagnóstico “câncer” oculta-se um padrão que pode se expressar em uma grande variedade de sintomas. Cada um deles afeta toda a existência da pessoa, não importando em qual órgão tenha se originado. Neste ponto, o acontecimento do câncer é demasiado complexo para estar relacionado apenas com o órgão afetado. Sua tendência de propagar-se por todo o corpo mostra
que se trata de toda a pessoa. 
A medicina psicossomática trabalha com três elementos importantes que são os fatores:
  • Psíquicos,
  • Sociais 
  • Imunosupressores
É cada vez maior o número de pesquisadores que reconhecem o papel dos fenômenos psíquicos e psicossociais no desenvolvimento do câncer. Fatores sócioculturais possivelmente associados ao
desenvolvimento do câncer já foram investigados há décadas, mediante extensos questionários e avaliações minuciosas. 
Diferenças de classes sociais, atividades ocupacionais, elementos ambientais e estilo de vida, foram associadas aos variáveis riscos para o câncer. Essas pesquisas têm apontado cada vez mais para os componentes psíquicos emocionais e comportamentais associados ao desenvolvimento de doenças malignas (Cox T, Mackay C, 1982).
Ou seja, já há muito tempo vem sendo estudados os elementos emocionais que acompanham e/ou antecedem o aparecimento das neoplasias. Já são centenas as pesquisas que investigam, nos últimos anos, a relação entre estresse, depressão e a função neuroendócrina e imunológica. Galeno, médico grego do século II, já atribuiu o surgimento do câncer a uma propensão à melancolia.
Há mais de um século, Sir James Paget, definiu o câncer desta forma: “São tão frequentes os casos em que a ansiedade profunda, a esperança adiada e o desapontamento, são rapidamente seguidos pelo crescimento e aumento do tumor, que não podemos duvidar que a depressão mental seja um poderoso complemento para as outras influências que favorecem o desenvolvimento da formação cancerosa.”
Foi sugerido por alguns pesquisadores que existiriam dois grupos principais de fatores que possam estar relacionados a um risco aumentado do câncer:
  • Primeiro - a perda de uma relação importante, o LUTO (frequentemente pai, mãe, filho ou cônjuge).
  • Segundo - a falta de habilidade em expressar sentimentos de dor e sofrimento, ou uma liberação inadequada da emoção. Entre esses sentimentos de perda de relações, o luto parece desempenhar papel preponderante.
Saber vivenciá-lo, seja ele literal ou metafórico, é essencial para a saúde emocional.
O papel dos Sistemas Nervoso central e Imunológico no câncer:
​Os diversos mecanismos psicofisiológico que relacionam as emoções com o início do câncer adquirem força quando se considera o papel do sistema nervoso central na regulação do sistema imunológico. Tem-se verificado que a função imunológica do organismo, mais precisamente a resposta imunológica à estimulação linfocitária, era suprimida em viúvos nos primeiros meses que se seguiram à morte da esposa. Uma supressão menos pronunciada era também observada do quarto ao décimo quarto mês de luto.
​A Medicina Organicista ensina a “ler” a enfermidade, do ponto de vista do médico e do laboratório. A
Medicina Psicossomática, no caso a Psiconcologia, pretende “ler”, escutar e compreender a enfermidade,
o câncer, a partir do paciente.
Aromaterapia e o Câncer de acordo com CANCER RESEARCH – UK
As pessoas em condições oncológicas buscam pela aromaterapia porque, segundo relatos, isso as faz se sentirem bem. Muitos dizem que o uso dos OE pode ajudar a melhorar seu estado de ânimo, humor e otimizar o bem-estar. Alguns OE conferem sensação de acolhimento, pois se sentem ajudados pelo profissional aromaterapeuta, que foi treinado para isto.
​Há alguma evidência de que a massagem de aromaterapia pode ajudar com os seguintes efeitos que se devem ao câncer ou ao tratamento submetido:
✔ Ansiedade
✔ Dor
✔ Depressão
✔ Estresse
✔ Cansaço e Nauseas 
​​Tem sido sugerido que o uso do inalador pessoal com os OE indicados pelo profissional reduz náuseas e vômitos, condições provocadas pelos tratamentos contra o câncer, como quimioterapia e radioterapia. Mas essas alegações não são apoiadas por estudos de pesquisa.
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Outra hipótese que também é levada em alta consideração é de que a aromaterapia pode ajudar das
seguintes formas:
► Impulsionar o sistema imunológico
► Minimizar as incidências de resfriados e infecções bacterianas
► Otimizar o sistema circulatório;
► Aliviar dores de cabeça e promover boa digestão;
► Contribuir para aliviar condições associadas ao período menstrual, que pode ser afetado
pela ação do tratamento
► Favorecer sono repousante
► Promover relaxamento, consequentemente favorecer descanso físico e psíquico
► Melhorar a capacidade de focar os pensamentos em algo positivo
Essas reivindicações não são suportadas por nenhuma pesquisa. Portanto, use apenas sob a orientação de um aromaterapeuta qualificado.
Lista dos OEs mais utilizados por profissionais na Inglaterra para contribuir com o bem-estar do paciente oncológico de acordo com o CANCER RESEARCH-UK
• Lavanda – Lavandula angustifólia
• Alecrim – Rosmarinus officinalis
• Camomilas – Anthemis nobile e Matricaria recutita
• Hortelã pimenta – Mentha x piperita
• Ylang ylang – Cananga odorata
• Manjerona – Origanum majorana
• Limão – Citrus limon


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Uso da Aromaterapia no câncer:
​Entre os vários OE que temos ao nosso dispor, foram escolhidos para atuar nas doenças emocionais que envolvem pacientes oncológicos aqueles que apresentam as seguintes ações:
✔ Antioxidante
✔ Imunoestimulante
✔ Anti-inflamatório
✔ Antidepressivo
✔ Ansiolítico
​Embora o tratamento do câncer não faça parte da prática da aromaterapia, várias investigações
destacam esse potencial do óleo essencial. Estes óleos podem ser usados na prescrição com intenção preventiva, ou quando a manutenção ou melhoria do bem-estar geral é o principal objetivo. (Jennifer Peace Rhind pág. 104, 2016)
A atividade antioxidante é a base de muitas das propriedades terapêuticas atribuídas aos óleos essenciais e seus constituintes, incluindo uma série de efeitos anticancerígeno. Segue alguns dos OE com boas atividades antixoxidantes. Segue alguns dos OE que fazem parte do curso Aromaterapia Doenças das Emoções - Abordagem Psicossomática: 


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Alecrim - Rosmarinus officinalis
Antioxidante: possui atividade antioxidante comprovada, varre radicais livres para fora do corpo. Tem efeito hepatoprotetor (protege os hepatócitos – células hepáticas – contra agentes tóxicos), ajuda a zelar pela saúde do fígado, órgão suscetível à toxicidade química. Acredita-se que os xenobióticos são convertidos em espécie reativa de oxigênio, induzindo assim o estresse oxidativo, provocando danos em macromoléculas.
Bergamota - Citrus aurantium var.bergamia
​Antioxidante: contém l-linalol (antioxidante) e d-limonene (supressor do câncer).
Antidepressivo, analgésico: estudo evidencia que este OE é um bom aliado para suporte no tratamento dos sintomas da dor do câncer e desordens psicológicas que induzem a ansiedade. (Bagetta et al. 2010). Excelente redutor do estresse.
Antidepressivo: auto massagem abdominal pode aumentar a atenção, a vivacidade e a alegria, ao mesmo tempo que aumenta a frequência respiratória.​
Camomila alemã - Matricaria recutita
Cipreste - Cupressus sempervirens
​Antioxidante, antiproliferativo (inibe a multiplicação das células), citotóxico (impede o crescimento de um tecido celular).Anti- inflamatório poderoso.
​Antioxidante e anti-proliferativo.
Cravo - Syzygium aromaticum
​Antioxidante (comparado com o alfa-tocoferol), seu componente principal, o
eugenol, apresenta atividade anti-proliferativo (induz a apoptose – morte celular
programada).
Muitas vezes, por dezenas de razões, as células de nosso corpo precisam morrer, para que não haja complicações mais graves, como no caso de uma invasão da célula por um parasita ou em uma mutação genética, que nesse caso acabaria levando ao câncer. Em situações onde se faz necessário a morte celular, o organismo lança mão de um método muito eficiente para isso, a apoptose. (Site:Portal da Educação)
Antiaterosclerótico e imunoestimulante humoral e celular (imunidade humoral e a imunidade celular são subdivisões da imunidade adquirida).
Gengibre - zingiber officinale
​Imunoestimulante: restaura a resposta imunológica humoral. OE indicado quando ocorre baixo nível de motivação, apatia, indecisão e desconexão com a vida. Antioxidante potente, varre radicais livres do organismo. Seu OE contém boa porcentagem de B-sesquiphellandrene, substância que contém atividade
antioxidante de acordo com Tisserand e Young.
Resumindo: 
A proposta do terapeuta para seu cliente deve estar focada  na indicação do uso dos OE  para prevenir e ou contribuir com o tratamento do sofredor, e alguns dos OE com boas possibilidades para atingir resultados foram  apresentados na matéria, lembrando que existem vários outros OE com boas propriedades terapêuticas para os cuidados com o paciente oncológico. O profissional também deve estar familiarizado com outras formas de terapias que possam contribuir com a qualidade de vida de seu cliente, além disso, fazer sugestões adequadas como dieta alimentar saudável, exercícios físicos, descanso, lazer e a pratica do autoconhecimento. Fortalecer o “terrain”, a casa corpo, é condição sine qua non para se desfrutar de uma Vida com qualidade e bem-estar.  
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Outubro Rosa - o mês que mais trás consciência para a Mulher que deseja ter vida com qualidade. 
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    Eu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de  ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos,  levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. 

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