Por trás do diagnóstico “câncer” oculta-se um padrão que pode se expressar em uma grande variedade de sintomas. Cada um deles afeta toda a existência da pessoa, não importando em qual órgão tenha se originado. Neste ponto, o acontecimento do câncer é demasiado complexo para estar relacionado apenas com o órgão afetado. Sua tendência de propagar-se por todo o corpo mostra que se trata de toda a pessoa. O câncer, sob a forma de fantasma que assombra nossa época, toca, não apenas aqueles que são diretamente afetados, mas toda a sociedade que o transformou em tabu como nenhuma outra afecção. Mais da metade dos afetados pelo câncer morrem, e a taxa em números absolutos de mortes por câncer continua subindo, apesar dos avanços conseguidos pela Medicina. No entanto, graças ao aperfeiçoamento dos métodos de diagnóstico e tratamento, o câncer já não apresenta necessariamente uma sentença de morte. Flagrados em estágio inicial, sessenta por cento dos casos tem cura.
Todo câncer surge pela combinação de fatores ambientais com predisposições genéticas. Trata-se de uma doença geneticamente determinada e constitucionalmente programada. Estímulos externos, químicos, físicos ou biológicos, ou chamados agentes cancerígenos, ao determinar modificações do material genético de uma célula, tornam-se responsáveis pela sua malignização. Um grande passo foi dado com a descoberta dos fatores de risco do câncer:
Sir. James Paget, há mais de um século definiu o câncer: "São tão freqüentes os casos em que a ansiedade profunda, a esperança adiada e o desapontamento, são rapidamente seguidos pelo crescimento e aumento do tumor, que não podemos duvidar que a depressão mental seja um poderoso complemento para as outras influências que favorecem o desenvolvimento da formação cancerosa."
Temoshok (citado por Cox T e Mackay C) sugere que dois grupos principais de fatores possam estar relacionados a um risco aumentado do câncer:
Os diversos mecanismos psicofisiológicos que relacionam as emoções com o início do câncer adquirem força quando se considera o papel do sistema nervoso central na regulação do sistema imunológico. Tem-se verificado que a função imunológica do organismo, mais precisamente a resposta imunológica à estimulação linfocitária, era suprimida em viúvos nos primeiros meses que se seguiam à morte da esposa. Uma supressão menos pronunciada era também observada do quarto ao décimo quarto mês de luto.
Uma única entrevista psicossomática adequada pode nos mostrar que esse mesmo homem está gravemente enfermo, caminhando para desenvolver um câncer.
Entre os vários Óleos Essenciais (OE) que temos ao nosso dispor para atuar na Aromaterapia Clínica aplicada nas doenças emocionais que incluem o câncer daremos especial atenção aos OE com ações: /
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➢ Alecrim (Rosmarinus officinalis): Antioxidante - possui atividade antioxidante comprovada, varre radicais livres para fora do corpo. Tem efeito hepatoprotetor (protege os hepatócitos - células hepáticas- contra agentes tóxicos), ajuda a zelar pela saúde do fígado, órgão suscetível a toxidade química, acredita-se que os xenobioticos são convertidos em espécie reativa de oxigênio, induzindo assim o estresse oxidativo, provocando danos em macromoléculas. Antidepressivo – automassagem abdominal pode aumentar a atenção, a vivacidade e a alegria, ao mesmo tempo que aumenta a frequência respiratória. ➢ Gengibre (Zingiber officinale): Imunoestimulante – restaura a resposta imunológica humoral. OE indicado quando ocorre baixo nível de motivação, apatia, indecisão e desconexão com a vida. ➢ Camomila alemã (Matricaria recutita): Antioxidante, antiproliferativo (inibe a multiplicação das células), citotóxico (impede o crescimento de um tecido celular). Anti-inflamatorio poderoso. ➢ Limão (Citrus limon): Antioxidante e antiaterosclerótico. Antidepressivo, estudo em 2006, mostrou que seus componentes limonene e citral podem diminuir o nível de estresse físico e psíquico por manterem baixa a concentração dos níveis séricos de cortisol. Pode inibir a colinesterase, (Colinesterase aumentada está presente em indivíduos obesos e diabéticos). Eleva o potencial cognitivo. ➢ Rosa (Rosa damascena): Em 2009 foi realizado estudo demonstrando que a absorção transdermal do OE foi capaz de produzir estado de relaxamento, este estudo deu suporte para o uso deste OE para aliviar estresse, depressão e ansiedade, também minimizou irritação e alteração de humor. Anti-inflamatório. ➢ Patchouli (Pogostemon cablin): Imunoestimulante – estudos confirmam que este OE fortalece as atividades imunológicas e a resistência a infecções bacterianas. Anti-inflamatório e calmante – estudo realizado em 2002 mostrou que seu uso via inalação inibiu a atividade do sistema nervoso autônomo simpático, e diminuiu em 40% o nível de adrenalina. Os OE orientados acima (existem vários outros OE que podem ser utilizados), devem ser diluídos em carreadores apropriados, e na porcentagem adequada para a pessoa em tratamento. Ou seja, devem ser recomendados e preparados por profissionais capacitados para trabalhar com pacientes oncológicos. Se você não tem formação em Aromaterapia Clínica, não se aventure a indicar, seja responsável, seja ético. Atenção! A Aromaterapia Clínica não afirma curar doenças oncológicas, mas, sim que atua em conjunto com outras terapias, para o benefício do paciente em tratamento. Fonte: Matéria parcial sobre Aromaterapia Clínica aplicada na Psicossomática e o Câncer - Vera Guedes Aromatherapy ATENÇÃO! Sobre os OE, não se auto medique, busque sempre o acompanhamento de um profissional qualificado. A aromaterapia clínica não substitui outras terapias, trabalha junto. Outra questão de extrema importância, não aceite indicação de OE de vendedores de via Marketing Multi Nível (MMN), pois a grande maioria desses vendedores não sabem nada de Aromaterapia, são apenas propagadores de uso de OE pelas redes sociais.
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AutorEu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos, levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. Arquivos
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