O cérebro intercomunica-se através de impulsos elétricos, estes formam ondas eletromagnéticas de várias frequências, existindo 4 frequências distintas.
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As células cerebrais, especificamente os neurônios, utilizam impulsos elétricos para se comunicarem entre si, além de fazer os músculos contraírem e os membros se moverem. Cada neurônio produz determinada descarga elétrica com o objetivo de este comunicar com os neurônios e outras células vizinhas. Quando esse impulso elétrico é excessivo surge a epilepsia, e quando se “perde” parcialmente até chegar ao destino surge o Parkinson. É evidente que o cérebro possui atividade elétrica, por consequência surgirão ondas eletromagnéticas. Estas por sua vez, podem ser medidas/avaliadas por aparelhos como EEG. Estas ondas elétricas, têm frequências que podem ser medidas em ciclos ou Hertz. A frequência das ondas muda consoante a atividade elétrica dos neurônios que e são associados a alteração de estados de consciência. Podemos então distinguir 4 frequências distintas:
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Os resultados revelaram que o óleo de lavanda causou reduções significativas de pressão arterial, frequência cardíaca e temperatura da pele, o que indica uma diminuição de excitação autonômica. Em termos de respostas de humor, os indivíduos no grupo óleo de lavanda se classificaram como mais ativos, mais relaxado do que os indivíduos que apenas inalaram óleo base de amêndoa doce. Comparado com o óleo base o óleo essencial de lavanda aumentou o poder das atividades cerebrais:
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