Escola Vera Guedes de Aromaterapia
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EFEITOS ADVERSOS DOS ÓLEOS ESSENCIAIS!

10/2/2021

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Motivo do uso dos Óleos Essenciais (OE)
Enxaqueca,   sono e dor no pescoço. 
OE utilizados: MGrain (Manjericao, Manjerona, Lavanda, Peppermint, Camomila romana e  Helichrysum) Deep Relief (Peppermint, Limão   Balsam Fir, Cravo, Wintergreen (Gautéria), Vetiver, Dorado Azul) Palo Santo e Lavanda. Usou totalmente sem diluição. 
Na segunda-feira à noite eu tive uma enxaqueca e não consegui dormir, então apliquei os óleos para ajudar a me acalmar e aliviar a dor. No entanto, não consegui dormir e acordei de manhã com uma erupção dolorosa na pele. Ao longo do dia, fiquei extremamente enjoado e incapaz de comer,  enquanto as manchas vermelhas queimavam, especialmente nas costas. A enxaqueca estava pior do que o normal.
Comentario de Robert Tisserand:
Usar OE durante um episódio de enxaqueca acarreta o risco de piorar a situação. A reação da pele pode ser devido ao uso de óleos essenciais não diluídos.
Fonte da Matéria AQUI 

Óleos Essenciais - Elementos aromáticos naturais produzidos pelas plantas na natureza.  Saiba, eles são entidades químicas complexas (contendo carbono), que são geralmente constituídas por centenas de compostos químicos orgânicos que em combinação são responsáveis ​​pelas muitas propriedades características dos OE. 

Essas características podem incluir propriedades medicinais, tais como atividades antiinflamatórias, cicatrizantes, analgésico, relaxantes ou germicidas, mas, também podem ser responsáveis ​​por qualidades negativas como fotossensibilidade e toxicidade.

​A máxima de que se é natural não faz mal, não é correta, eles podem sim, quando em mãos erradas, causar danos para a saúde da pessoa. 
 
Use com conhecimento e respeito!
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​ATENÇÃO! Busque sempre por um profissional, não use óleos essenciais sem orientação.
​Não caia na falácia de que os OE têm efeitos colaterais do BEM, o que você vê aqui nesta matéria não é nada do bem, mas, sim um problema grave de Dermatite de contato. ​​
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EFEITOS ADVERSOS DOS ÓLEOS ESSENCIAIS!

10/2/2021

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Tipo de reação: DERMATITE DE CONTATO!
Óleo aplicado às 20h de quinta-feira. A criança mostrou o peito às 9 da manhã de sexta-feira com vermelhidão e inchaço. Apliquei óleo de coco duas vezes ao longo de sexta-feira, e  a noite lavei com sabonete e aplicação de banho de aveia.
Óleos Essenciais utilizados puro na região:
Young Living Raven (Eucalyptus Radiata, Limão, Peppermint, Ravintsara e  Wintergreen - oleo de gautéria) 
Comentario de Robert Tisserand: 
Essa reação pode ter ocorrido porque os óleos essenciais foram aplicados sem diluição.
Fonte da Matéria AQUI

Óleos Essenciais - Elementos aromáticos naturais produzidos pelas plantas na natureza.  Saiba, eles são entidades químicas complexas (contendo carbono), que são geralmente constituídas por centenas de compostos químicos orgânicos que em combinação são responsáveis ​​pelas muitas propriedades características dos OE. 

Essas características podem incluir propriedades medicinais, tais como atividades antiinflamatórias, cicatrizantes, analgésico, relaxantes ou germicidas, mas, também podem ser responsáveis ​​por qualidades negativas como fotossensibilidade e toxicidade.

​A máxima de que se é natural não faz mal, não é correta, eles podem sim, quando em mãos erradas, causar danos para a saúde da pessoa. 
 
Use com conhecimento e respeito!
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ATENÇÃO! Busque sempre por um profissional, não use óleos essenciais sem orientação.
​Não caia na falácia de que os OE têm efeitos colaterais do BEM, o que você vê aqui nesta matéria não é nada do bem, mas, sim um problema grave de Dermatite de contato. ​​
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EFEITOS ADVERSOS DOS ÓLEOS ESSENCIAIS!

10/2/2021

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Tipo de reação - DERMATITE DE CONTATO!
Por favor, veja a foto anexa - isso foi causado após a aplicação de óleo de coco fracionado para supostamente contrabalançar a sensação de queimação após derramar o óleo essencial * puro * em minha mão, conforme recomendado pela empresa EO. É muito improvável que o óleo de coco fracionado tenha contribuído para a queima. Provavelmente, a queima do óleo essencial progrediu apesar do uso de FCO.
Óleos Essenciais utilizados puro no local:
Cravo, Limão, Canela casca, Eucalipto radiata e Alecrim
Comentario de Robert Tisserand:
​É pouco  improvável que o óleo de coco fracionado tenha contribuído para a queimadura. Provavelmente, a queimadura causada pelos  óleo essenciais,  progrediu apesar do uso de FCO.
Fonte da Materia AQUI

Óleos Essenciais - Elementos aromáticos naturais produzidos pelas plantas na natureza.  Saiba, eles são entidades químicas complexas (contendo carbono), que são geralmente constituídas por centenas de compostos químicos orgânicos que em combinação são responsáveis ​​pelas muitas propriedades características dos OE. 

Essas características podem incluir propriedades medicinais, tais como atividades antiinflamatórias, cicatrizantes, analgésico, relaxantes ou germicidas, mas, também podem ser responsáveis ​​por qualidades negativas como fotossensibilidade e toxicidade.

​A máxima de que se é natural não faz mal, não é correta, eles podem sim, quando em mãos erradas, causar danos para a saúde da pessoa. 
 
Use com conhecimento e respeito!
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ATENÇÃO! Busque sempre por um profissional, não use óleos essenciais sem orientação.
​Não caia na falácia de que os OE têm efeitos colaterais do BEM, o que você vê aqui nesta matéria não é nada do bem, mas, sim um problema grave de Dermatite de contato. ​
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EFEITOS ADVERSOS DOS ÓLEOS ESSENCIAIS!

10/2/2021

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Tipo de reação - DERMATITE DE CONTATO!
Robert - queria que você soubesse que tive uma reação a uma aplicação tópica. Um dos meus uplines me disse para colocar 2 gotas de óleo de casca de canela e 2 gotas de óleo de hortelã-pimenta em meu frasco de xampu de 400 ml.  Despejei tudo em uma tigela e misturei  com uma colher antes de colocá-lo de volta no frasco (eu sabia que precisava ser bem misturado e sacudir não me pareceu o melhor método). Acabei jogando tudo fora logo depois de tirar essa foto (felizmente eu tinha comprado um frasco de xampu barato para experimentar).
 
A reação foi imediata - achei o "formigamento" incrível no meu couro cabeludo ... até que meu rosto, pescoço e ombros começaram a queimar. Foi uma das piores experiências que eu já tive. Eu tive queimaduras em todas as minhas costas e frente. Foi uma das razões pelas quais decidi ir para uma escola respeitável e iniciar minha educação em aromaterapia.

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No sistema Marketing de Rede, esse termo comumente utilizado para se referir aos indivíduos que fazem parte da estrutura da organização do sistema MMN. Upline –  Patrocinador No Marketing de Rede. A palavra “Upline” significa “Linha Acima“. É o termo designado para o afiliado que que se vinculou à Empresa primeiro que você, e por isso recebeu as credenciais que possibilitam Indicar outros afiliados.
 

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Comentario de Robert Tisserand:
​É muito mais provável que o óleo de casca de canela seja a causa dessa reação do que o óleo de hortelã-pimenta.
FONTE da Materia AQUI 

Óleos Essenciais - Elementos aromáticos naturais produzidos pelas plantas na natureza.  Saiba, eles são entidades químicas complexas (contendo carbono), que são geralmente constituídas por centenas de compostos químicos orgânicos que em combinação são responsáveis ​​pelas muitas propriedades características dos OE.

Essas características podem incluir propriedades medicinais, tais como atividades antiinflamatórias, cicatrizantes, analgésico, relaxantes ou germicidas, mas, também podem ser responsáveis ​​por qualidades negativas como fotossensibilidade e toxicidade.

​A máxima de que se é natural não faz mal, não é correta, eles podem sim, quando em mãos erradas, causar danos para a saúde da pessoa. 
 
Use com conhecimento e respeito!
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ATENÇÃO! Busque sempre por um profissional, não use óleos essenciais sem orientação.
​Não caia na falácia de que os OE tem efeitos colaterais do BEM, o que você vê aqui nesta matéria não é nada do bem, mas, sim um problema grave de Dermatite de contato. 
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Psicossomática e Aromaterapia - Câncer!

4/2/2021

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Existem hoje, mais de oitocentas doenças agrupadas sob o nome de câncer. Todas resultando do crescimento autônomo e desordenado de uma pequena parte do organismo. Entretanto, na prática médica, cada uma delas é abordada de forma diferenciada e tratada de acordo com seu órgão de origem e extensão no organismo.
A cada dia tornam-se mais frequentes os diagnósticos de câncer. Nos países desenvolvidos estas doenças, também chamadas de neoplasias malignas, já representam a segunda maior causa determinante dos óbitos, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares. Não se trata de uma epidemia. Ocorre que o melhor controle sobre as demais doenças vem permitindo uma vida mais longa, o que abre espaço para o desenvolvimento do câncer.
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Por trás do diagnóstico “câncer” oculta-se um padrão que pode se expressar em uma grande variedade de sintomas. Cada um deles afeta toda a existência da pessoa, não importando em qual órgão tenha se originado. Neste ponto, o acontecimento do câncer é demasiado complexo para estar relacionado apenas com o órgão afetado. Sua tendência de propagar-se por todo o corpo mostra que se trata de toda a pessoa. O câncer, sob a forma de fantasma que assombra nossa época, toca, não apenas aqueles que são diretamente afetados, mas toda a sociedade que o transformou em tabu como nenhuma outra afecção. Mais da metade dos afetados pelo câncer morrem, e a taxa em números absolutos de mortes por câncer continua subindo, apesar dos avanços conseguidos pela Medicina. No entanto, graças ao aperfeiçoamento dos métodos de diagnóstico e tratamento, o câncer já não apresenta necessariamente uma sentença de morte. Flagrados em estágio inicial, sessenta por cento dos casos tem cura.

  • Sobre sua etiologia, de forma resumida,  o que a ciência tem a dizer:
Todo câncer surge pela combinação de fatores ambientais com predisposições genéticas. Trata-se de uma doença geneticamente determinada e constitucionalmente programada. Estímulos externos, químicos, físicos ou biológicos, ou chamados agentes cancerígenos, ao determinar modificações do material genético de uma célula, tornam-se responsáveis pela sua malignização.
​Um grande passo foi dado com a descoberta dos fatores de risco do câncer:
  • alimentação (35%),
  • cigarro (30%),
  • sol (10%),
  • hereditariedade (10%),
  • viroses (7%),
  • exposição a produtos químicos (4%),
  • álcool (3%)
  • exposição à radiação (1%).
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  • Sobre os fatores psíquicos e sociais, de forma resumida, o que os estudiosos têm a dizer:
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Galeno, médico grego do século II, atribuía o surgimento do câncer a uma propensão à melancolia.
É cada vez maior o número de pesquisadores que reconhecem o papel dos fenômenos psíquicos e psicossociais no desenvolvimento do câncer. Fatores sócio-culturais possivelmente associados ao desenvolvimento do câncer já foram investigados há décadas, mediante extensos questionários e avaliações minuciosas. Diferenças de classes sociais, de atividades ocupacionais, de elementos ambientais e do estilo de vida, foram associadas aos variáveis riscos para o câncer. Essas pesquisas têm apontado cada vez mais para os componentes emocionais e comportamentais associados ao desenvolvimento de doenças malignas (Cox T, Mackay C, 1982).
Há muito tempo vem-se estudando elementos emocionais que acompanham e/ou antecedem o aparecimento das neoplasias. Já são centenas as pesquisas que investigam, nos últimos anos, a relação entre estresse, depressão e função imunológica.
Sir. James Paget, há mais de um século definiu o câncer: "São tão freqüentes os casos em que a ansiedade profunda, a esperança adiada e o desapontamento, são rapidamente seguidos pelo crescimento e aumento do tumor, que não podemos duvidar que a depressão mental seja um poderoso complemento para as outras influências que favorecem o desenvolvimento da formação cancerosa."
  • Não gerenciar perdas de forma consistente no plano emocional:
Temoshok (citado por Cox T e Mackay C) sugere que dois grupos principais de fatores possam estar relacionados a um risco aumentado do câncer:
  1. Perda de uma relação importante (frequentemente pai, mãe, filho ou cônjuge)
  2. Grande inabilidade em expressar sentimentos (hostis, irritáveis, etc) ou uma liberação inadequada das emoções.
​Entre esses sentimentos de perda de relações, o luto parece desempenhar papel preponderante.
  • O papel dos sistemas nervoso central e  imunológico: 
Os diversos mecanismos psicofisiológicos que relacionam as emoções com o início do câncer adquirem força quando se considera o papel do sistema nervoso central na regulação do sistema imunológico. Tem-se verificado que a função imunológica do organismo, mais precisamente a resposta imunológica à estimulação linfocitária, era suprimida em viúvos nos primeiros meses que se seguiam à morte da esposa. Uma supressão menos pronunciada era também observada do quarto ao décimo quarto mês de luto.
  • Duas visões bem resumidas do  câncer:  
  1. A Medicina organicista (ortodoxa) ensina a “ler” a enfermidade, do ponto de vista do médico e do laboratório.
  2. A Medicina Psicossomática, no caso a Psiconcologia, pretende “ler”, escutar e compreender a enfermidade, o câncer, a partir do paciente. 
Um exame físico e centenas de determinações bioquímicas e radiológicas podem demonstrar que um homem está “normal”.
Uma ú
nica entrevista psicossomática adequada pode nos mostrar que esse mesmo homem está gravemente enfermo, caminhando para desenvolver um câncer.
  • Para terminar, vemos a visão da Aromaterapia Clínica e alguns possíveis Óleos Essenciais (OE) que podem ser utilizados para contribuir com o tratamento do paciente oncológico. 
Entre os vários Óleos Essenciais (OE) que temos ao nosso dispor para atuar na Aromaterapia Clínica aplicada nas doenças emocionais que incluem o câncer daremos especial atenção aos OE com ações:
  • Antioxidante
  • Imunoestimulante 
  • Anti-inflamatório 
  • ​Antidepressivo
  • Ansiolítico
  • Antiestresse  
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  1. A atividade antioxidante é a base de muitas das propriedades terapêuticas atribuídas aos óleos essenciais e seus constituintes, incluindo uma série de efeitos anticancerígenos. Embora o tratamento do câncer não faça parte da prática da aromaterapia, várias investigações destacaram esse potencial do óleo essencial. Estes óleos podem ser usados na prescrição com intenção preventiva, ou quando a manutenção ou melhoria do bem-estar geral é o principal objetivo. 
  2. (Jennifer Peace Rhind pag 104, 2016)

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  • Segue uma pequena lista dos OE que contêm as propriedades acima citadas: 
➢  Alecrim (Rosmarinus officinalis):
Antioxidante - possui atividade antioxidante comprovada, varre radicais livres para fora do corpo. Tem efeito hepatoprotetor (protege os hepatócitos - células hepáticas- contra agentes tóxicos), ajuda a zelar pela saúde do fígado, órgão suscetível a toxidade química, acredita-se que os xenobioticos são convertidos em espécie reativa de oxigênio, induzindo assim o estresse oxidativo, provocando danos em macromoléculas.
Antidepressivo – automassagem abdominal pode aumentar a atenção, a vivacidade e a alegria, ao mesmo tempo que aumenta a frequência respiratória.
➢ Gengibre (Zingiber officinale):
Imunoestimulante 
– restaura a resposta imunológica humoral. OE indicado quando ocorre baixo nível de motivação, apatia, indecisão e desconexão com a vida.
➢  Camomila alemã (Matricaria recutita):
Antioxidante, antiproliferativo 
(inibe a multiplicação das células), citotóxico (impede o crescimento de um tecido celular). Anti-inflamatorio poderoso.
➢  Limão (Citrus limon):
Antioxidante e antiaterosclerótico.
Antidepressivo, 
estudo em 2006, mostrou que seus componentes limonene e citral podem diminuir o nível de estresse físico e psíquico por manterem baixa a concentração dos níveis séricos de cortisol. Pode inibir a colinesterase, (Colinesterase aumentada está presente em indivíduos obesos e diabéticos). Eleva o potencial cognitivo.
➢  Rosa (Rosa damascena):
Em 2009 foi realizado estudo demonstrando que a absorção transdermal do OE foi capaz de produzir estado de relaxamento, este estudo deu suporte para o uso deste OE para aliviar estresse, depressão e ansiedade, também minimizou irritação e alteração de humor. Anti-inflamatório.
➢  Patchouli (Pogostemon cablin):
Imunoestimulante – 
estudos confirmam que este OE fortalece as atividades imunológicas e a resistência a infecções bacterianas.
Anti-inflamatório e calmante – estudo realizado em 2002 mostrou que seu uso via inalação inibiu a atividade do sistema nervoso autônomo simpático, e diminuiu em 40% o nível de adrenalina.
Os OE orientados acima (existem vários outros OE que podem ser utilizados), devem ser diluídos em carreadores apropriados, e na porcentagem adequada para a pessoa em tratamento. Ou seja, devem ser recomendados e preparados por profissionais capacitados para trabalhar com pacientes oncológicos.  Se você não tem formação em Aromaterapia Clínica, não se aventure a indicar, seja responsável, seja ético. 
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Atenção!  A Aromaterapia Clínica não afirma curar doenças oncológicas, mas, sim que atua em conjunto com outras terapias, para o benefício do paciente em tratamento. 
Fonte: Matéria parcial sobre Aromaterapia Clínica  aplicada na Psicossomática e o Câncer  - Vera Guedes Aromatherapy

ATENÇÃO! Sobre os OE, não se auto medique, busque sempre o acompanhamento de um profissional qualificado. A aromaterapia clínica não substitui outras terapias, trabalha junto. Outra questão de extrema importância, não aceite indicação de OE de vendedores de via Marketing Multi Nível (MMN), pois a  grande maioria desses vendedores não sabem nada de Aromaterapia, são apenas propagadores de uso de OE pelas redes sociais. ​
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Sentido olfativo - o Sentido da Vida!

3/2/2021

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A olfação, de acordo a neurologia, envolve pelo menos 550 milhões de anos atrás. Existem muitos estudos sobre a anatomia do sentido olfativo, e cada vez mais cientistas se interessam por desvendar seus segredos e chegar ao âmago do sentido que confere vida e que tem acesso direto com o sistema nervoso autônomo e límbico, ao contrário dos outros sistemas sensoriais, que necessitam do tálamo, para que suas informações sejam decodificadas. 
​Como se diz, a ciência ainda fareja explicações para a questão de como o cérebro identifica um odor.

  • Breve passagem pela anatomia do olfato:
O olfato é um dos cinco sentidos. Por meio do olfato o homem, assim como os demais animais, percebe diferentes odores. Em comparação com o olfato de outros mamíferos, o olfato do ser humano é pouco desenvolvido.​
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O principal órgão do sistema olfativo é o nariz. As células olfatórias (ou mucosa amarela) localizadas no topo da cavidade nasal captam as moléculas aromáticas dissolvidas no ar. Funciona da seguinte forma: ao inspirarmos, o ar entra pelo nariz e alcança as células olfatórias, que, estimuladas pelas moléculas aromáticas, enviam impulsos nervosos ao cérebro, onde são produzidas as sensações olfatórias. A sensibilidade das células olfativas é grande, de modo que poucas partículas são capazes de estimulá-las e produzir a sensação de odor. Quanto maior o estimulo, maior a intensidade da sensação de odor.
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O sistema olfativo é capaz de detectar um odor de cada vez, sendo que um odor pode ser a combinação de vários odores diferentes. Em situações nas quais existem vários odores no ar, o odor mais intenso será o dominante, ou no caso de odores da mesma intensidade, a sensação oscilara entre os odores sentidos. Outra curiosidade sobre o olfato é sua capacidade adaptativa. Ao sermos expostos a um forte odor, a sensação olfativa que a princípio é intensa, após alguns minutos, torna-se imperceptível.
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Informação de grande importância: 
Todo esse equipamento está pronto para entrar em ação assim que se nasce — enquanto os demais sentidos só vão funcionar perfeitamente
​depois de alguns dias de vida. O olfato  começa a se desenvolver a partir da sétima semana de gestação, portanto, desde o útero, já há experiencias olfativas.
  • Anatomia do Olfato:
  • Sentido olfativo e a memória
Os neurônios olfativos podem ser regenerados: se forem danificados, novos neurônios serão formados. Na verdade, os neurônios do nariz são automaticamente repostos em um mês ou dois e, diferentemente de outros neurônios no corpo, estão em contato direto com o ar que entra nas cavidades nasais. Se você não sente cheiro mais tão bem, provavelmente é por conta da inflamação da cavidade nasal e não pela perda irreversível de neurônios olfativos. (A menos num quadro de Parkinson ou Alzheimer, que podem provocar determinadas anosmias).
Os neurônios olfativos não estão dentro de um órgão, protegidos dos estímulos externos. Eles estão nus, em contato com o estímulo externo. Isto faz uma diferença enorme porque, diferentemente dos outros estímulos sensoriais, o olfativo estimula nosso sistema límbico sem intermediários. Você não pode racionalizar acerca de um cheiro – não, pelo menos, num primeiro momento. O cheiro não passa pelo córtex; ele vai estimular diretamente seus hormônios. Por isso o marketing olfativo é tão, tão poderoso: antes que você pense, o cheiro já provocou algo em você.
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Nosso cérebro armazena inúmeras lembranças. Quando ativado por um estímulo externo, que é o aroma, o cérebro desencadeia uma reação neurológica na memória, associando tal cheiro a fatos importantes da nossa vida. Basta sentir um cheiro familiar para que a cena do passado venha para nossa memória com uma incrível riqueza de detalhes. Pode ser o aroma de um alimento, o exalar de uma flor ou o perfume de uma pessoa. São os cheiros de nossas vidas.
Quem não lembra o cheiro de livro novo, perfume de flor, refeição preparada pela mãe...
Uma das funções mais importantes e mais conhecidas do olfato é estimular a memória. Pessoas com problemas olfativos às vezes não conseguem evocar situações com facilidade. A ciência não sabe explicar essa relação. Supõe-se que, para reconhecer qualquer coisa, o cérebro puxe de seu arquivo um fato do passado. De outro modo, apenas registraria odores, sem saber exatamente do que são. Assim, diante de uma flor, talvez a mente produza associações com momentos do passado — uma brincadeira de criança num jardim ou um passeio com a namorada num parque. Pois, se não bastasse tudo o mais, o olfato é também, misteriosamente, o mais nostálgico dos sentidos. 
A “memória olfativa” é um fenômeno que acontece porque o olfato está diretamente ligado aos mecanismos fisiológicos que regem as emoções. Quando sentimos um cheiro, a informação passa pelas narinas e é processada no sistema límbico, parte do cérebro responsável pela memória, sentimentos, reações instintivas e reflexos.
​(Anna Lúcia Hennemann)
  • Vamos ver qual é a relação existente entre o Olfato e as Emoções, e porque o olfato se denomina o Sentindo da Vida: 
A percepção é um processo que influi na trajetória de crescimento e reorganização do cérebro, visando a melhor adaptação ao ambiente e ações mais eficientes. A parte mais antiga do cérebro, o rinencéfalo (cujo nome é composto por duas palavras significando «cheiro» e «cérebro»), que compreende as áreas olfativas e límbicas, parece ter-se desenvolvido inicialmente a partir de estruturas olfativas. O que indica que provavelmente a capacidade para experimentar e expressar emoções se terá desenvolvido a partir da habilidade para processar os odores. 
Como no caso das emoções básicas, a resposta imediata aos odores transmite uma mensagem simples e binária: “gosta” ou “não gosta”; fazem-nos aproximar ou evitar. Verifica- se que, quando uma pessoa sofre um trauma que a faz perder o olfato, o impacto se torna por vezes devastador: as experiências de fazer amor ou mesmo passear numa manhã primaveril ficam extremamente diminuídas. E há casos em que se verifica uma diminuição de intensidade em todas as experiências emocionais.
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Só mais tarde na evolução darwiniana se parecem ter desenvolvido outras estruturas límbicas como o complexo amígdala-hipocampo.
As memórias que incluem lembrança de odores têm tendência para ser mais intensas e emocionalmente mais fortes. Um odor que tenha sido encontrado só uma vez na vida pode ficar associado a uma única experiência e então a sua memória pode ser evocada automaticamente quando voltamos a reencontrar esse odor. A primeira associação feita com um odor parece interferir com a formação de associações subsequentes (existe uma interferência proativa). É o caso da aversão a um tipo de comida. A aversão pode ter sido causada por um mal-estar que ocorreu num determinado momento, apenas por coincidência, nada tendo a ver com o odor em si; no entanto, ao entrar em contato com o mesmo odor vivenciado na experiencia negativa, muito provavelmente, o mal estar se repetirá, associado ao odor.
De fato o olfato é o sentido mais ligado às emoções e à memória, e é tudo uma questão de anatomia. A sua ligação com o sistema límbico do cérebro (mais precisamente o hipocampo,  garante lembranças da infância vivas e emotivas, pois a região cerebral ligada à percepção do olfato é vizinha à região da memória, emoções e sentimentos.
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O hipocampo é uma estrutura localizada nos lobos temporais do cérebro humano, considerada a principal sede da memória e um importante componente do sistema límbico, esta estrutura  pode ser ativada por AROMAS. 
Concluindo,  matéria da Revista Superinteressante,  edição de janeiro de 1988, traz a seguinte informação: 
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O homem raramente percebe quanto valem os seus 25 milhões de células olfativas. Mas o cheiro está em tudo: no amor, no apetite, nas melhores lembranças. Todo odor provoca sentimentos.
Um simples aspirar e basta — qualquer cheiro é suficiente para despertar fome, provocar atração ou repulsa, trazer de volta cenas do passado. Cheirar é se emocionar sempre. Mas na maioria das vezes isso é tão sutil que não se dá importância e se acaba torcendo o nariz para o olfato — o mais primitivo e intrigante dos sentidos, e com certeza o menos conhecido pela ciência. Poucos percebem que, num mundo onde quase tudo tem odor, é esse sentido que decifra as mensagens químicas — das quais frequentemente depende a própria sobrevivência — passadas pelos animais, vegetais, minerais e objetos manufaturados. 
  • E para terminar de falar sobre o Sistema da Vida, uma breve passagem pelos efeitos psicológicos que os cheiros podem provocar nas pessoas.  
Na sociedade moderna, muito dinheiro é gasto em desodorantes, perfumes e outros produtos de toalete, o que sugere que as pessoas estão dando muito valor e colocando em prioridade tudo que cheira bem. Não apenas para si mesmos (na verdade, muito raramente), mas para benefício dos que estão em volta. O perfume é usado para atrair pessoas do sexo oposto, gerar respeito, transmitir um contexto de classe, bem como, por muitas outras razões sociais, os sprays de ambiente, geralmente tem a intenção de deixar a casa cheirosa para as visitas, e por ai vai a onda dos cheiros.

Os aromas são também amplamente utilizados nos lugares de comércio e nos shoppings centres; as imobiliárias pedem aos corretores para assar bolos ou preparar café antes de mostrar algum imóvel para os clientes em potencial - isto serve para criar uma atmosfera familiar, “caseira”, onde as pessoas se sintam confortáveis e relaxadas. Os supermercados também utilizam cheiros para atrair o consumidor, canalizando o aroma do pão fresco para as portas da frente.
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Portanto, os aromas se destinam a criar um sentimento do tipo “eu quero isto” e, muitas vezes, é colocado no fundo da loja para que o consumidor tenha que passar por muitos outros produtos antes de encontrar o pão - estratégia que, em geral,  aumenta os lucros. 
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Já o uso dos Óleos Essenciais pela  via olfativa,  têm um papel importante a desempenhar na vida das pessoas, quando proporciona um estado de relaxamento  pelo aroma agradável, e isto pode favorecer e ajudar no resgate da saúde e também  da harmonia interna. A pratica da Aromaterapia Clínica, quando bem realizada,  pode ajudar o cliente a resgatar, além da sua saúde,  os cheiros da sua vida. 
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades.
Clarice Lispector 

ATENÇÃO! Sobre os OE, não se auto medique, busque sempre o acompanhamento de um profissional qualificado. A aromaterapia clínica não substitui outras terapias, trabalha junto. Outra questão de extrema importância, não aceite indicação de OE de vendedores de via Marketing Multi Nível (MMN), pois a  grande maioria desses vendedores não sabem nada de Aromaterapia, são apenas propagadores de uso de OE pelas redes sociais. ​
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    Eu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de  ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos,  levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. 

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