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Ressecamento vaginal e os cuidados a serem tomados!

29/2/2024

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Ressecamento vaginal, quais são as possíveis causas. 
O ressecamento vaginal é uma questão que pode afetar mulheres em diferentes estágios da vida, desde a juventude até a maturidade. Isso ocorre porque a lubrificação vaginal está diretamente ligada aos níveis do hormônio estrogênio, os quais variam ao longo do ciclo de vida feminino. Quando os níveis de estrogênio diminuem, a pele e os tecidos da vulva e da vagina tornam-se mais finos e menos elásticos, resultando em ressecamento. 
​O corpo da mulher produz menos estrógenos nas seguintes condições:
  • Amamentação 
  • O uso de medicamentos que interferem nos hormônios reprodutivos, como os utilizados no tratamento do câncer de mama ou certos hormônios que liberam gonadotrofina coriônica, também contribui para a diminuição da produção de estrogênios. 
  • Remoção dos ovários, quimioterapia, terapia de radiação na pélvis.
  • Menopausa
Além das condições mencionadas, vários outros fatores podem contribuir para o ressecamento vaginal. Por exemplo, o uso de medicamentos com efeitos colaterais indesejados, como anti-histamínicos (que secam as membranas mucosas para aliviar sintomas como congestão), antigripais, antidepressivos, pílulas anticoncepcionais, medicações para o câncer de mama, antiestrogênicos (para o tratamento de miomas uterinos ou endometriose),  gestação, fase de amamentação, uso excessivo de produtos para higiene íntima, tabagismo, estresse elevado, uso de absorventes internos (que podem reduzir a umidade natural da vagina),  a presença da síndrome de Sjögren, diabetes e, por fim,  a menopausa. 
Outro ponto importante é que o uso excessivo de cafeína e álcool pode contribuir para o ressecamento íntimo, poisessas substâncias podem desidratar o corpo, resultando em uma sensação de secura e esgotamento. 
Portanto, é crucial destacar que não apenas a menopausa é responsável por essa condição, que pode impactar significativamente a qualidade de vida de muitas mulheres. 
Sintomas mais comuns do ressecamento vaginal
O ressecamento vaginal pode causar sintomas como coceira, ardor, dor durante o sexo, e sangramentos leves após a relação, decorrentes da ruptura dos tecidos da parede vaginal. Além disso, pode levar a infecções do trato urinário  e aumentar o risco de infecções vaginais por fungos e bactérias. 
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Esses sintomas não causam apenas desconforto físico, mas também emocional, impactando diretamente a intimidade e a autoestima da mulher. Além disso, é importante notar que a falta de lubrificação vaginal adequada pode dificultar a manutenção de relações sexuais satisfatórias, o que, por sua vez, pode levar a complicações significativas na dinâmica do relacionamento do casal. Não hesite em discutir o assunto com especialistas em saúde (ginecologistas e psicólogos) para receber orientações personalizadas e atenção específica à sua situação.
 ​Mas, afinal, qual é a relação entre o controle de natalidade e a secura vaginal?
Os métodos anticoncepcionais hormonais, como os que contêm estrogênio ou progestina (progesterona sintética), podem afetar os níveis de estrogênio em seu corpo. Como sabemos, o estrogênio é essencial para manter o tecido vaginal adequadamente lubrificado; portanto, níveis baixos de estrogênio podem resultar em ressecamento vaginal. Se você estiver enfrentando esse problema, é importante consultar seu médico e explorar alternativas.


​Além disso, existem mulheres que, durante o período pré-menopausa (perimenopausa), tiveram seus ovários removidos em uma histerectomia e, portanto, provavelmente apresentam sintomas da menopausa, incluindo secura vaginal, devido àperda de hormônios. É fundamental prestar atenção especial a essas questões para garantir o bem-estar e o conforto das mulheres que enfrentam esses desafios.
Secura vaginal e o sexo
A importância da lubrificação natural reside no fato de que ela consiste em um líquido composto pelo muco produzido pelo colo uterino, células descamadas da vagina e pelo fluido produzido pelas glândulas de Bartholin. Sua principal função é proteger a vulva e a vagina, reduzindo a fricção durante a atividade sexual. A umidade natural mantém a vagina flexível; essa umidade desce lentamente pela vagina, ajudando a mantê-la limpa e removendo as células mortas. A área da vagina é levemente ácida, contribuindo para a saúde da região e prevenindo infecções fúngicas, como a candidíase.  Uma mulher saudável apresenta um leve corrimento vaginal na coloração esbranquiçada.  
As glândulas de Bartholin localizam-se na região genital feminina, no terço interior dos grandes lábios, e têm a função de gerar um fluido mucoso para lubrificar e umidificar a vulva, especialmente durante a relação sexual.
De acordo com as estatísticas, cerca de 17% das mulheres entre 18 e 50 anos apresentam problemas de secura vaginal durante o sexo, mesmo antes da menopausa. Muitas mulheres podem experimentar secura vaginal durante o ato sexual porque não estão sexualmente excitadas – isso geralmente resulta de preliminares insuficientes ou de fatores psicológicos, como estresse generalizado. 
Além disso, segundo a Sociedade Britânica de Menopausa, um quinto das mulheres na faixa etária de 17 a 50 anos também apresenta secura vaginal. 
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Vamos falar de LUBRIFICAÇÃO:

​O que pode ser utilizado para melhorar a qualidade de vida e o prazer? Existem bons produtos disponíveis no mercado. O uso de lubrificantes à base de água é altamente recomendado para minimizar esse desconforto, promover a saúde íntima e garantir que a mulher se sinta confortável e saudável em seu dia a dia.
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Além disso, é fundamental destacar que o uso de lubrificantes à base de água é altamente recomendado para minimizar o desconforto, garantindo uma manutenção eficaz da saúde íntima feminina. Escolha aquele que formais confortável para você. 
Lubrificante – Gel 
Especialmente desenvolvido para a lubrificação íntima, sua fórmula à base de água é semelhante à lubrificação natural, proporcionando maior conforto e segurança sem comprometer a sensibilidade. Não apresenta cheiro, não é gorduroso, não mancha e é facilmente removível.

Hidratante intravaginal – Indicado para mulheres:
  • Em período pré, durante e pós menopausa;
  • Em situações de alterações hormonais, como amamentação, gestação, estresse e outros;
  • Sob uso de medicamentos e tratamentos médicos, dentre eles tratamento de câncer;
  • Com alterações por contato com agentes externos irritantes, como por produtos de higiene e/ou sabonetes fortes.
O hidratante promove uma umidade e lubrificação imediatas, oferecendo hidratação por até 72 horas a cada aplicação, além de manter o pH vaginal ácido, o que aumenta a barreira de proteção.
Sem perfume e livre de parabenos e hormônios, este produto foi formulado para minimizar a possibilidade de escorrimento.
​Ver mais sobre este produto no link abaixo.
KY
ATENÇÃO! Não é recomendado utilizar produtos a base de óleo vegetal na vagina
Um estudo publicado no jornal de Obstetrícia e Ginecologia revelou que mulheres que utilizaram óleo vegetal (OV) como lubrificante apresentaram o dobro de probabilidade de desenvolver vaginite bacteriana, em comparação com aquelas que não o usaram. Cremes para o corpo ou mãos também não são recomendados, pois podem irritar o tecido vaginal. 
matÉRIA AQUI
Portanto, é importante ter cuidado com o óleo vegetal (OV), especialmente o de coco, como lubrificante, pois isso pode não ser uma boa ideia, principalmente se a mulher tem tendência a infecções vaginais, como infecções fúngicas. O OV de coco é germicida e pode perturbar o equilíbrio do pH vaginal, resultando em infecções fúngicas ou vaginite bacteriana. Em vez disso, considere usar lubrificantes à base de água; não brinque com a sua saúde íntima. Além disso, é fundamental lembrar que o uso de óleo vegetal pode danificar preservativos de látex ou diafragmas. 
Assim, para um sexo mais prazeroso, experimente utilizar um lubrificante de sua confiança. 
Há um estudo realizado em 2012 que associou o uso de lubrificante a altas avaliações de prazer sexual e satisfação, tanto na masturbação quanto em atividades sexuais com parceiros. Nove em cada dez mulheres nesse estudo concordaram que o lubrificante tornou o sexo “mais confortável”, “mais prazeroso” ou simplesmente “melhor”.
MATÉRIA AQUI
Falar sobre o ressecamento vaginal é fundamental, pois muitas mulheres enfrentam essa questão mas hesitam em mencioná-la por diversos motivos, incluindo a vergonha. Quanto mais discutirmos o tema, mais mulheres se sentirão encorajadas a se manifestar e a buscar ajuda e tratamento.  Somente ao abordarmos o problema podemos identificar as causas da secura vaginal. 
Como a aromaterapia pode ajudar:
O ressecamento vaginal, independentemente da causa, pode gerar estresse e tensão. 
Recomendo o uso de óleos essenciais  cítricos em um inalador pessoal; os óleos extraídos dessas frutas são aliados poderosos para gerenciar o estresse e a tensão. A utilização do inalador pessoal é a maneira mais eficaz de aproveitar os benefícios dos aromas cítricos. Use apenas duas gotas do óleo escolhido, sem ultrapassar um total de cinco gotas. É uma excelente opção!

Citrus aurantium var doce
Citrus x paradisi
Citrus lemon
ATENÇÃO! Estejam atentos aos vendedores de Óleos Essenciais que adotam o modelo de negócio MMN; esses indivíduos geralmente não compreendem adequadamente os conceitos de OE, limitando-se a ser propagadores do produto nas redes sociais. Não caiam nas armadilhas dos denominados "Consultores de Bem-Estar". Acreditem, não existem OE eficazes para tratar o ressecamento vaginal. Posso afirmar isso com confiança: sou aromaterapeuta e estou na menopausa há 10 anos, e meu produto preferido para o ressecamento vaginal é o gel à base de água. 
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Na minha área genital, uso somente produtos elaborados por profissionais para o uso específico dessa região, pois cuido muito da minha saúde íntima. 
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Microbioma Intestinal e o Cérebro

12/2/2024

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A microbiota intestinal é capaz de modificar o funcionamento do seu cérebro, ainda que este fique protegido em um ambiente privilegiado, sem bactérias.
Gostamos de pensar que somos indivíduos definidos por nosso genoma primata individual, que dá origem a um corpo personalizado pela história de vida de cada um. Este conceito, contudo, está mudando. Para a biologia moderna, você é o produto do seu genoma sim, só que acrescido de mais tantos outros genomas de todas as bactérias e fungos que vivem em simbiose com você em seu corpo. E mais, quais bactérias você abriga em seu corpo podem, inclusive, influenciar a maneira como seu cérebro funciona.
O conceito de micróbios simbióticos já era nosso conhecido. Vacas e outros animais ruminantes, por exemplo, obtêm energia suficiente comendo apenas folhas, graças à presença de bactérias em seu estômago que digerem celulose, um carboidrato complexo que em nossos estômagos primatas entra e sai ileso, como “fibra alimentar”. Temos nossas próprias bactérias que ajudam na digestão de alguma forma. Evidência disso é o desarranjo intestinal que resulta de tratamentos com antibióticos, que matam a bactéria indesejada da vez, mas também várias outras, pelo seu corpo afora. Isso sem falar nas micoses que também podem surgir durante esses tratamentos, quando fungos florescem na ausência das bactérias que os mantinham em xeque.
Recentemente, contudo, o conceito de micróbios “simbióticos” está mudando para “obrigatórios”.
Pense na vaca, sem as bactérias que digerem celulose, deixariam de ser vacas em poucos dias, mortas de inanição. Uma “vaca”, portanto, pode até ser definida por seu genoma, mas o indivíduo só existe se levar em seu estômago passageiros que lhe deem energia.

O mesmo, agora se sabe, vale para humanos. Já existem registros na literatura de pessoas à beira da morte por disfunção intestinal. O que compromete a absorção de nutrientes, mas que foram salvas por transplantes fecais, que trouxeram com a, digamos, “massa doada” as bactérias necessárias ao funcionamento correto do intestino.
E o que isso tem a ver com o cérebro? Por caminhos ainda não compreendidos, a sua microbiota intestinal é capaz de modificar o funcionamento do seu cérebro,
ainda que este fique protegido em um ambiente privilegiado, sem bactérias. Talvez essa influência se dê por substâncias liberadas pelas bactérias, ou por outras, como serotonina, produzidas pelo seu próprio intestino em resposta às bactérias, que caem na corrente sanguínea e assim chegam ao cérebro.
E mais: pessoas diferentes têm microbiomas diferentes, ou seja, um conjunto próprio de espécies de fungos e bactérias vivendo em seu corpo e em cada parte dele, pois cada mucosa tem sua “fauna” própria. A composição exata do seu microbioma depende, em parte, do que você come e, em parte, da casa onde vive, inclusive dos seus animais de companhia.
Mude seus hábitos alimentares e seu microbioma mudará também e, quem sabe, até as características do seu cérebro. Um estudo recente descobriu que a severidade de problemas de comportamento como obsessividade e ansiedade, observados em camundongos semelhantes a humanos autistas, pode ser aliviada com uma mudança nas bactérias que habitam seu intestino. Não curada, note bem; o autismo continua sendo um distúrbio estrutural e funcional do cérebro. Mas sua severidade, ao que parece, pode estar relacionada, ao menos em parte, com a dieta, que modifica seu microbioma, que por sua vez influencia o funcionamento do seu cérebro. Você, quem diria, é o seu corpo – mais as suas bactérias... (Suzana Herculano-Houzel).

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O transplante de bactérias intestinais já está sendo realizado no Brasil nos estados do Paraná e Minhas gerais, confira matéria na caixa abaixo. 
Matéria AQUI

​O microbioma intestinal e a nossa saúde emocional e mental
Ou seja, os dois órgãos (intestino e cérebro) possuem uma forte conexão, pois o intestino está diretamente ligado ao encéfalo através do nervo vago. 

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A população da bactéria intestinal tem um impacto na saúde emocional e mental, assim como na nossa capacidade para dormir durante a noite. Um estudo que contou com 40 mulheres saudáveis concluiu que as mulheres com um porcentagem mais alto da espécie de bactérias Prevotella nas suas fezes apresentaram uma maior propensão a terem emoções negativas depois de verem imagens negativas em comparação com as mulheres com uma porcentagem mais alta da espécie de bactérias Bacteroides nas suas fezes
Da mesma forma, os indivíduos com autismo parecem ser mais susceptíveis a problemas gastrointestinais como a doença intestinal inflamatória e o intestino permeável, e isso pode ser devido à alteração da composição microbiana do intestino. Contudo, quando este grupo de indivíduos recebeu uma determinada cepa probiótica, notaram uma melhoria na integridade da barreira intestinal, assim como uma redução nas condutas relacionadas caracteristicamente com o autismo.

Sistema nervoso entérico e sua importância de acordo com o pai da neurograstroenterologia, Dr. Michael D.Gershon 
O sistema nervoso entérico é bem extenso, começa no esôfago, termina no ânus e recobre toda a área do nosso sistema digestivo. Dentro desses órgãos, como é o caso dos próprios intestinos, existe uma vasta camada de neurônios. O segundo cérebro é sensível às emoções que ameaçam a nossa vida, ou seja, a resposta de combate ou fuga e os sinais que captam serão enviadas à outra rede nervosa do nosso intestino, o sistema nervoso central, para executar a resposta, como a ativação dos centros de defecação (o que se traduz em ir mais vezes ao banheiro) ou a alteração da produção de suco gástrico através de sinais enviados ao estômago.
Um dos trabalhos mais conhecidos sobre o assunto é o do Dr. Michael D. Gershon, presidente do departamento de anatomia e biologia celular da Universidade de Columbia, o conhecido pai da neurogastroenterologia desenvolve ideias importantes, como o interessante fato de que 95% da serotonina e 50% da dopamina são produzidos no sistema gastrointestinal sistema gastrointestinal. FONTE
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Saiba mais sobre os probióticos 20 BI já disponíveis nas farmácias brasileiras.
Probióticos são microrganismos vivos capazes de melhorar o equilíbrio microbiano intestinal produzindo efeitos benéficos à saúde do indivíduo.
20 bi é um suplemento alimentar em cápsulas composto por probióticos que contribuem para o equilíbrio da flora intestinal. São eles: 
Lactobacillus acidophilus NCFM®, 
Lactobacillus paracasei Lpc-37™, 
Bifidobacterium lactis BI-04™, 
Bifidobacterium lactis BI-07™ 
Bifidobacterium bifidum Bb-02™.
​O consumo de 20 bi deve estar associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.
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Atualmente se sabe que intestino Saudável é sinônimo de Mente Saudável. 
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    Eu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de  ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos,  levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. 

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