Escola Vera Guedes de Aromaterapia
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Aromaterapia Clínica - Cursos Primeiro semestre

17/6/2018

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MÓDULO 2 PORTUGAL
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INTRODUTÓRIO - SP
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AROMADERMATOLOGIA - SP
Especialização em Aromaterapia Clínica >> Master Teacher Vera Guedes agradeço todo conhecimento cedido! Todas profissionais sérias e comprometidas a ajudar verdadeiramente o próximo através do conhecimento, compartilhamos deste especial fim de semana! Simplesmente demais! Rosangela Samara
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MÓDULO 3 - SP
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PSICOSSOMÁTICA - SP
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INTRODUTÓRIO - RS
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AROMADERMATOLOGIA - RS
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MÓDULO 2 - RS
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PSICOSSOMÁTICA SP (grupo 2)
O encerramento do semestre do trabalho se deu oficialmente nos dias 23 e 24 de junho. Ministrei 10 cursos (SP e RS e Portugal) no primeiro semestre do ano, ao todo foram 174  participantes 💜
O fechamento na companhia deste grupo foi excepcionalmente lindo, nada a pedir, mas sim,  tudo a agradecer. Segundo semestre tem mais 😉
Para saber  sobre os cursos acesse AQUI 
Para fazer parte do mailing e receber nosso Newsletter Aromático deixe seu cadastro. 
Sejam todos bem-vindos!
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Óleos Essenciais e o Vinhos - Nobres e Comuns

14/6/2018

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Os óleos essenciais e os vinhos são substâncias que tem alguns  aspectos  em comum importantes, tanto um quanto o outro  podem ser Nobres ou Comuns:
Nobres - altamente refinados, excelente qualidade,  e valores elevados.
Comuns -  baixa qualidade, desprovidos de refinamento  e bem baratos (alguns tentam enganar elevando o preço).  
Em ambos os casos a nobreza do produto vem do cuidado que se deve ter com o cultivo das plantas e o método de destilação da matéria orgânica para se obter o OE e o vinho, e com certeza,  a  produção desses produtos é bem limitada. 
Fique atento, produtos nobres não se produz em larga escala! 
Produção massiva de OE
Produção massiva de VINHO

  • Óleos Essenciais 
Óleos Essenciais (OE) são moléculas  aromáticas  extraídas de diferentes partes (folhas, flores, madeira, raizes e etc...) de determinadas  plantas encontradas no reino vegetal.  O processo de extração da fragrância das  plantas aromáticas  é a arte de tornar visível o invisível, ao materializar as  moléculas  aromáticas através da arte da destilação, ao transformar o  aroma invisível  em um  precioso liquido visível, a bela arte da destilaria  abre um campo para a ação da Ciência,  que então entra  em cena   e trabalha  para decodificar quem são essas inúmeras moléculas aromáticas que encantam  o nosso  sentido olfativo ao exalar o seu  AROMA ao seu redor. 
 É também através do trabalho da ciência, que ao  estudar todos os elementos químicos  que formam a estrutura básica  dos OE (em alguns casos mais de 500, como no caso do OE de Rosa damascena),  é que se descobre as inúmeras propriedades terapêuticas destas moléculas aromáticas, e quais são os seus benefícios para a humanidade.   Os efeitos terapêuticos de plantas aromáticas era conhecido empiricamente  (conhecimento 
adquirido através da observação e experiência), por  inumeros povos por tempo longínquo. O que  faz  a ciência hoje é  confirmar, através de   estudos e pesquisas,  a existência das propriedades terapêutica dos Aromas produzidos nas plantas, para que assim possamos fazer uso  com conhecimento e confiança. 
  • Extração:
Como  os óleos são extraídos das plantas, variam de acordo com o local de origem ou com a parte da planta a partir da qual são produzidos. ​
  • Plantas que produzem o OE  na sua parte externa, exemplos:    Lavandula angustifolia, Rosmarinus officinalis, Salvia sclarea  para estas plantas  colheita e a destilação devem ser processadas de forma muito gentil, para não danificar e ou desperdiçar o produto final. 
  • Plantas que  produzem OE nas partes mais profundas de sua estrutura como:   Cedrus atlantica,  Cupressus sempervirens, Aniba roseodora, Santalum álbum  - para estas plantas  o processo de destilação deve ser mais rude ou mais forte. 
  • Plantas  que produzem  resina externa, que fornece o OE - neste caso, as plantas em si se mantêm intactas como no caso da  Commiphora myrrha, Baswellia sacra (carterii). ​
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  • Fatores que afetam a destilação:  temperatura e pressão ​
Temperatura e  pressão  afetam a qualidade do OE, por exemplo, se a pressão ou a temperatura é demasiadamente  elevada afeta a qualidade do óleo, é exatamente como cozinhar vegetais com excesso de temperatura. 
O excesso de temperatura não é adequado para os constituintes químicos do OE, pois quando mais aquecido for mais sofre adulteração, e algumas moléculas podem ser destruídas completamente. Até mesmo o pH e a polaridade química do OE, em temperatura elevada,  pode ser  completamente alterado.  Assim sendo, ficou estabelecido que é condição sine qua non que a destilação dos óleos,  para propósito terapêutico,  seja praticada em baixa pressão e temperatura. Henri Viaud, renomado  destilador de OE na Provence desenvolveu em 1983  um guia para a produção de OE para uso terapêutico, onde ele afirma que a destilação para os OE de uso terapêutico  deve ser feita em  baixa pressão. Apesar das desvantagens do processo agressivo de destilação, alta temperatura e pressão é  frequentemente usado para produzir grandes quantidades de óleo em um curto período de tempo. Estes óleos são geralmente destinados para uso nas industria alimentícia, cosmética e produtos de limpeza, mas comumente esses OE são vendidos para consumidores finais como óleos essenciais para uso na pratica da aromaterapia.​
Ver alguns exemplos de destilação: 
  • Exemplo 1 - Cipreste - cupressus sempervirens, para destilar 1.000  quilos de matéria orgânica, e extrair meio quilo de OE, a pressão em libra deve ser 0 e  a  temperatura adequada   220 graus,  o tempo ideal deve ser de   24 horas.  Qualquer coisa menos do que isto irá produzir um OE  contendo  menos  18 a 20 constituintes químico, ou seja, um OE impróprio para uso terapêutico 
  • Exemplo 2 - Tea tree - Melaleuca alternifolia - Para destilar   500 quilos  de material, que irá  produzir em media   6 quilos de OE a  pressão ideal  deve ser 3 libras, e a  temperatura adequada  218 graus, e o tempo de destilação entre 2 a 3 horas para se obter um óleo de qualidade terapêutica ideal. 
  • Exemplo 3 - LAVANDA Lavandula angustifolia. Geralmente produtores fazem a   destilação  em pressão alta 155 libras, e a uma temperatura de 350 graus, temperatura considerada elevadíssima para a extração deste OE  para uso medicinal, que deve ser no máximo de 132 graus, que é para proteger suas moléculas e não causar  danos.  E o tempo de destilação da produção comercial é de  15 a 20 minutos, enquanto que  para o uso terapêutico, o tempo deve ser de  2:30h, menos que isto já se perde boa quantidade das propriedades terapêuticas desta fabulosa planta. 
Como se pode ver  nos exemplos citados, a destilação pode ser um processo caro e demorado, e para cortar o custo muitos produtores cortam o processo de destilação, mas, este procedimento  também corta  o  potencial terapêutico do OE  destinado para o  uso da Aromaterapia.  É importante saber que essa conduta não vai interferir  em nada para a Aromaterapia Comercial e ou  para as  industrias da fragrância, cosmética, produtos de limpeza e outras  mas, vai interferir profundamente na ação do óleos essenciais  para fins terapêutico. 
Fique atento! Conhecimento nunca é demais, leia a matéria com atenção,  e atente-se para os produtos - comuns -  oferecidos no mercado (farmácias, lojas de produtos naturais, lojas de produtos para cosméticos e perfumaria,  e vendas MMN. Se você é profissional da área da saúde e pratica a aromaterapia clínica,  sugiro que busque adquirir produtos direcionados para uso profissional terapêutico, os quais geralmente não são encontrados em abundância nas prateleiras de lojas afins. Lembre-se, produtos nobres não se produz em larga escala. 
Sugestão: para adquirir Óleos Essenciais  para uso na aromaterapia clínica acesse: OEA 
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A verdadeira identidade da Mirra

12/6/2018

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Esclarecendo o equivoco: Mirra - Commiphora myrrha e falsa Mirra -  Tetradenia riparia 
É comum ver que inúmeras pessoas frequentemente confundem  a falsa mirra como sendo a verdadeira Mirra, esta matéria tem por objetivo ajudar a desfazer esse equivoco,  que se espalha cada vez mais pelas redes sociais. 
Falsa Mirra e suas características:
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Tetradenia riparia
  • Nome Científico: Tetradenia riparia
  • Sinonímia: Iboza bainesii, Iboza galpinii, Iboza riparia, Moschosma riparium, Moschosma riparia
  • Nomes Populares: Pluma-de-névoa, Falsa-mirra, Incenso, Pau-de-incenso, Mirra, Limonete, Umuravumba
  • Família: Lamiaceae
  • Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais
  • Clima: Subtropical, Tropical
  • Origem: África, África do Sul
  • Altura: 1.2 a 1.8 metros, 1.8 a 2.4 metros, 2.4 a 3.0 metros, 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros
  • Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
  • Ciclo de Vida: Perene
Imagens da falsa Mirra - Tetradenia riparia
A pluma-de-névoa é uma espécie arbustiva, dióica e muito florífera, nativa da África-do-sul e cultivada em áreas de clima subtropical a temperado, em diversas partes do mundo, por suas qualidades como ornamental e medicinal. A ramagem cresce de forma irregular, com ramos finos, lisos e de cor marrom. Suas folhas são espessas, ovaladas a cordiformes, pubescentes, de cor verde-clara, com margens denteadas e bastante aromáticas. As inflorescências surgem no inverno, em densas espigas terminais, com flores pequenas, geralmente brancas, mas que podem adquirir tons de rosa ou lilás. As plantas masculinas, produzem inflorescências mais soltas, de aspecto delicado, enquanto que as femininas, formas bem compactas, para diferentes efeitos paisagísticos. As flores são perfumadas e atraem insetos polinizadores.
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O efeito da pluma-de-névoa florida é bastante chamativo e muitas vezes se destaca ainda mais pelo fato de que poucas plantas estarão floridas na mesma época que ela. Assim, ela facilmente se torna o foco das atenções no jardim, sem concorrência. Aproveite esta característica, e plante-a isolada, em áreas de interesse, ou crie maciços ou renques com esta espécie. Seu uso em jardins rochosos ou do tipo xeriscape (jardim de pouca necessidade hídrica) pode ser muito relevante, ao quebrar a monotonia e oferecer uma variação estacional ao jardim. Aproveite-a também em jardins de ervas aromáticas e medicinais.
Medicinal:
  • Indicações: Dor de estômago, febre, diarréia, dor de cabeça, abscessos dentais, angina, celulite, malária, gastroenterite, repelente
  • Propriedades: Antiinflamatória, analgésica, antiblenorrágica, antidiarréica, anti-séptica, diurética, estomáquica, febrífuga, vermífuga, antibacteriana, antimicótica, antimalárica, reconstituinte, tônico geral
  • Partes Utilizadas: Folhas, 
Fonte: Jardineiro.net 

Verdadeira Myrrha e suas características: 
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Nome botânico– Comiphora myrrha var. molmol.
Sinônimos: Balsamodendrom myrrha, gum myrrh, mirra comum, hirabol mirrh; antigo nome em latim – Smyrna; o nome derivado do árabe é murr,significando “amargo”.
Família botânica: Burseraceae.
Extração: a vapor, da resina (seiva do caule).
Origem: ​Norte da África: Etiópia, Somália; Península árabe (clima mais quente do planeta), Oriente Médio e Norte da Índia.
Nota:base. 
Principais componentes químicos: sesquiterpenes, 55-75%; furonoides, 20-27%; ketones, 15-20%; monoterpenes, 4-6%; triterpernes, 4-7%; aldeídos, 2-5%; fenóis, 0-2%.
​Cuidados e precauções: usar em doses pequenas, por tempo determinado
Imagens da verdadeira Mirra -  Commiphora myrrha 
Foto: Wikipedia
Características da planta: árvore em forma de arbusto; pode crescer entre três a dez metros de altura; troncos grossos, contendo numerosos nódulos irregulares; seus galhos são corpulentos, sólidos e bem agrupados, espalham-se num ângulo bem direcionado e suas terminações são em forma de espinhos bem afiados; poucas folhas de porte bem pequeno, trifoliadas, que nascem nas pontas finais dos galhos; suas flores são brancas. Produz uma resina natural, que escorre naturalmente de suas cascas, quando a arvore é ferida.
Uso tradicional: Uma das mais preciosas medicinas e também um incenso, a Mirra tem sido usada desde tempos muito antigos, por mais de quatro mil anos, pelos egípcios, palestinos, gregos, persas, romanos e indianos, como remédio, para rituais religiosos e para facilitar a comunicação com deidades superiores; também utilizada para desinfetar áreas abertas e residências, mumificação, perfumaria e preparação de ungüentos, para tratar todo e qualquer tipo de ferimento. 
Em adição, a Mirra também foi muito reverenciada como substância usada em funerais, queimada como incenso, para honrar os mortos. O povo hebreu tomava a Mirra misturada com o vinho, bebida que consideravam elevar suas consciências e os colocar em contato com o divino, em seus rituais e cerimônias religiosas. Existem relatos de que a Mirra era bastante usada para curar câncer, lepra e a sífilis, nos tempos passados, com muita eficácia. A Mirra faz parte da fórmula de vários ungüentos, elixires e outros antídotos de uso múltiplo. Era indicada para inflamações, gangrenas, lesões infectadas e ulceras; gravidez e parto.
Jesus foi presenteado com a Mirra em seu nascimento; também lhe foi oferecida pelos soldados romanos, no evento de sua crucificação e seu corpo foi untado com Mirra, na ocorrência de sua morte.
Propriedades terapêuticas: vulnerário (cura e cicatriza feridas e contusões), cicatrizante, balsâmico, antimicrobial, anti-séptico, anti-inflamatório, vermífugo, analgésico, carminativo,  fungicida, purificador do sangue, tônico da membrana mucosa dos músculos uterino e de todo o sistema; expectorante e emenagogo; equilibrador da glândula da tireóide. 
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​Características do óleo: amarelo pálido para o ambar, viscoso; seu aroma quente e agradável, doce como especiaria, terreno, resinoso é extremamente balsâmico o que significa que a  Mirra atua medicinalmente  de maneira muito agradável e penetrante, reanima e conforta, trazendo alivio e suavizando as dores físicas e emocionais.
​Usos e indicações: excelente para tratar condições cutâneas como ferimentos abertos com pus e sinais de gangrena, úlceras varicosas, infecções fúngicas, eczemas e úlcera crônica de pele. Também tem muito boa ação no tratamento de pele seca, craquelada, rachada ou inflamada: pele que sofre de envelhecimento precoce; também indicado para suavizar estrias. Minimiza rugas ao redor da boca e dos olhos. 
É um dos óleos mais indicados para tratar condições desfavoráveis da boca, como afta, herpes, úlcera bucal, gengivites, piorréia (processo inflamatório do periósteo dentário, seguido de necrose e frouxidão dos dentes - freqüentemente ocorre o acúmulo de pus); periodontite, inflamação da gengiva com migração dos dentes; enfraquecimento da raiz dos dentes ou desgaste precoce, com risco de perda (o que pode estar sendo provocado pelo excesso da produção de tártaro); inflamações repetitivas na boca, gengiva e garganta.
Indicado para tratar condições infecciosas (bactericidas e viróticas) relacionadas à boca, gengiva e garganta; atua na mucosa, fortalecendo e reparando o tecido, combatendo os germes causadores das disfunções. Trata a faringite crônica causadora da formação constante de aftas; freqüentes dores de garganta, recorrência de rouquidão e perda de voz. 
Influência do aroma: promove calma mental, elimina a confusão, minimiza  preocupação excessiva gerada na mente agitada, que tende a se distrair facilmente com as preocupações da vida cotidiana - medo é a emoção mais evidente nos indivíduos que necessitam da Mirra; a falta de confiança e de vigor para concluir tarefas já iniciadas são  características evidentes. 
A Mirra proporciona paz, calma e estabilidade para a mente, proporcionando boas condições para a pratica da meditação, segundo Marcel Lavabre: a Mirra tem acentuada ação calmante, confortante, fortificante e inspiradora na alma e no espírito, ao curar nossas mais profundas feridas ela nos inspira para a meditação.
Seu OE  tem muita utilidade para aliviar a dor o sofrimento, a angústia e o desespero, condições causadas pelo medo excessivo da morte ou a  perda de entes queridos. O  OE Myrrh confere calma e paz aos nervos e o coração agitado pela ansiedade gerada pelo medo. 
Fonte: Vera Guedes Aromatherapy 
Note a diferença entre as duas plantas:
Tetradenia a falsa Mirra é um arbusto que cresce em locais urbanos. 
Commiphora a verdadeira Mirra  é uma arvore e cresce no deserto.  
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Arbusto - Tetradenia riparia
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Arvore - Commiphora myrrha
Credito da imagem Commiphora myrrha Ulrich Feiter
Espero ter contribuido para que o equivoco se desfaça, e as pessoas saibam de fato  qual é a verdadeira identidade da Myrrh, a planta  que se utiliza para extrair o óleo essencial, substancia aromática,  que se utiliza para a  pratica da aromaterapia clínica, e que é a mesma  planta que se extrai a resina que foi ofertada para Jesus no evento de seu nascimento. 
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Aromaterapia - uso seguro para gatos.

8/6/2018

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Os Oleos Essenciais afetam os gatos de forma diferente dos cachorros. 
Por mais benéfico que os óleos essenciais possam ser para os seres humanos, cães e cavalos, etc., muitos óleos essenciais podem ser devastador  para gatos. Isto por uma questão de fisiologia, a constituição física dos gatos é diferente e precisa ser tratada com muito mais cautela.
  • A química dos óleos essenciais 
​Os   óleos  essenciais (OE) são compostos de hidrocarbonetos e terpenóides. Em cães, cavalos e seres humanos, os terpenóides são transportados para o fígado para ser metabolizado depois de terem  sido absorvidos via oral, pele ou inalados para os  pulmões. Após ocorrer o  processo metabólico necessário no fígado, os metabólitos  restantes,  solúveis em água,  são eliminados (90%) através da urina. 
Mas, com os gatos isto não ocorre, eles não   têm a enzima hepática (glucuronyl transferase UGTs) que lhes permitiria quebrar esses compostos químicos. Por isso, leva muito mais tempo para os metabólitos serem   eliminados  do sistema dos felinos. Em suma, nos gatos  essas substâncias  inofensivas, podem  acumular-se no fígado do animal, e, em alguns casos,  muito rapidamente, dependendo da quantidade de OE a qual o animal foi exposto.   Isto pode causar problemas de toxicidade e danos no fígado. Geralmente este pode ser um processo lento e não aparecer,  até que seja tarde demais.
​
MATERIA COMPLETA AQUI 
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Aromaterapia aplicada na dor neuropática

8/6/2018

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O que é o Sistema Nervoso -  comunicação, reação e movimento
A DOR É UM FENÔMENO MULTIDIMENSIONAL, ENVOLVENDO ASPECTOS FÍSICO-SENSORIAIS E ASPECTOS EMOCIONAIS. 
  • A Associação Internacional para o Estudo da Dor define dor como: 
“Uma experiência sensorial e emocional desagradável associada com danos reais ou potenciais em tecidos, ou assim percepcionada como dano.” E segundo a teoria de Melzack e Wall, eles afirmam que através de sua postulação de uma interação de neurônios pequenos e grandes em um nível relativamente periférico, implica que a dor pode ser inibida a esse nível através do toque. ​
  • Dor neuropática: 
Uma dor provocada por uma lesão ou uma doença no sistema nervoso. Normalmente são descritas como sensações agudas, de queimadura ou de choque eléctrico, ou ainda como sensações de formigueiro. É de difícil tratamento e frequentemente torna-se crônica, principalmente quando o sofredor apresenta um alto nível de estresse, ou seja, grandes  quantidades de cortisol se encontra passeando por seu corpo . É muitas vezes incapacitante. Pode ser acompanhada de processo inflamatório ou não. “Se correr a dor te pega, se ficar a dor te come” Esse é o lema de pessoas que sofrem lesão no sistema nervoso, que podem evoluir com dor neuropática (dor nos nervos, nervos a flor da pele, dor nervosa). ​
Acesso a matéria completa AQUI  
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Aromaterapia -  Outono & Inverno

4/6/2018

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Outono e Inverno as estações que pedem cuidados especiais, pois com elas vem o frio e o ar seco. Nessa época do ano, é preciso ter cuidados especiais com algumas doenças, já que as características do clima propiciam seu surgimento e sua disseminação.
As infecciosas são algumas delas, podendo ser transmitidas principalmente por vírus e bactérias. Esses micro-organismos entram no corpo, contagiando-o através de gotículas dispersas no ar e também pelo contato com superfícies contaminadas.
"São doenças como resfriados, gripes, faringites, sinusites, pneumonias, asma, bronquites, otites e sinusites  etc. Os olhos sofrem com conjuntivites e processos alérgicos são comuns, por exemplo, rinite. Se não bastasse, há também uma alteração comportamental da estação, que  piora o cenário. Com as temperaturas mais baixas, as pessoas tendem a buscar lugares fechados, onde há aglomerações, isto somente predispõe a disseminação de patógenos pelo ar e por superfícies",  diz especialistas no assunto. 

  • O que a aromaterapia clínica pode fazer?
Cuidar da pessoa de forma integral é o foco da Aromaterapia Clínica. Os  óleos essenciais (OE) utilizados devem ser especialmente aqueles que fortaleçam e tonifiquem os  Sistemas  Respiratório e Imunológico  para que assim,  o corpo possa se manter protegido e saudável durante as estações mais frias do ano. 
Os óleos essenciais (OE) mais indicados para uso nesta estação devem ser aqueles que apresentem boa porcentagem dos componentes químicos:
Ver materia completa aqui 
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    Eu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de  ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos,  levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. 

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