|
Especialização em Aromaterapia Clínica >> Master Teacher Vera Guedes agradeço todo conhecimento cedido! Todas profissionais sérias e comprometidas a ajudar verdadeiramente o próximo através do conhecimento, compartilhamos deste especial fim de semana! Simplesmente demais! Rosangela Samara O encerramento do semestre do trabalho se deu oficialmente nos dias 23 e 24 de junho. Ministrei 10 cursos (SP e RS e Portugal) no primeiro semestre do ano, ao todo foram 174 participantes 💜
O fechamento na companhia deste grupo foi excepcionalmente lindo, nada a pedir, mas sim, tudo a agradecer. Segundo semestre tem mais 😉 Para saber sobre os cursos acesse AQUI Para fazer parte do mailing e receber nosso Newsletter Aromático deixe seu cadastro. Sejam todos bem-vindos!
4 Comentários
Os óleos essenciais e os vinhos são substâncias que tem alguns aspectos em comum importantes, tanto um quanto o outro podem ser Nobres ou Comuns: Nobres - altamente refinados, excelente qualidade, e valores elevados. Comuns - baixa qualidade, desprovidos de refinamento e bem baratos (alguns tentam enganar elevando o preço). Em ambos os casos a nobreza do produto vem do cuidado que se deve ter com o cultivo das plantas e o método de destilação da matéria orgânica para se obter o OE e o vinho, e com certeza, a produção desses produtos é bem limitada. Fique atento, produtos nobres não se produz em larga escala!
Óleos Essenciais (OE) são moléculas aromáticas extraídas de diferentes partes (folhas, flores, madeira, raizes e etc...) de determinadas plantas encontradas no reino vegetal. O processo de extração da fragrância das plantas aromáticas é a arte de tornar visível o invisível, ao materializar as moléculas aromáticas através da arte da destilação, ao transformar o aroma invisível em um precioso liquido visível, a bela arte da destilaria abre um campo para a ação da Ciência, que então entra em cena e trabalha para decodificar quem são essas inúmeras moléculas aromáticas que encantam o nosso sentido olfativo ao exalar o seu AROMA ao seu redor. É também através do trabalho da ciência, que ao estudar todos os elementos químicos que formam a estrutura básica dos OE (em alguns casos mais de 500, como no caso do OE de Rosa damascena), é que se descobre as inúmeras propriedades terapêuticas destas moléculas aromáticas, e quais são os seus benefícios para a humanidade. Os efeitos terapêuticos de plantas aromáticas era conhecido empiricamente (conhecimento adquirido através da observação e experiência), por inumeros povos por tempo longínquo. O que faz a ciência hoje é confirmar, através de estudos e pesquisas, a existência das propriedades terapêutica dos Aromas produzidos nas plantas, para que assim possamos fazer uso com conhecimento e confiança.
Como os óleos são extraídos das plantas, variam de acordo com o local de origem ou com a parte da planta a partir da qual são produzidos.
Temperatura e pressão afetam a qualidade do OE, por exemplo, se a pressão ou a temperatura é demasiadamente elevada afeta a qualidade do óleo, é exatamente como cozinhar vegetais com excesso de temperatura. O excesso de temperatura não é adequado para os constituintes químicos do OE, pois quando mais aquecido for mais sofre adulteração, e algumas moléculas podem ser destruídas completamente. Até mesmo o pH e a polaridade química do OE, em temperatura elevada, pode ser completamente alterado. Assim sendo, ficou estabelecido que é condição sine qua non que a destilação dos óleos, para propósito terapêutico, seja praticada em baixa pressão e temperatura. Henri Viaud, renomado destilador de OE na Provence desenvolveu em 1983 um guia para a produção de OE para uso terapêutico, onde ele afirma que a destilação para os OE de uso terapêutico deve ser feita em baixa pressão. Apesar das desvantagens do processo agressivo de destilação, alta temperatura e pressão é frequentemente usado para produzir grandes quantidades de óleo em um curto período de tempo. Estes óleos são geralmente destinados para uso nas industria alimentícia, cosmética e produtos de limpeza, mas comumente esses OE são vendidos para consumidores finais como óleos essenciais para uso na pratica da aromaterapia. Ver alguns exemplos de destilação:
Como se pode ver nos exemplos citados, a destilação pode ser um processo caro e demorado, e para cortar o custo muitos produtores cortam o processo de destilação, mas, este procedimento também corta o potencial terapêutico do OE destinado para o uso da Aromaterapia. É importante saber que essa conduta não vai interferir em nada para a Aromaterapia Comercial e ou para as industrias da fragrância, cosmética, produtos de limpeza e outras mas, vai interferir profundamente na ação do óleos essenciais para fins terapêutico. Fique atento! Conhecimento nunca é demais, leia a matéria com atenção, e atente-se para os produtos - comuns - oferecidos no mercado (farmácias, lojas de produtos naturais, lojas de produtos para cosméticos e perfumaria, e vendas MMN. Se você é profissional da área da saúde e pratica a aromaterapia clínica, sugiro que busque adquirir produtos direcionados para uso profissional terapêutico, os quais geralmente não são encontrados em abundância nas prateleiras de lojas afins. Lembre-se, produtos nobres não se produz em larga escala.
Sugestão: para adquirir Óleos Essenciais para uso na aromaterapia clínica acesse: OEA Esclarecendo o equivoco: Mirra - Commiphora myrrha e falsa Mirra - Tetradenia riparia É comum ver que inúmeras pessoas frequentemente confundem a falsa mirra como sendo a verdadeira Mirra, esta matéria tem por objetivo ajudar a desfazer esse equivoco, que se espalha cada vez mais pelas redes sociais. Falsa Mirra e suas características:
Imagens da falsa Mirra - Tetradenia riparia A pluma-de-névoa é uma espécie arbustiva, dióica e muito florífera, nativa da África-do-sul e cultivada em áreas de clima subtropical a temperado, em diversas partes do mundo, por suas qualidades como ornamental e medicinal. A ramagem cresce de forma irregular, com ramos finos, lisos e de cor marrom. Suas folhas são espessas, ovaladas a cordiformes, pubescentes, de cor verde-clara, com margens denteadas e bastante aromáticas. As inflorescências surgem no inverno, em densas espigas terminais, com flores pequenas, geralmente brancas, mas que podem adquirir tons de rosa ou lilás. As plantas masculinas, produzem inflorescências mais soltas, de aspecto delicado, enquanto que as femininas, formas bem compactas, para diferentes efeitos paisagísticos. As flores são perfumadas e atraem insetos polinizadores.
Medicinal:
Fonte: Jardineiro.net Verdadeira Myrrha e suas características: Nome botânico– Comiphora myrrha var. molmol. Sinônimos: Balsamodendrom myrrha, gum myrrh, mirra comum, hirabol mirrh; antigo nome em latim – Smyrna; o nome derivado do árabe é murr,significando “amargo”. Família botânica: Burseraceae. Extração: a vapor, da resina (seiva do caule). Origem: Norte da África: Etiópia, Somália; Península árabe (clima mais quente do planeta), Oriente Médio e Norte da Índia. Nota:base. Principais componentes químicos: sesquiterpenes, 55-75%; furonoides, 20-27%; ketones, 15-20%; monoterpenes, 4-6%; triterpernes, 4-7%; aldeídos, 2-5%; fenóis, 0-2%. Cuidados e precauções: usar em doses pequenas, por tempo determinado Imagens da verdadeira Mirra - Commiphora myrrha Características da planta: árvore em forma de arbusto; pode crescer entre três a dez metros de altura; troncos grossos, contendo numerosos nódulos irregulares; seus galhos são corpulentos, sólidos e bem agrupados, espalham-se num ângulo bem direcionado e suas terminações são em forma de espinhos bem afiados; poucas folhas de porte bem pequeno, trifoliadas, que nascem nas pontas finais dos galhos; suas flores são brancas. Produz uma resina natural, que escorre naturalmente de suas cascas, quando a arvore é ferida. Uso tradicional: Uma das mais preciosas medicinas e também um incenso, a Mirra tem sido usada desde tempos muito antigos, por mais de quatro mil anos, pelos egípcios, palestinos, gregos, persas, romanos e indianos, como remédio, para rituais religiosos e para facilitar a comunicação com deidades superiores; também utilizada para desinfetar áreas abertas e residências, mumificação, perfumaria e preparação de ungüentos, para tratar todo e qualquer tipo de ferimento. Em adição, a Mirra também foi muito reverenciada como substância usada em funerais, queimada como incenso, para honrar os mortos. O povo hebreu tomava a Mirra misturada com o vinho, bebida que consideravam elevar suas consciências e os colocar em contato com o divino, em seus rituais e cerimônias religiosas. Existem relatos de que a Mirra era bastante usada para curar câncer, lepra e a sífilis, nos tempos passados, com muita eficácia. A Mirra faz parte da fórmula de vários ungüentos, elixires e outros antídotos de uso múltiplo. Era indicada para inflamações, gangrenas, lesões infectadas e ulceras; gravidez e parto. Jesus foi presenteado com a Mirra em seu nascimento; também lhe foi oferecida pelos soldados romanos, no evento de sua crucificação e seu corpo foi untado com Mirra, na ocorrência de sua morte. Propriedades terapêuticas: vulnerário (cura e cicatriza feridas e contusões), cicatrizante, balsâmico, antimicrobial, anti-séptico, anti-inflamatório, vermífugo, analgésico, carminativo, fungicida, purificador do sangue, tônico da membrana mucosa dos músculos uterino e de todo o sistema; expectorante e emenagogo; equilibrador da glândula da tireóide.
Usos e indicações: excelente para tratar condições cutâneas como ferimentos abertos com pus e sinais de gangrena, úlceras varicosas, infecções fúngicas, eczemas e úlcera crônica de pele. Também tem muito boa ação no tratamento de pele seca, craquelada, rachada ou inflamada: pele que sofre de envelhecimento precoce; também indicado para suavizar estrias. Minimiza rugas ao redor da boca e dos olhos. É um dos óleos mais indicados para tratar condições desfavoráveis da boca, como afta, herpes, úlcera bucal, gengivites, piorréia (processo inflamatório do periósteo dentário, seguido de necrose e frouxidão dos dentes - freqüentemente ocorre o acúmulo de pus); periodontite, inflamação da gengiva com migração dos dentes; enfraquecimento da raiz dos dentes ou desgaste precoce, com risco de perda (o que pode estar sendo provocado pelo excesso da produção de tártaro); inflamações repetitivas na boca, gengiva e garganta. Indicado para tratar condições infecciosas (bactericidas e viróticas) relacionadas à boca, gengiva e garganta; atua na mucosa, fortalecendo e reparando o tecido, combatendo os germes causadores das disfunções. Trata a faringite crônica causadora da formação constante de aftas; freqüentes dores de garganta, recorrência de rouquidão e perda de voz. Influência do aroma: promove calma mental, elimina a confusão, minimiza preocupação excessiva gerada na mente agitada, que tende a se distrair facilmente com as preocupações da vida cotidiana - medo é a emoção mais evidente nos indivíduos que necessitam da Mirra; a falta de confiança e de vigor para concluir tarefas já iniciadas são características evidentes. A Mirra proporciona paz, calma e estabilidade para a mente, proporcionando boas condições para a pratica da meditação, segundo Marcel Lavabre: a Mirra tem acentuada ação calmante, confortante, fortificante e inspiradora na alma e no espírito, ao curar nossas mais profundas feridas ela nos inspira para a meditação. Seu OE tem muita utilidade para aliviar a dor o sofrimento, a angústia e o desespero, condições causadas pelo medo excessivo da morte ou a perda de entes queridos. O OE Myrrh confere calma e paz aos nervos e o coração agitado pela ansiedade gerada pelo medo. Fonte: Vera Guedes Aromatherapy Note a diferença entre as duas plantas: Tetradenia a falsa Mirra é um arbusto que cresce em locais urbanos. Commiphora a verdadeira Mirra é uma arvore e cresce no deserto. Credito da imagem Commiphora myrrha Ulrich Feiter Espero ter contribuido para que o equivoco se desfaça, e as pessoas saibam de fato qual é a verdadeira identidade da Myrrh, a planta que se utiliza para extrair o óleo essencial, substancia aromática, que se utiliza para a pratica da aromaterapia clínica, e que é a mesma planta que se extrai a resina que foi ofertada para Jesus no evento de seu nascimento. Os Oleos Essenciais afetam os gatos de forma diferente dos cachorros. Por mais benéfico que os óleos essenciais possam ser para os seres humanos, cães e cavalos, etc., muitos óleos essenciais podem ser devastador para gatos. Isto por uma questão de fisiologia, a constituição física dos gatos é diferente e precisa ser tratada com muito mais cautela.
Mas, com os gatos isto não ocorre, eles não têm a enzima hepática (glucuronyl transferase UGTs) que lhes permitiria quebrar esses compostos químicos. Por isso, leva muito mais tempo para os metabólitos serem eliminados do sistema dos felinos. Em suma, nos gatos essas substâncias inofensivas, podem acumular-se no fígado do animal, e, em alguns casos, muito rapidamente, dependendo da quantidade de OE a qual o animal foi exposto. Isto pode causar problemas de toxicidade e danos no fígado. Geralmente este pode ser um processo lento e não aparecer, até que seja tarde demais. MATERIA COMPLETA AQUI O que é o Sistema Nervoso - comunicação, reação e movimento A DOR É UM FENÔMENO MULTIDIMENSIONAL, ENVOLVENDO ASPECTOS FÍSICO-SENSORIAIS E ASPECTOS EMOCIONAIS.
Acesso a matéria completa AQUI
Outono e Inverno as estações que pedem cuidados especiais, pois com elas vem o frio e o ar seco. Nessa época do ano, é preciso ter cuidados especiais com algumas doenças, já que as características do clima propiciam seu surgimento e sua disseminação. As infecciosas são algumas delas, podendo ser transmitidas principalmente por vírus e bactérias. Esses micro-organismos entram no corpo, contagiando-o através de gotículas dispersas no ar e também pelo contato com superfícies contaminadas. "São doenças como resfriados, gripes, faringites, sinusites, pneumonias, asma, bronquites, otites e sinusites etc. Os olhos sofrem com conjuntivites e processos alérgicos são comuns, por exemplo, rinite. Se não bastasse, há também uma alteração comportamental da estação, que piora o cenário. Com as temperaturas mais baixas, as pessoas tendem a buscar lugares fechados, onde há aglomerações, isto somente predispõe a disseminação de patógenos pelo ar e por superfícies", diz especialistas no assunto.
Os óleos essenciais (OE) mais indicados para uso nesta estação devem ser aqueles que apresentem boa porcentagem dos componentes químicos: Ver materia completa aqui
|
AutorEu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos, levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. Arquivos
Setembro 2024
|







