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A especie humana faz uso de plantas aromáticas, para vários propósitos (saúde, doenças, culinários, espirituais entre outros) desde tempos longínquos, e atualmente todos nós sabemos disto, que plantas e substancias aromáticas fazem parte do processo evolutivo da especie humana. Atualmente, tudo e todos estão sempre exalando algum tipo de aroma, ter cheiro se tornou uma regra na vida dos humanos que hoje, não abrem mão de ter as roupas saindo da maquina de lavar com aquele "cheirinho bom de lavandinha", ou ainda, ter seu carro perfumado com aroma de lemongrass, moléculas exaladas pelos objetos perfumados e pendurados no espelho retrovisor, como disse, vivemos num mundo onde tudo deve ser aromatizado, não importa se todos gostam ou não do mesmo aroma, se todos se sentem bem ou não com determinados aromas, mas o importante mesmo, é ter CHEIRO. E o assunto desse novo post no blog é sobre como a ANVISA trata o assunto, ÓLEOS ESSENCIAIS. ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é uma autarquia sob regime especial, que tem sede e foro no Distrito Federal, e está presente em todo o território nacional por meio das coordenações de portos, aeroportos, fronteiras e recintos alfandegados.
Para a ANVISA OE é um extrato aromático, volátil de origem vegetal obtido por processo físico, ou seja, destilação (vapor, vapor e agua, agua, frio entre outros). Essas substancias podem se apresentar de forma natural, isoladamente ou misturados entre si, retificados entre outros.
Antes de saber como os OE são classificados é importante saber que existem quatro classificações para os produtos destinados a saúde que a ANVISA pratica, e estes produtos - que tanto podem ser notificados ou registrados - estão de acordo com os riscos associados na utilização dos mesmos. Sao eles:
Classe III - produtos de alto risco ao indivíduo e/ou médio risco à saúde pública. Sujeitos a registro. Classe IV - produtos de alto risco ao individuo e à saúde pública. Sujeitos a registro.
Como foi dito anteriormente, os OE entram na classe I de risco, portanto a ANVISA não exige um manual de boas práticas para o manuseio de produtos utilizando OE. Para a ANVISA somente os produtos classificados na classe de risco III e IV necessitam ter o certificado de Boas Práticas.
Os OE estão na classe de risco I e portanto, se encaixam dentro da regulação de cosméticos, assim sendo, os OE deve ser notificado e não registrado, definindo melhor, OE não são registrados pela ANVISA. Geralmente o que ocorre é que a empresa que importa, distribui, ou mesmo comercializa os OE deve ter a Licença de Funcionamento das atividades de sua empresa, atividades essas que estarão sujeitas a Vigilância Sanitária. Essa licença deve ser regularizada junto a ANVISA, e somente então é solicitado a Autorização de Funcionamento da Empresa (AFE) fornecida pela Vigilância Sanitária Local (VISA). Toda empresa necessita da Licença de Funcionamento emitida pela VISA (Vigilância Sanitária Local). Este documento é a garantia de que o estabelecimento segue todas as normas no local de atuação. Isto quando a empresa é denominada uma Empresa de Cosméticos, como geralmente são as distribuidoras de OE.
NOTIFICADO - Produtos Classe I de risco - baixo risco ao indivíduo e baixo risco à saúde pública. REGISTRADO - Produtos Classe II de risco - apresentam um risco médio ao indivíduo ou à saúde pública. ATENÇÃO: A Anvisa, ao aceitar a notificação de um aroma natural composto de OE não está endossando o uso terapêutico desta substância.
Ela aprova o uso de OE via dermal (corpo, couro cabeludo) e inalação através de difusores. Aprova também o uso de OE em alimentos como soborizantes e ou aromatizantes (shakes, chocolates, sorvetes entres outros). Atente-se a isto: a Anvisa NÃO aprova a ingestão de OE, mas, se você está ingerindo a substância, não é problema da ANVISA se você decidiu beber substâncias que se utiliza para aromatizar e saborizar alimentos, remédios, cosméticos, perfumes, produtos de limpeza e muitos outros... Essa decisão é por sua conta e risco. Ficou claro? Espero que esta postagem possa contribuir com o esclarecimento do papel da ANVISA no que se refere ao uso de OE. Muitos vendedores de OE deslumbrados bradam aos 4 cantos da nação que vendem, ou consomem somente os OE que tem autorização da ANVISA para ingestão. Muitos são ingênuos, muitos são desprovidos de informações, e muitos outros são mesmo oportunistas. No mundo existe de tudo. Eu faço parte do grupo que se informa e informa. Se você achou interessante, e também faz parte do grupo que se informa e informa, então compartilhe!
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Intestino - Quando eles se rebelam!
Síndrome do Intestino Irritável (SII) - O que é essa Síndrome?
Nesta matéria vamos entender melhor essa condição através da visão de renomadas instituições de saúde, e também através da visão da neurociência, os fatores psicossociais de acordo com o MANUAL MSD e da psicossomática. E finalmente, saber qual é a proposta da Aromaterapia Clínica para o paciente de SII. Clinica Mayo EUA, Serviço de Saúde Nacional (NHS) Inglaterra, e Roma Fundation EUA (Critérios de Roma IV),
Possíveis causas de acordo com a neurociência:
Fatores psicossociais de acordo com o MANUAL MSD (Versão para profissional) A angústia psicológica é comum em pacientes com síndrome do intestino irritável, especialmente naqueles que procuram atendimento médico. Alguns pacientes têm distúrbios de ansiedade, depressão ou um transtorno de somatização. Também coexistem distúrbios do sono. Entretanto, estresse e conflitos emocionais nem sempre coincidem com o início e recorrência dos sintomas. Alguns pacientes com síndrome do intestino irritável parecem ter doença com comportamento aberrante adquirido (isto é, expressam o conflito emocional como uma queixa gastrintestinal, geralmente a dor abdominal). O médico que avalia pacientes com síndrome do intestino irritável, particularmente aqueles com sintomas refratários, deve investigar por questões psicológicas não resolvidas, incluindo a possibilidade de abuso sexual ou físico. Os fatores psicossociais também podem afetar o desfecho na síndrome do intestino irritável. Ótica psicossomática - leia com atenção:
Aromaterapia Clínica aplicada: A aromaterapia clinica trata a pessoa com problemas de saúde de forma ampla, inicialmente se busca cuidar dos sintomas que ela apresenta, utilizando OE com propriedades terapeuticas que atendam as necessidades do quadro clinico, buscamos também atender a pessoa em suas necessidades relacionadas ao estresse, pois em muitas condições negativas de saúde o nível de estresse elevado contribui ainda mais para o agravamento do quadro apresentado pela pessoa. No tratamento da pessoa que apresenta a Síndrome do Intestino Irritado (SII) pede a indicação de OE que contenham substâncias químicas de efeito modulador de humor, analgésico, anti-inflamatório, carminativo, relaxante e antiespasmódico. As escolhas dos OE foi feita por famílias botânicas, as quais seguem abaixo, essas famílias escolhidas apresentam boa ressonância com a área digestiva, neuroendócrino e sistema nervoso autônomo (nervoso entérico).
“A mente é como o estômago. Não é o quanto você coloca dentro dela que conta,
Esses indivíduos geralmente ingerem mais do que digerem, enchem literalmente o ‘prato’ muito além do que a mente e o estômago podem dar conta. O filtro orgânico e psíquico entra em colapso, ocasionando com isto a falta de condição para realizar a síntese. O fenel/funcho é um grande aliado da dieta mental, contribui com a reprogramação da vida. Eliminar os lixos e os excessos que comprometem a qualidade de vida é essencial para uma vida leve. Ver tabela de porcentagem AQUI "Mente sã, intestino são" toda doença começa no intestino, assim como a saúde também está relacionada com o intestino. Cérebro e Intestinos andam de mãos dadas, ou melhor, de braços dados em tempo integral, tudo que acontece no cérebro reflete no intestino e vice-versa. De acordo com a Aromaterapia Clinica a pratica da expressão dos sentimentos é condição sine qua non para a manutenção da Saúde do intestino e do Bem-Estar do cérebro. Siga nas redes sociais:
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AutorEu sou Vera Guedes, praticante da arte de cuidar com os óleos essenciais há mais de 30 anos. E estou ativa neste canal de comunicação, escrevendo sobre a pratica da Aromaterapia na vida das pessoas que buscam por qualidade de vida através dos benefícios dos óleos essenciais, desde 2014. Sao 10 anos de ininterrupta comunicação com meus leitores, e eu pretendo continuar por mais alguns anos, levando o conhecimento sobre a boa pratica da aromaterapia. Escrever neste blog faz parte do meu trabalho, o qual eu realizo com grande satisfação e dedicação. Arquivos
Setembro 2024
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